BRASIL: Senado retoma projeto que legaliza bingos, cassinos e jogo do bicho

Depois de mais de 30 anos de debates, o Senado deve votar hoje o projeto que legaliza a exploração de jogos de azar no Brasil — incluindo cassinos, bingos, jogo do bicho e apostas em corridas de cavalo. A proposta acabaria com a proibição vigente desde 1946 e criaria regras para funcionamento, fiscalização e tributação das atividades. O texto, aprovado pela Câmara desde 2022, ganhou novo fôlego com o apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e do relator Irajá Abreu. O projeto prevê:♠Cassinos só poderão operar em resorts ou embarcações, com capital mínimo de R$ 100 milhões;♠Bingos poderão funcionar em locais fixos ou estádios;♠Jogo do bicho será legalizado com regras próprias;♠Ganhos acima de R$ 10 mil pagarão 20% de IR;♠As casas pagarão taxas trimestrais de até R$ 600 mil. A proposta tem apoio de partidos da base do governo, mas enfrenta forte resistência da bancada evangélica e de lideranças conservadoras. O setor hoteleiro vê a proposta como oportunidade de atrair investimentos, combater a ilegalidade e gerar empregos. Por outro lado, críticos alertam para riscos como endividamento da população e lavagem de dinheiro. Se for aprovado sem mudanças, o texto vai direto para sanção de Lula, que já sinalizou que não é favorável ao jogo, mas promete respeitar a decisão do Congresso. Sites de apostas já são o 2° destino mais visitado pelos brasileiros, somente atrás do Google. Neste ano, o governo federal já arrecadou R$ 3 bi em impostos com bets.
HSVP recruta pacientes para estudo clínico sobre Lúpus

Imagine o seu corpo confundindo aliados com inimigos e atacando suas células saudáveis. Essa é a realidade de quem convive com lúpus, uma doença autoimune que pode afetar diferentes partes do organismo. Embora muitos não conheçam, a condição merece atenção devido a sua complexidade e aos inúmeros desafios relacionados ao diagnóstico e tratamento. A doença A médica reumatologista e integrante do Corpo Clínico do Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, Dra. Thais Rohde Pavan, explica que a causa do lúpus ainda não é totalmente conhecida. “Sabemos que há uma combinação de fatores genéticos, hormonais e ambientais, como exposição ao sol, infecções virais e até estresse emocional. O uso de certos medicamentos também pode desencadear a doença em algumas pessoas predispostas”, detalha a especialista. Entre os sintomas mais comuns, segundo a Dra. Thais, estão o cansaço excessivo, manchas vermelhas na pele – especialmente no rosto, em forma de “asa de borboleta”, dores nas articulações, febre e queda de cabelo. A doença pode atingir diversos órgãos, como a pele, articulações, rins, pulmões, o que torna o acompanhamento médico fundamental para evitar complicações. Para chegar ao diagnóstico e iniciar o tratamento adequado, é preciso considerar uma combinação de sintomas clínicos e exames específicos. “O diagnóstico é feito por meio da avaliação clínica dos sintomas e de exames laboratoriais específicos, como o FAN (fator antinuclear) e anticorpos anti-DNA. O tratamento varia conforme a gravidade, e pode incluir anti-inflamatórios, corticoides, imunossupressores e medicamentos mais modernos chamados biológicos. O objetivo é controlar a inflamação e evitar danos aos órgãos”, explica a médica. O lúpus pode, ainda, trazer sérios riscos à saúde quando atinge órgãos vitais. “As complicações mais graves acontecem quando o lúpus atinge órgãos como os rins, o cérebro, o coração e os pulmões. Por isso, é fundamental que o paciente siga o tratamento corretamente, evite exposição ao sol, mantenha uma rotina de exames regulares e adote hábitos saudáveis, como boa alimentação e sono adequado”, conclui a Dra. Thais. Estudo clínico O Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP) do Hospital São Vicente de Paulo está recrutando pacientes para o Estudo BE-EARLY, que testará a eficácia de uma nova medicação, chamada belimumabe, em pessoas diagnosticadas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) nos últimos dois anos. A pesquisa busca entender se o medicamento é eficaz para melhorar os sintomas da doença, prevenir crises quando administrado por um longo período de tempo e se pode reduzir a necessidade de usar outros medicamentos regulares. Podem participar do estudo pessoas com 18 anos de idade ou mais que já tenham começado o tratamento com medicações como antimaláricos, esteroide ou imunossupressores. O medicamento da pesquisa e os exames relacionados serão fornecidos de forma gratuita durante a participação. O estudo terá duração de cerca de três anos e envolverá, em média, 20 consultas no Instituto. O médico e a equipe irão monitorar a saúde do paciente por meio de consultas e avaliações regulares nesse período. Para participar, os interessados podem entrar em contato pelo (54) 3316-4049 ou enviar uma mensagem de WhatsApp para o número (54) 9 81492901. O Instituto de Ensino e Pesquisa do HSVP está localizado junto à Unidade Teixeira Soares, Nº 808. Mais informações podem ser obtidas no site https://www.beearlylupusstudy.com/#!/. Foto: Divulgação
Produtor do Rio Grande do Sul alcança 343,1 sacas por hectare de milho verão

A realização de um bom manejo preventivo, aliado ao clima em boa parte do Brasil, resultou em altas produtividades no milho safra. Em Palmeiras das Missões, no Rio Grande do Sul, há produtor que chegou a alcançar a marca de 343,1 sacas de cereal por hectare no cultivo irrigado. Os volumes recordes marcaram a quinta edição do concurso de produtividade do milho verão 2025 realizado pelo Fórum Getap Verão/25. O grande destaque nacional foi o produtor gaúcho Dimas Binsfeld, da Agrícola Binsfeld, de Palmeiras das Missões, no Rio Grande do Sul. A propriedade registrou colheita de 343,1 sacas por hectare, no cultivo irrigado. A marca superou em 13 sacas por hectare o número máximo anterior, que era de 330 sacas por hectare. O sucesso foi atribuído a um manejo rigoroso, com uso de híbridos de alto potencial genético, correção do solo com base em análises detalhadas, nutrição personalizada, monitoramento diário da lavoura e irrigação precisa. A combinação de clima favorável, inovação e assistência técnica foi decisiva para alcançar a marca histórica. Na categoria sequeiro, o destaque nacional foi a fazenda Ernest Milla Agrícola, de Candói, no Paraná. A propriedade do agricultor Egon Milla atingiu a colheita de 300,9 sacas por hectare. Ambas inscrições foram realizadas pela Corteva. Segundo o Fórum Getap Verão/25, na região Centro, o destaque no cultivo sequeiro foi Cláudio Isamu Okada, do município de Madre de Deus de Minas (MG). Inscrito pela Bayer Crop, ele obteve uma colheita de 300,1 sacas por hectare. Na mesma região, na categoria irrigado, sagrou-se campeão, Alexandre Avelar Vallim, de Três Corações (MG). Inscrito pela Bayer, ele atingiu 264,1 sacas por hectare. Já na região Norte, o primeiro lugar ficou com Jamil João Samara, localizado em Pastos Bons (MA). Inscrito pela Corteva, ele colheu 272,7 sacas por hectare. Conforme o coordenador técnico do Grupo Tático de Aumento de Produtividade (Getap), Gustavo Resende Capanema, o que mais chamou atenção nesta edição do concurso foram as quebras de recordes, além da entrada de novos produtores, comprovando o potencial de outras regiões. “Temos agora uma nova marca a ser batida nas próximas edições”, reforçou. Fonte: Canal RuralFoto: Divulgação/Getap
Asma x inverno: temperaturas baixas favorecem as crises asmáticas

O ar seco e o frio comuns no inverno exigem um cuidado redobrado com as crises asmáticas. Isso porque a combinação de fatores ambientais, como o mofo, poeira e infecções respiratórias, somadas às mudanças climáticas e componentes genéticos podem desencadear as crises. O médico pneumologista no Hospital de Clínicas de Passo Fundo, Dr. Gustavo Szortyka orienta sobre os cuidados indispensáveis para os asmáticos. “As duas medidas de maior impacto para evitar exacerbações de asma nesse inverno são a vacinação para a influenza (um dos principais gatilhos para crises) e a manutenção da medicação inalatória conforme prescrição médica.” A maioria dos diagnósticos ocorre ainda na infância, mas alguns casos podem surgir apenas na idade adulta, conforme explica o pneumologista. “A asma é uma doença que apresenta um espectro de apresentações (fenótipos). Algumas delas podem evoluir com o aparecimento dos sintomas apenas na idade adulta ou mesmo em idosos.” Segundo o Ministério da Saúde, 10% de população brasileira é asmática e a doença é relacionada a cerca de 400 mil internações hospitalares. O especialista orienta sobre quais são os sinais para a busca de auxílio médico. “Considerando que os pacientes com asma apresentam recorrentemente sintomas como falta de ar, o principal sinal de alerta é a falta de ar que não melhora com as medicações inalatórias de resgate.” alerta Dr. Gustavo. Chiado no peito, falta de ar, tosse e sensação de aperto no peito são sintomas característicos da asma. A irritação nas vias aéreas pode estar relacionada a diversos fatores. “A doença pode piorar no inverno principalmente por dois fatores: temperaturas baixas que podem induzir contração da musculatura que reveste os brônquios e a maior prevalência de gatilhos como as infecções virais respiratórias.” esclarece Dr. Gustavo Szortyka. Medidas que podem auxiliar na prevenção das crises: >Manter o acompanhamento médico adequado.>Evitar a exposição a fumaça do cigarro.>Prevenir-se de infecções respiratórias, mantendo a vacinação em dia.>Evitar locais ou itens com acúmulo de poeira e ácaros.>Limpeza regular de tapetes, cortinas, mantendo o ambiente limpo.> Agasalhar-se bem nos dias frios. Fonte: HCPF
BRASIL: Brics condena ataques a aliados e pede mais voz ao Sul Global

Nesse domingo (06/07), líderes e representantes do BRICS se reuniram no Rio de Janeiro para o encontro mais importante do bloco em 2025. Durante o evento, os países firmaram a declaração final da Cúpula, que reúne 11 países do Sul Global, como Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — e que hoje é vista por alguns especialistas como um contraponto ao Ocidente liderado pelos EUA. Na mensagem, o grupo condenou os recentes ataques contra Irã e Rússia — membros do bloco —, defendeu uma reforma ampla da ONU e reiterou apoio à criação de um Estado palestino com base nas fronteiras de 1967. Além disso, o texto contou com:*Reforço ao multilateralismo e à representação do Sul Global;*Compromisso com o uso de moedas locais nas transações entre os membros;*Defesa do direito dos países de regulamentarem as as BIG TECHs. Nenhum país foi citado nominalmente, mas críticas têm como alvos indiretos os Estados Unidos, Israel e a Ucrânia. Como resposta, Trump anunciou tarifas adicionais de 10% para ‘qualquer país que se alinhar às políticas do Brics’ Apesar do discurso de união, o encontro teve ruídosAs ausências de Xi Jinping e Vladimir Putin enfraqueceram o peso simbólico da Cúpula. Pela primeira vez em uma década, o líder chinês deixou de participar de um encontro do bloco. Além disso, o apoio à entrada de Brasil, Índia e África do Sul no Conselho de Segurança da ONU — que havia sido incluído em cúpulas anteriores — ficou de fora da nova declaração. Fora das salas de negociação, um protesto na Praia de Ipanema chamou atenção. A ONG StandWithUs criticou a presença do Irã no Brics, destacando a repressão às minorias no país do Oriente Médio. Faixas com os dizeres “O Irã mata gays em praça pública” foram espalhadas pela praia carioca.
Vilmar Perin Zanchin, da base aliada do Governo Eduardo leite, se manifesta contrário aos pedágios

O Presidente do MDB no Rio Grande do Sul, o deputado Vilmar Zanchin usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão plenária desta quinta-feira, para criticar a proposta do governo, remodelada, de concessões do chamado “bloco 2”. “A região não aceita e rechaça a proposta. E esta é a minha posição também. Meu compromisso é ser um porta voz do posicionamento da região em relação a esse tema da concessão do bloco 2. Não aceitamos. Somos contra a proposta que foi apresentada e esperamos que o governo a reveja”, disse o deputado. Zanchin é da região atingida pelo bloco 2, mas há outros fatores no cenário. Entre eles, o desgaste que a iniciativa trará à campanha do vice-governador Gabriel Souza (MDB), que chegará na eleição de 2026 como titular do Executivo em função da renúncia de Eduardo Leite (PSD). Fonte: Correio do Povo Taline OppitzFoto: página pessoal/redes sociais
Produção de folhosas é afetada por chuvas e frio no RS

As fortes chuvas e a umidade excessiva no solo estão prejudicando a produção de folhosas, como alface, rúcula, salsa e cebolinha, favorecendo o apodrecimento das plantas e a ocorrência de doenças fúngicas e bacterianas, especialmente em cultivos não protegidos. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (03/07), na região de Passo Fundo, a sanidade e o desenvolvimento das plantas estão satisfatórios, apesar do excesso de umidade. Os preços ficaram estáveis: R$ 4,00/unid. de rúcula e de alface; R$ 5,00/molho de couve e agrião. Na região de Santa Rosa, as condições climáticas adversas também têm afetado a produção de folhosas, e os produtores relatam apodrecimento e estiolamento, que é quando uma planta cresce na ausência total ou parcial de luz, além de danos causadas pelas chuvas fortes, que comprometem a qualidade e a aparência dos produtos. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Candiota, os cultivos de olerícolas para sementes estão em implantação. Nas áreas de produção de sementes de coentro, há problemas de germinação e emergência, já nos cultivos de sementes de cebola, o plantio dos bulbos, que ocorre manualmente, foi realizado sem maiores dificuldades. Na de Erechim, as chuvas frequentes, a neblina e a limitada luminosidade causaram prejuízos ao desenvolvimento das culturas e favoreceu o surgimento de doenças, especialmente podridões. A alta umidade do solo impediu os trabalhos de semeadura, o transplante e o preparo dos canteiros, além de causar erosão em solos desprotegidos. Brássicas – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Soledade, as culturas de brócolis e couve-flor, em fases de crescimento e de colheita, foram as mais prejudicadas pelas chuvas; as perdas podem chegar a 50% em alguns cultivos. O ambiente úmido favoreceu o surgimento de doenças, bem como ocasionou danos foliares. Apesar das perdas, não há falta de produto no mercado, mas observa-se redução na qualidade. Cebola – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, os volumes elevados de chuva agravaram o encharcamento do solo, impedindo o término do plantio e a realização dos tratos culturais nas áreas já cultivadas. A umidade excessiva tem causado tombamento de mudas nas sementeiras e afetado a eficácia e a aplicação de herbicidas para controle de plantas daninhas. Alguns produtores também relatam danos por erosão do solo. Na região de Pelotas, 100% das áreas de sementeira estão implantadas, mas ainda não foi iniciado o transplante. Em Rio Grande, as lavouras apresentam desenvolvimento normal. Nos demais municípios, o cultivo ocorre em pequenas áreas voltadas ao consumo local. SAFRA DE GRÃOS Trigo – As chuvas recorrentes nas últimas semanas atrasararam a semeadura do trigo, que chega a 50% da área estimada para esta safra. Nas lavouras implantadas, a emergência das plantas ocorre de forma relativamente uniforme, com bom estande inicial e sem prejuízos significativos observados. A necessidade de replantio tem sido pontual, restrita a áreas de borda com maior declividade, especialmente onde houve dessecação pré-semeadura, erosão laminar e sulcos por enxurradas. Nas lavouras onde se adotou a semeadura de culturas outonais logo após a colheita da soja, os danos erosivos foram minimizados. No entanto, o pleno estabelecimento dos cultivos segue condicionado ao regime de chuvas nas próximas semanas. O tempo seco, aliado às temperaturas mais baixas, tende a favorecer a intensificação da semeadura do trigo dentro do período estabelecido pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Também será possível retomar os tratos culturais, como controle de plantas daninhas e aplicação de adubação nitrogenada em cobertura e preventiva de fungicidas. A previsão de área cultivada no Estado, conforme a Emater/RS-Ascar, é de 1.198.276 hectares. A estimativa inicial de produtividade é de 2.997 kg/ha. Aveia-branca – A semeadura prosseguiu pontualmente, prejudicada pelas chuvas e pela decisão dos produtores em priorizar a implantação de trigo, que está em atraso. Estima-se que 80% da área prevista de aveia-branca tenha sido implantada. Encontram-se em estágio de desenvolvimento vegetativo 96% das lavouras e em floração 4%, as quais se concentram na Região Noroeste do Estado. A Emater/RS-Ascar projeta o plantio de 401.273 hectares. A estimativa de produtividade está em 2.254 kg/ha. Canola – O período de tempo firme, no início do período, beneficiou o desenvolvimento das lavouras. No entanto, os volumes elevados de precipitação, no final de semana, especialmente nas regiões com maior concentração da cultura, intensificaram os problemas relacionados ao excesso de umidade no solo, impedindo os tratos culturais e a aeração radicular. Estima-se que em torno de 95% da área prevista para a cultura tenha sido semeada. Caso o tempo continue seco, a expectativa é de que a semeadura seja concluída nos próximos dias. Estão 90% das lavouras de canola em fase de desenvolvimento vegetativo e 10% em floração. A Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 203.206 hectares, e produtividade de 1.737 kg/ha. Cevada – A semeadura foi ampliada durante a breve janela de tempo seco, quando os níveis de umidade do solo se mostraram mais propícios à operação. No extremo Norte do Estado, os trabalhos estão próximos da finalização, respeitando o período indicado pelo Zarc. As lavouras implantadas apresentam estande e desenvolvimento inicial adequados, sem registros expressivos de danos relacionados às precipitações recentes. Para a Safra 2025, a Emater/RS-Ascar projeta 27.337 hectares cultivados e produtividade de 3.198 kg/ha. CULTURAS DE VERÃO As cotações na entressafra das culturas de verão podem ser acompanhados semanalmente em bit.ly/4lLEAEj. Milho – A colheita do milho foi concluída após a ocorrência de geadas sucessivas e um período de tempo seco. Entretanto, alguns produtores familiares ainda mantêm espigas armazenadas a campo, destinadas ao uso na propriedade. A produtividade obtida no Estado foi estimada pela Emater/RS-Ascar em 6.857 kg/ha e a área cultivada em 706.909 hectares. Feijão 2ª safra – A colheita foi encerrada e a área de cultivo foi estimada pela Emater/RS-Ascar em 15.597 hectares, e a produtividade, em 1.316 kg/ha. PASTAGENS E CRIAÇÕES A alta umidade do solo e a limitação de radiação solar têm provocado atraso no crescimento das forrageiras, comprometendo o pastejo e a oferta de alimento para os rebanhos. Além disso, os alagamentos e a recorrência de eventos de precipitação intensa
TECNOLOGIA: Banda fake feita por AI viraliza na internet

Duas semanas, dois álbuns e quase 1 milhão de ouvintes no Spotify. A banda The Velvet Sundown parecia estar decolando — até que alguém notou um detalhe: ninguém nunca tinha visto os integrantes. Nem teria como mesmo. Logo descobriram que a banda era uma invenção da inteligência artificial.O perfil no Instagram usava imagens geradas por AI para representar os quatro membros. A plataforma Deezer confirmou a suspeita e passou a exibir o aviso: “conteúdo criado com ferramentas de inteligência artificial”. Clique aqui se quiser ouvir as músicas do grupo. Mais do que um truque de tecnologia, o caso revela como tudo se torna digerível num oceano de música digital. Segundo a Luminate, mais de 120 mil faixas são enviadas por dia para plataformas como Spotify e Apple Music. Com tanto volume, a curadoria virou missão automatizada — o que abre espaço para bandas fantasmas, faixas genéricas e playlists inteiras feitas por robôs. Hoje, existem canais de lo-fi, jazz e até música ambiente gerados 100% por AI, acumulando milhões de streams sem que ninguém perceba. Em meio à tanta tecnologia e novidades, um fato que preocupa é que o avanço da inteligência artificial pode levar a humanidade a não conseguir identificar mais o que é real.
MUNDO: Trump e Putin voltam a conversar em meio à tensão na Ucrânia

Os presidentes dos EUA e Rússia retomaram o contato direto com uma ligação classificada pelo Kremlin como “franca e construtiva”. Foi o sexto telefonema divulgado desde que Trump voltou à Casa Branca. O assunto, em especial, foi a Ucrânia: O presidente americano teria pressionado por uma solução rápida para o conflito; Já Putin reafirmou os objetivos estratégicos da Rússia e defendeu uma nova rodada de negociações — apesar de descartar concessões. A ligação ocorre logo após os EUA anunciarem a suspensão parcial do envio de armas a Kiev, incluindo projéteis de artilharia. A decisão, segundo a Casa Branca, busca priorizar os interesses americanos diante da baixa nos estoques militares. A medida preocupa a Ucrânia, especialmente após o último final de semana, em que sofreu o maior ataque aéreo noturno desde o início da guerra. De acordo com a ONU, o número de vítimas ucranianas civis cresceu 37% no último semestre. Enquanto isso, a Coreia do Norte se prepara para enviar mais 30 mil soldados para reforçar o exército russo na linha de frente — somando-se aos 11 mil já deslocados em novembro de 2024. Trump prometeu trazer paz para o leste europeu, mas sua proposta de trégua de 30 dias foi rejeitada por Moscou. A conversa com Putin mostra que os canais diplomáticos seguem abertos — mesmo que sem trégua no campo de batalha.
FRIO X CARRO: Sete mitos e verdades sobre seu carro no inverno

A estação mais gelada do ano chegou e com ela recordes de temperatura baixa em várias cidades brasileiras. Mas além de reforçar os cuidados com a saúde, o momento é também de redobrar a atenção com o carro. O frio pode ser um vilão e favorecer a oxidação, acelerando o aparecimento de ferrugem, como também pode aumentar pequenos arranhões com a dilatação dos materiais e exigir mais esforço do motor na hora de dar a partida. “Existem várias dicas que podem auxiliar nestes meses mais gelados. A gasolina, por exemplo, funciona melhor em dias frios e ajuda o carro a ligar mais facilmente, principalmente de manhã cedo. Outra orientação é sempre estacionar em local coberto, porque isso ajuda a proteger o veículo da umidade e da queda de temperatura durante a madrugada. São cuidados simples, mas que são fundamentais na conservação do seu carro”. O que é mito e verdade sobre seu carro no inverno: 1. O frio pode impactar a lataria do carro? Verdade. O frio pode afetar a lataria, principalmente se houver pequenos danos, como arranhões ou amassados. Em temperaturas baixas, a dilatação e a contração dos materiais aumentam o risco de rachaduras na pintura e favorecem a oxidação, acelerando o aparecimento de ferrugem, especialmente em locais com alta umidade. 2. Pequenos danos se agravam mais rápido nesse período? Verdade. Arranhões ou trincas na pintura na umidade típica do inverno facilita a corrosão, tornando pequenos danos mais críticos se não forem tratados. 3. No inverno, a manutenção dos óleos do carro sempre muda? Mito. Não necessariamente, mas é importante verificar. Óleos muito viscosos podem circular com mais dificuldade em temperaturas baixas. Por isso, é essencial usar o óleo recomendado no manual do veículo. 4 – Preciso me preocupar com a saúde da bateria em temperaturas mais baixas? Verdade. O frio reduz a capacidade de carga da bateria e aumenta o esforço necessário para dar a partida. Se a bateria já estiver com carga baixa ou envelhecida, as chances de falha aumentam. 5. As palhetas ressecam com mais facilidade no frio? Verdade. Embora o ressecamento seja mais comum no calor, o frio também pode deixar a borracha rígida e quebradiça, reduzindo a eficiência da limpeza do para-brisa. 6. As lâmpadas dos faróis ficam mais suscetíveis à queima no frio? Mito. O frio em si não causa queima das lâmpadas, mas variações bruscas de temperatura, como sair de um ambiente quente para um frio rapidamente podem afetar a durabilidade, especialmente se houver umidade no sistema. 7. É mais recomendado abastecer o carro com gasolina no inverno? Verdade. Especialmente em carros flex. A gasolina tem maior facilidade de ignição em baixas temperaturas, o que facilita partidas a frio. Dicas para a conservação dos veículos durante períodos de baixas temperaturas: – No frio, o motor demora mais para funcionar corretamente. Ligar o carro e esperar alguns minutos ajuda a esquentar o óleo e melhorar o desempenho; – Confira o nível do óleo e da água do radiador, pois o óleo precisa estar na quantidade certa e com a viscosidade adequada. Além disso, o radiador deve ter água com aditivo (fluido), que evita que congele e protege o motor; – Faça uma limpeza na lataria e aplique cera. Lavar o carro com frequência evita o acúmulo de sujeira e umidade que pode causar ferrugem. Uma camada de cera protege a pintura; – Teste as luzes e os faróis, pois escurece mais cedo no inverno e o tempo costuma ficar nublado. Portanto, é bom garantir que todas as lâmpadas estejam funcionando bem; – Estacione em local coberto, se possível: isso ajuda a proteger o carro da umidade e da queda de temperatura durante a madrugada.
Passo Fundo: BM flagra desmatamento e intervenção em área de preservação permanente

Na quarta-feira (02/07), a Brigada Militar, por meio do 3º Batalhão Ambiental (3º BABM), constatou a supressão irregular de vegetação nativa e intervenção em Área de Preservação Permanente (APP) no interior do município de Passo Fundo. No local, foi verificada a supressão de vegetação nativa pertencente ao bioma Mata Atlântica, em diferentes pontos da mesma propriedade. As intervenções ocorreram em desacordo com a licença ambiental apresentada, incluindo desmatamento em Área de Preservação Permanente (APP). Com o apoio de imagens aéreas obtidas por drone, foi possível identificar com precisão três áreas de desmatamento. A primeira está localizada em uma Área de Preservação Permanente (APP), caracterizada pela presença de um córrego. As segunda e terceira áreas, situadas fora da APP, sofreram supressão de vegetação nativa, totalizando 23.000 m² (2,3 hectares). Também foi observada a construção inicial de uma balança para caminhões, igualmente situada em área de preservação permanente. O responsável pelas intervenções foi identificado e responderá pelo crime ambiental conforme a legislação vigente. Foto: Comando Ambiental: “O Braço Verde da Brigada Militar” Edição: Comunicação Social 3º BABM
Diagnóstico da pesca artesanal no RS será realizado pela Emater/RS-Ascar em 2026

A pesca artesanal envolve cerca de 22 mil pescadores no Rio Grande do Sul, conforme Registros Gerais de Atividade Pesqueira (RGPs), junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA). Como importante atividade econômica de um dos públicos prioritários da Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters), a Emater/RS-Ascar planeja, para o próximo ano de 2026, realizar um diagnóstico sobre a pesca artesanal, previsto para ser aplicado nas comunidades pesqueiras de todo o Estado. “Buscamos identificar vulnerabilidades e direcionar ações de apoio de forma mais qualificada”, anuncia o extensionista e coordenador das áreas de Pesca Artesanal e Reforma Agrária da Emater/RS-Ascar, James Roth, ao destacar que a proposta é traçar um retrato fiel da atividade no RS e subsidiar políticas públicas condizentes com a realidade local. Desde o início dos anos 2000, a Emater/RS-Ascar passou a atuar de forma mais planejada e contínua junto às comunidades pesqueiras, em função do programa RS Rural, que tinha como foco o combate à pobreza e o desenvolvimento sustentável. Com o tempo, os extensionistas começaram a ser capacitados para atender esse público. A aproximação mostrou as dificuldades enfrentadas pelos pescadores e suas famílias no dia a dia. O pescador artesanal é aquele que vive da pesca como principal fonte de renda, utilizando embarcações de pequeno porte ou mesmo atuando de forma desembarcada. O conhecimento é herdado de geração em geração, trazendo saberes populares, laços familiares e permitindo identificar as espécies e os melhores períodos e regiões para a pesca, sempre de acordo com as normativas. “A atuação com os pescadores exigiu uma mediação constante com diferentes órgãos, o que ampliou a complexidade, mas também a efetividade do nosso trabalho”, afirma o extensionista James Roth, ao destacar como a Extensão Rural e Social investe em escuta ativa, amplia o diálogo e auxilia essas comunidades pesqueiras, levando políticas públicas voltadas a esse público. Reconhecimento legal e direitos A pesca artesanal vai além da captura de peixes. Atividades como o preparo do pescado, conserto de redes e manutenção de embarcações também fazem parte desse universo. De acordo com a legislação brasileira, essas funções caracterizam o trabalhador como pescador artesanal, reforçando a natureza coletiva e familiar das atividades. A pesca artesanal é regulamentada por leis como a nº 11.959/2009, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Aquicultura e da Pesca, e a nº 8.213/1991, que reconhece o pescador artesanal como segurado especial da Previdência Social. “Podemos dizer que essa ampliação do conceito foi um grande avanço no reconhecimento dessa população tradicional e na natureza coletiva de seu trabalho”, destaca Roth. Desafios e preservação ambiental O setor enfrenta uma série de obstáculos. Entre os principais desafios estão à concorrência com empresas pesqueiras de grande porte, que operam em escala industrial, e a falta de estrutura para o beneficiamento e a comercialização do pescado, o que limita a capacidade dos pescadores de agregar valor ao seu produto. Outro ponto é o período de defeso, intervalo em que a pesca de determinadas espécies é proibida ou restrita para garantir sua reprodução. A medida é estabelecida por órgãos como o Ibama, visando à sustentabilidade dos estoques pesqueiros e à preservação da biodiversidade aquática. Para compensar a perda de renda nesse período, pescadores podem acessar o Seguro-Defeso, que está sob nova regulamentação. O Governo Federal busca ampliar o controle e a fiscalização sobre possíveis irregularidades, com o objetivo de reduzir fraudes no acesso ao benefício. A degradação ambiental também preocupa os pescadores e as instituições ligadas a esses profissionais. Poluição, construções de barragens e eventos climáticos extremos impactam a rotina das comunidades. “Essas comunidades dependem da preservação dos recursos naturais para garantir sua sobrevivência e manter o pescado como importante fonte de alimentação”, ressalta Roth. Foto: Regina Medeiros Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Jornalista Adriane Bertoglio Rodrigues Estagiária Maria Eduarda Besson
BRASIL: Lula propõe tornar 2 de julho Dia da Consolidação da Independência

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta terça-feira (1°), um projeto de lei para tornar o dia 2 de julho o Dia Nacional da Consolidação da Independência do Brasil. A data marca a expulsão definitiva das tropas portuguesas do Brasil, em 1823, um ano após a Proclamação da Independência pelo imperador Pedro I, no dia 7 de setembro de 1822. O dia 2 de julho marca a Independência da Bahia e é feriado estadual. “É verdade que D. Pedro fez o grito da Independência, todo mundo sabe disso, mas pouca gente sabe que foi no dia 2 de julho de 1823 que, na Bahia, os baianos conseguiram fazer com que os portugueses voltassem para Portugal definitivamente”, afirma o presidente em vídeo postado nas redes sociais. “Isso não é conhecido da História porque não está nos livros didáticos brasileiros. A aprovação desse projeto e a promulgação vão mostrar que além de D. Pedro, o povo baiano teve muito a ver com a nossa Independência”, acrescentou Lula. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva exaltou, a participação do povo na independência do país e defendeu que a população conheça a história do Brasil além das versões oficiais. Ele esteve em Salvador (BA), onde participou das celebrações pelos 202 anos da Independência do Brasil. “Estou querendo incentivar a produção de uns dez filmes históricos do Brasil para que o povo conheça a história que foi motivadora de muita luta nesse país e de muita conquista, que ninguém sabe. Porque o pessoal só sabe a história que é contada oficialmente”, disse, em entrevista à TV Bahia, antes do evento comemorativo na capital baiana. Lula lembrou que a independência do Brasil foi um processo de batalhas populares em diversos estados, consolidada na Bahia. “Eu digo que pela mesma porta que entraram, eles [os portugueses] saíram. E foi a Bahia que fez esse marco. É uma festa que comemora a bravura do povo baiano e, sobretudo, de três mulheres que tiveram muito importância aqui na Bahia”, disse, em referência à Maria Felipa de Oliveira, Maria Quitéria e Joana Angélica, heroínas na luta contra os portugueses. Em 2 de julho de 1823, os movimentos populares da Bahia expulsaram, de forma definitiva, as tropas de Portugal que ainda resistiam à independência do país, declarada no ano anterior, em 7 de setembro, por Dom Pedro II. “Tem muita importância para a Bahia porque é valorizar a história do povo baiano e muita importância para o país, porque você vai colocar isso nos livros de história do Brasil. Vai colocar no livro didático que você distribui nas escolas, para as crianças e para o ensino médio”, argumentou. Segundo Lula, a proposta não é criar um novo feriado nacional, apenas reconhecer o marco do dia 2 de julho. Fonte: Agência Brasil
RURAL: Plano Safra 2025/2026 – Taxa de juro e inadimplência causam inquietação

O Plano Safra Empresarial 2025/2026, anunciado nesta terça-feira, 1º, foi recebido com apreensão e críticas por representantes do agro gaúcho. Os juros para os financiamentos, considerados altos, o alto volume de recursos livres e a inadimplência de produtores do Estado constituem as principais preocupações. Para o presidente da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul), Gedeão Pereira, as medidas planejadas pelo governo tornam “muito mais grave” o cenário enfrentado por agropecuaristas do RS. “O aumento das taxas de juros, que o governo tentou explicar muito, vemos como uma grande dificuldade para o setor, pois aumenta custos, além de ter diminuído os recursos controlados. O governo poderia ter anunciado R$ 1 trilhão, não teria problema algum, pois é tudo recurso livre. É juro de 14% e é isso aí”, disse Gedeão. O economista-chefe da Farsul, Antônio Da Luz, também fez uma análise. Ao comparar os valores nominais da política pública do ciclo anterior, de R$ 508,59 bilhões, com a nova edição, de R$ 516,2 bilhões, afirmou que a diferença entre ambos, de R$ 8 bilhões, não será suficiente para cobrir nem os custos de produção. Da Luz também chamou a atenção para o Plano Safra Empresarial, apontando que do recursos equalizados, com subvenção do Tesouro, são R$ 113,8 bilhões. “Dos R$ 516,2 bilhões o governo controla 22%”, pontuou, afirmando que o restante é negociado entre o produtor rural e as instituições financeiras conforme juros de mercado. “Os outros 78% são recursos livres que sequer deveriam ser anunciados. O governo deveria divulgar apenas aquele que ele controla, equaliza, porque quando ocorre problema ele não quer nem saber”, criticou o economista-chefe da Farsul, acrescentando como negativo a falta de uma política assertiva sobre o seguro rural no país. “Quem não tem seguro rural acaba tendo que discutir renegociação de dívida”, disse. O deputado federal Alceu Moreira (MDB-RS), integrante da Frente Parlamentar de Apoio à Agropecuária, somou a preocupação com o endividamento a outras críticas. “É um Plano Safra que se anuncia com espetacularização de volume (financeiro), mas a maioria vem de recursos livres dos bancos. A participação do governo é quase nenhuma, a não ser na agricultura familiar. Não precisava anunciar o Plano Safra. É recurso dos bancos”, disse o emedebista. Moreira reclamou sobre a falta de planejamento para o seguro rural. “Não se tem notícia do seguro, o que é extremamente prejudicial para o Rio Grande do Sul. Somos uma área com alto risco, o seguro para nós é que viabiliza a produção. Com a taxa Selic nessa altura, com o descontrole fiscal que nós temos, com os preços de commodities do jeito que estão, teremos extrema dificuldade para fazer o plantio”, apontou o deputado. “Isso sem falar nos nossos produtores, endividados, que não teriam acesso nem a esse recurso”, acrescentou. O presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), Darci Hartmann, salientou que muitos agropecuaristas do RS não terão capacidade financeira para acessar os créditos previstos. Hartmann citou o presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS), Carlos Joel da Silva, ao manifestar sua avaliação. Na segunda-feira, 30, avaliando o Plano Safra da Agricultura Familiar, Joel ressaltou que, sem renegociação das dívidas acumuladas nos últimos anos, os produtores gaúchos ficarão impossibilitados de buscar recursos por meio do Plano Safra 2025/2026. “Não adianta crédito rural, como o presidente Joel falou, se você não tem um produtor adimplente. Na agricultura empresarial, acho que esse percentual (de inadimplência) é maior. Precisamos resolver esse problema.”, afirmou Hartmann. Para o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), autor de projeto de lei para a securitização das dívidas do agro gaúcho, os R$ 516 bilhões previstos para o Safra são insuficientes e a alta dos juros agrava a inadimplência dos produtores. “Como se recuperar das dívidas com juros de 14%?”, questionou. “Com pessoal sem crédito, o que adianta ter recurso mesmo que seja com o valor mais alto?”
Estratégias de manejo amenizam impactos do frio na piscicultura

A chegada do frio aciona o alerta dos piscicultores, pois as baixas temperaturas impactam o metabolismo dos peixes, o que exige maior atenção à reposição hídrica e ao controle da lotação dos produtores. Nesse período de inverno, é possível realizar algumas técnicas de manejo, potencializando o desempenho e a sanidade das espécies. “Uma estratégia para aumentar a temperatura média do viveiro é o uso de aeradores, que, ligados nas horas mais quentes do dia, irão misturar a água fria do fundo com a água da superfície que se aquece mais e, com isso, poderemos ter um ganho de até 1⁰C neste ambiente”, explica João Alfredo de Oliveira Sampaio, extensionista rural e zootecnista da Emater/RS-Ascar. A temperatura da água influencia na vida dos peixes, que precisam se adaptar às mudanças climáticas extremas, ao aquecimento global. Isso impacta na respiração, na alimentação e digestão, bem como na excreção, na movimentação e na reprodução dos peixes. TÉCNICAS DE MANEJO O frio intenso e as chuvas frequentes durante o outono e o inverno impõem desafios significativos ao setor da piscicultura, afetando o apetite e o crescimento dos peixes, o que impacta na produtividade. Além disso, o excesso de chuvas pode provocar o transbordamento de açudes, a diminuição da qualidade da água e o aumento do risco de doenças, o que justifica a importância do manejo para a sanidade dos viveiros. “É importante a limpeza do fundo do viveiro de forma periódica. Para isso é preciso retirar os peixes, secar o açude, desinfetar com cal e com sol e remover o excesso de material orgânico”, esclarece o extensionista, ao defender a limpeza como fundamental para garantir a saúde dos peixes e a qualidade da água. “A retirada regular de resíduos orgânicos ajuda a evitar a proliferação de microrganismos patogênicos e a deterioração da qualidade da água, riscos que podem ser agravados pelas chuvas intensas”, observa. Além disso, é importante monitorar os níveis de Oxigênio dissolvido e o pH da água, que podem sofrer alterações com o acúmulo de matéria orgânica e a possível entrada de água de enxurradas. A manutenção das estruturas, como canais de drenagem, telas de contenção e sistemas de aeração, também deve ser reforçada nesse período, garantindo um ambiente estável e seguro para os peixes. SAÚDE MONITORADA A má qualidade da água favorece a propagação de agentes causadores de doenças. É importante manter o monitoramento constante da água, controle de densidade nos viveiros, quarentena de novos lotes e, se necessário, utilizar ações corretivas. Os peixes reagem naturalmente às alterações constantes da temperatura, mas quando essas são muito frequentes, e superam a capacidade das espécies de se adaptarem, causam estresse, que leva à debilidade orgânica, que é o caminho de ocorrência de doenças. O estresse térmico deixa os peixes mais vulneráveis a infecções bacterianas, fúngicas e parasitárias, como a saprolegniose (fungo), a aeromoníase (bactéria) e infestações por protozoários. “As temperaturas negativas podem causar debilidade orgânica, o que abre as portas para a queda da resistência e a possível ocorrência de doenças nos peixes”, explica Sampaio. Com a redução do metabolismo, os animais comem menos. “Naturalmente, os peixes aumentam ou reduzem o consumo de ração em função da temperatura, então é necessário que o criador tenha a sensibilidade de observar isso e ir adaptando o fornecimento de ração, dos subprodutos da produção e do pasto, conforme as necessidades e o período do ano”, complementa Sampaio. É muito interessante observar o comportamento dos peixes e agir de acordo com as orientações técnicas prestadas pelos extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar, sempre que houver dúvidas e/ou curiosidades. Foto: João Alfredo de Oliveira Sampaio, extensionista da Emater/RS-Ascar Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Jornalista Adriane Bertoglio RodriguesEstagiária Giovana Rodrigues
HSVP Passo Fundo realiza primeiro transplante de fígado do ano

Uma verdadeira força-tarefa em prol da vida aconteceu no Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, na terça-feira, 1º de julho. A instituição realizou o primeiro transplante hepático do ano, beneficiando um paciente de 45 anos que, desde 2023, aguardava na fila por um fígado. A operação teve início ainda na madrugada, às 1h15, quando os profissionais da Organização de Procura de Órgãos (OPO 4) do HSVP embarcaram no Aeroporto Lauro Kortz, em um avião da Brigada Militar, tripulado pelo comandante Bonilla e pela segunda-piloto, capitã Paula, com destino ao Hospital Pompéia, em Caxias do Sul. Após a captação do órgão doado, por volta das 4h30, a equipe retornou à cidade de origem para realizar o procedimento de implantação, que teve início às 7h30. Todas as etapas do transplante, desde a captação até a implantação do fígado, que durou aproximadamente 14 horas, foram coordenadas pelo médico cirurgião Gustavo Pileggi Castro com o apoio da enfermeira Micheline Gisele Dalarosa (OPO 7), do cirurgião cardíaco Guilherme Krahl, do anestesista Luiz Carlos Kramer Filho, do técnico de enfermagem e perfusionista Ederson Joelci de Oliveira, além de residentes e instrumentadores. Vários fatores são essenciais para o sucesso de um transplante, especialmente no caso do fígado, onde além da compatibilidade sanguínea, o doador e o receptor precisam apresentar condições físicas semelhantes. A eficiência técnica da equipe e a qualidade dos equipamentos também são fundamentais para garantir a eficácia do processo de captação e recepção. O diretor técnico médico, Adroaldo Mallmann, parabenizou todos os envolvidos pela rápida mobilização, especialmente aqueles que se deslocaram até Caxias do Sul. “Enquanto todos nós estávamos no conforto dos nossos lares, a equipe da OPO4 e da Brigada Militar trabalharam, sem descanso, em uma das madrugadas mais geladas da década, com a missão de salvar mais uma vida. Em nome da instituição, deixo meu respeito e admiração a esses profissionais.” Fonte: HSVP
CLIMA: Julho começa com temperaturas negativas e geada no RS

O mês de Julho iniciou com temperaturas negativas em Vila Maria. O amanhecer desta terça-feira foi de -2ºC, geada e muita cerração tomando conta do ambiente. Ao longo do dia, o sol aparece e a máxima prevista fica em torno dos 7ºC, com sensação térmica em de 4ºC. A noite vai ser gelada, há possibilidade de formação de geada novamente e a quarta-feira será com marcas ainda mais baixas na região. De acordo com a MetSul Meteorologia, o pior do frio ainda está por vir. Todas madrugadas até o final da semana terão marcas negativas no Estado, mas as mais frias serão as de hoje e amanhã. De modo geral, o sol aparece em todas as regiões, mas nuvens se farão presentes em áreas como a Metade Norte, especialmente à tarde. O frio aumenta e a temperatura estará baixa o dia todo, mesmo à tarde e com a presença do sol. A tendência é de tempo seco, até o dia 11 de julho, com frio mais intenso nesta primeira semana. As temperaturas, à partir de quinta, serão de 4ºC ao amanhecer e máximas em torno dos 16ºC.
Para combater o risco de reintrodução do vírus do sarampo, Rio Grande do Sul intensifica vacinação

A Secretaria da Saúde (SES) lançou um plano emergencial para intensificar a vacinação contra o sarampo em 35 municípios considerados de alto risco para a reintrodução do vírus. A medida foi motivada pela confirmação de um caso importado da doença em Porto Alegre, em abril de 2025, e pelo aumento expressivo de casos nas Américas – 7.150 casos neste ano, segundo o boletim divulgado pela Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) com dados registrados até 14 de junho. A vacinação é a única forma eficaz de prevenir o sarampo, doença altamente contagiosa e potencialmente grave, especialmente para crianças pequenas e adultos jovens. A cobertura vacinal de pelo menos 95% é essencial para evitar surtos e manter o estado livre da circulação do vírus. A vacinação será feita com os imunizantes Dupla Viral (sarampo e rubéola) e Tríplice Viral (sarampo, caxumba e rubéola), conforme a faixa etária. A meta é vacinar todos os suscetíveis identificados durante a campanha. O plano de ação “Intensificação da Vacinação contra o Sarampo” e a Nota Informativa 9 do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs) detalham as estratégias que estão sendo adotadas. As ações de mobilização devem ocorrer até 23 de setembro e tem como público-alvo a população entre 6 meses e 59 anos que não tenha esquema vacinal completo. Algumas ações previstas Intensificação das ações de bloqueio vacinal seletivo em até 72 horas após identificação de casos suspeitos; Aplicação da dose zero da vacina em crianças de 6 meses a 11 meses nos municípios prioritários; Busca ativa e vacinação seletiva em áreas de grande circulação, como escolas, aeroportos, estações de transporte e eventos de massa; Revisão da situação vacinal de trabalhadores da saúde e da educação; Registro nominal das doses aplicadas nos sistemas oficiais de informação. Municípios prioritários Os municípios prioritários incluem cidades de fronteira com Argentina e Uruguai, localidades turísticas da Serra e a capital Porto Alegre. A escolha se baseia em fatores como baixa cobertura vacinal, alto fluxo de turistas e mobilidade populacional. O municípios prioritários são: Porto Alegre Barra do Quaraí Itaqui Quaraí Sant’Ana do Livramento Uruguaiana Garruchos Pirapó Porto Xavier Roque Gonzales São Borja São Nicolau Novo Machado Porto Lucena Porto Mauá Porto Vera Cruz Derrubadas Tiradentes do Sul Chuí Jaguarão Aceguá Canela Caxias do Sul Gramado Nova Petrópolis Picada Café São José dos Ausentes Vacaria Bento Gonçalves Carlos Barbosa Garibaldi Guaporé Nova Prata Veranópolis Farroupilha Texto: Ascom SESEdição: Secom
FETAG-RS propõe a reformulação do Pronaf Jovem

A permanência da juventude no campo é um dos maiores desafios da agricultura e pecuária familiar em decorrência da saída de jovens em busca de oportunidades nas cidades, a construção de políticas públicas estruturantes torna-se urgente para garantir o futuro da produção de alimentos e da vida no meio rural. Neste contexto, a FETAG-RS entende que o cenário é de baixa adesão ao Pronaf Jovem e propõe mudanças efetivas na linha de crédito voltada à juventude rural no Plano Safra 2025/2026. Criado para atender jovens agricultores familiares entre 16 e 29 anos, o Pronaf Jovem oferece crédito com condições diferenciadas para estimular o empreendedorismo e a sucessão rural. Contudo, os dados do Rio Grande do Sul e do Brasil demonstram a necessidade urgente de reformulação da política. No Brasil, o número de operações do Pronaf Jovem, que chegou a 510 em 2017/2018, caiu para apenas 38 até o momento na safra 2024/2025. Apesar do aumento no ticket médio (de R$ 6.993,75 em 2015/2016 para R$ 22.559,79 em 2024/2025), a queda no volume de contratos mostra que o programa está se tornando menos acessível à juventude rural como um todo. No Rio Grande do Sul, o cenário é ainda mais crítico: a safra atual (2024/2025) contabiliza apenas 3 operações, com um valor total de R$ 69 mil. Desde 2016, o Estado nunca ultrapassou três contratos por ano, revelando a ineficiência prática do programa em sua configuração atual. Para a coordenadora Estadual da Juventude Rural da FETAG-RS, Camila Rode, esse cenário é reflexo de um modelo de política pública que não conversa com a realidade da juventude rural. “A burocracia, a falta de assistência técnica e as exigências complexas afastam os jovens do acesso ao crédito. A juventude quer permanecer no campo, mas não encontra condições reais para isso”, afirma. Propostas da FETAG-RS para o Plano Safra 2025/2026 A FETAG-RS propõe uma reformulação completa do Pronaf Jovem, com novas regras e critérios de acesso, buscando tornar a política pública mais justa, inclusiva e eficaz. As propostas apresentadas incluem: • Supressão das atuais exigências burocráticas que dificultam a operacionalização do programa, como a obrigatoriedade de o jovem ter concluído ou estar cursando o último ano de curso técnico em agropecuária ou curso superior na área de ciências agrárias ou medicina veterinária e ter participado de cursos de capacitação do Pronatec ou Pronacampo. • Inclusão da possibilidade de crédito de custeio, além do crédito para investimento; • Redução das taxas de juros e bônus de adimplência de 25%; • Prioridade de atendimento a jovens com renda familiar de até R$ 100 mil, conforme o CAF Pronaf V. Novas condições propostas: • Público-alvo: jovens entre 16 e 29 anos; • Renda máxima: até R$ 100 mil/ano; • Finalidades: investimento (até R$ 100 mil) e custeio (até R$ 50 mil); • Prazos: o Investimento: até 10 anos (com até 5 anos de carência); o Custeio: até 3 anos (com 1 ano de carência); • Taxas de juros: o Investimento: 1,5% ao ano; o Custeio: 0,5% ao ano; • Bônus de adimplência: 25%.
MUNDO: A Europa está fervendo

Uma nova onda de calor tomou conta do continente europeu nos últimos dias, com temperaturas recordes e impactos imediatos. De Portugal à Grécia, os termômetros explodiram no final de semana. As máximas chegaram a: 46 °C na Espanha 45,5 °C em Portugal 42,7 °C na Grécia 40 °C na Itália, Meteorologistas apontam a formação de um sistema de alta pressão que funciona como uma tampa, prendendo o ar quente e seco próximo à superfície — chamado por eles de cúpula de calor. Neste ano, ele ainda está puxando calor do norte da África, intensificando esse efeito fornalha. Mas, com os verões europeus cada vez mais quentes desde 2018, este ano não parece um evento isolado… Em 2022, o calor matou mais de 60 mil pessoas em todo o continente, segundo estudo da Nature Medicine. Em 2024, o mundo registrou o ano mais quente da história, com desastres que custaram mais de US$ 300 bilhões. A Météo-France estima que ondas de calor como essa podem se multiplicar por 10 até o fim do século.
Vacinação contra a dengue está disponível para público de 10 a 14 anos, em Vila Maria

Vila Maria segue a vacinação contra a dengue para crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. Vinte doses já foram aplicadas e mais vinte estão disponíveis. A expectativa é para que nos próximos dias chegue mais 172 doses no município. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas. Lembrando que ela não pode ser aplicada junto com outras vacinas (quem fez a vacina da gripe influenza deve aguardar 24 horas para fazer a vacina contra a dengue). Quem já teve dengue também deve se vacinar para evitar novas infecção ou, em caso de contágio, sintomas mais leves. Além disso, nessas pessoas, é esperada uma resposta melhor ao imunizante. A recomendação para quem teve dengue recentemente é aguardar seis meses para tomar a vacina. Quem for diagnosticado com a doença no intervalo entre as doses deve manter o esquema vacinal, desde que o prazo não seja inferior a 30 dias em relação ao início dos sintomas. Pais ou responsáveis de crianças e adolescentes de 10 a 14 anos podem procurar a Sala de Vacinas, localizada na Unidade Básica de Saúde Central, em Vila Maria, munidos de documento pessoal, cartão do SUS e carteirinha de vacinação.
MUNDO: OMS admite que não sabe como começou a COVID

Depois de quase 6 anos do início da maior crise sanitária da história recente, a OMS divulgou o relatório final da principal investigação sobre a origem da COVID-19. A conclusão foi… que não tem conclusão. Desde o início, a hipótese mais propagada era a de que o vírus teria passado de animais para humanos, possivelmente em algum mercado local de Wuhan. Por outro lado, ganhou força a tese de vazamento do laboratório da cidade chinesa, onde acontecem estudos de ganho de função. O problema é que, depois de 3 anos e muitos pedidos de informações à China, a OMS diz que não teve acesso aos dados necessários para cravar alguma das hipóteses. Um detalhe: Um dos especialistas responsáveis pelo relatório saiu do grupo dias antes da publicação, e outros três pediram para retirar seus nomes do documento final. As movimentações geraram um burburinho sobre os bastidores do estudo. A OMS reforça que não há indícios de manipulação genética nem sinais de que o vírus já circulava fora da China antes de dezembro de 2019. A Organização classifica a busca por respostas como um “imperativo moral”. A pandemia causou mais de 20 milhões de mortes e um impacto estimado de US$ 10 trilhões na economia global.
Declaração Anual de Rebanho: prazo encerra nesta segunda (30). Treze produtores de Vila Maria ainda estão pendentes

A Declaração Anual de Rebanho produz um retrato mais detalhado sobre a produção pecuária no Rio Grande do Sul: com ela, é possível saber mais sobre a infraestrutura, controles sanitários e saldos dos rebanhos nas propriedades rurais do Estado. A entrega da Declaração Anual de Rebanho 2025 começou no dia 1º de abril e encerra nesta segnda-feira, dia 30 de junho. Formas de entrega Pela Internet: O produtor pode fazer a Declaração Anual de Rebanho e os ajustes de saldo dos animais diretamente no SDA – Produtor Online. Acesse https://www.agricultura.rs.gov.br/declaracao e acomnpanhe passo a passo. Presencial: Caso prefira, também pode entregar presencialmente os formulários em PDF (no site acima também é possível baixar os arquivos) já preenchidos ou informar verbalmente nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, com auxílio dos servidores da Seapi e assinando digitalmente com sua senha do Produtor Online. Até ás 10h desta segunda-feira (30), haviam 13 declarações pendentes em Vila Maria; 50, em Marau; 5, em Nova Alvorada; e 16, em Camargo.
Workshop sobre doação de órgãos reúne profissionais de várias regiões do Estado

Nos dias 26 e 27 de junho, o Hospital São Vicente de Paulo, através da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT) e da Organização de Procura de Órgãos (OPO 4), promoveu um workshop para profissionais que atuam no processo de doação de órgãos em hospitais de várias regiões do Estado. Durante os dois dias, os participantes puderam aprofundar conhecimentos sobre o protocolo de morte encefálica, a abordagem familiar, os aspectos éticos e legais da doação de órgãos, além de compartilhar experiências vivenciadas no cotidiano hospitalar. A capacitação reuniu mais de 30 profissionais, entre médicos, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, vindos das cidades de Passo Fundo, Porto Alegre, Carazinho, Cruz Alta, Erechim, Ijuí, Palmeira das Missões, Santo Ângelo e São Borja. Para o coordenador adjunto da Central de Transplantes do Rio Grande do Sul, James Cassiano, que foi um dos palestrantes, esta capacitação é fundamental para qualificar os profissionais que estão na linha de frente do processo de doação. “A comunicação com as famílias enlutadas é um momento extremamente delicado e exige preparo, empatia e técnica. Investir na formação dessas equipes é investir na ampliação do número de doadores e, consequentemente, na esperança de vida para milhares de pacientes que aguardam por um transplante”, destacou. Para o médico coordenador da CIHDOTT do HSVP, Dr. Marcos Dozza, que também palestrou no workshop, formar profissionais para atuarem nesse processo é essencial. “Embora a morte encefálica seja um momento extremamente difícil para os familiares, a doação de órgãos pode transformar essa dor em esperança para outras pessoas. Por isso, é fundamental aperfeiçoar nossas equipes, especialmente no que diz respeito à abordagem familiar, para que possamos conduzir esse processo com ainda mais sensibilidade, respeito e profissionalismo”, afirmou. Créditos: Comunicação HSVP
Dose de reforço da meningo C é substituída pela vacina da meningo ACWY

A determinação do Ministério da Saúde passa a valer a partir desta terça-feira, dia 1º de julho de 2025. O esquema vacinal para bebês inclui duas doses da vacina meningocócica C, aplicadas aos três e cinco meses de idade, e um reforço aos doze meses. A partir de 1º de julho, esse reforço passará a ser feito com a vacina ACWY, que oferece proteção ampliada contra os sorogrupos ACWY da bactéria causadora da meningite. A vacina ACWY, antes aplicada apenas na adolescência (de 10 a 14 anos, em dose única ou como reforço, conforme histórico vacinal), passa a ser ofertada também para crianças de até um ano. A partir de 1º de julho 3 meses – 1ª dose – meningocócica C5 meses – 2ª dose – meningocócica C12 meses – reforço – meningocócica ACWY11 a 14 anos – dose ou reforço – meningocócica ACWY Crianças que já tomaram as duas doses da vacina meningocócica C e a dose de reforço não precisam receber a ACWY neste momento. Já aquelas que ainda não foram vacinadas aos 12 meses poderão receber a dose de reforço com a ACWY. Em 2025, até o momento, o Brasil registrou 4.406 casos confirmados de meningite, sendo 1.731 do tipo bacteriana, 1.584 viral e 1.091 por outras causas ou tipos não identificados. Outras vacinas disponíveis no SUS como BCG, Penta e Pneumocócicas (10, 13 e 23-valente) também ajudam a proteger contra formas de meningite. Sobre a doença A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por bactérias, vírus, fungos e parasitas, mas também pode ter origem não infecciosa, como em casos de câncer (com metástase nas meninges), lúpus, reações a medicamentos, traumatismos cranianos ou cirurgias cerebrais. As meningites bacterianas são mais frequentes no outono e inverno, enquanto as virais predominam na primavera e no verão.
Confira os ganhadores do primeiro Sorteio do Bolão Vilamariense 2025

O primeiro sorteio do Bolão Vilamariense aconteceu na manhã desta segunda-feira, dia 30 de junho, ao vivo, pelo sistema de bingo, na Rádio Vila Maria FM, com transmissão pelas páginas do Facebook da Rádio e da Prefeitura Municipal e contou com a presença do Prefeito, Adroaldo Seben, do Vice-Prefeito, Vanderlei Colet e do Secretário de Desenvolvimento Econômico e Social, Gilnei Viero. Foram 7.854 notas trocadas. Confira os ganhadores: 1º prêmio: R$ 2.000,00, cartela nº 3.833 = Celestina Zóttis; 2º prêmio: R$ 1.000,00, cartela nº 5.672 = Anardete Soliman; 3º prêmio: R$ 1.000,00, cartela nº 1.975 = Daniel Buffon; 4º prêmio: R$ 500,00, cartela nº 0085 = Adair José Colet; 5º prêmio: R$ 500,00, cartela nº 3.350 = Graziela Franceschi; Os prêmios em dinheiro do Bolão Vilamariense deverão ser gastos no comércio local. O 2º sorteio será realizado durante a programação natalina com data a ser definida. Os prêmios serão: 1º Prêmio – R$ 3.000,00 2º Prêmio – R$ 2.000,00 3º Prêmio – R$ 1.500,00 4º Prêmio – R$ 1000,00 5º Prêmio – R$ 1000,00 6º Prêmio – R$ 500,00 7º Prêmio – R$ 500,00 8º Prêmio – R$ 500,00 Dúvidas e informações, entrar em contato com a Prefeitura Municipal no 3359-1200 na Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo.
Chuvas prejudicam lavouras e atrasam plantio da safra de inverno no RS

O plantio do trigo avançou apenas 2% e atinge 39% da área prevista para o Rio Grande do Sul nesta safra, que é de 1.198.276 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26/06), o atraso do plantio das culturas de inverno se deve às precipitações frequentes e em volumes muito elevados (próximos a 300mm em grande extensão da região produtora do Estado). Nas lavouras de trigo semeadas recentemente houve perdas por erosão, encharcamento e compactação superficial, especialmente durante as fases de germinação e emergência. A maioria dos danos corresponde à erosão laminar, concentrada em pontos de convergência do escoamento superficial, o que não exigirá replantio, apesar da redução no estande de plantas. O replantio será necessário apenas em algumas lavouras, situadas em solo mais arenoso, onde não foram adotadas práticas adequadas de conservação, ou em regiões de relevo inferior, em que houve acúmulo de água e transbordamento de cursos d’água. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as lavouras de trigo foram severamente afetadas pelas precipitações excessivas. Em Manoel Viana, 65% da área estava semeada. Estima-se necessidade de replantio em diversas áreas, em decorrência de alagamentos e erosões severas, que arrastaram sementes, plântulas e fertilizantes. O potencial produtivo das lavouras da região está menor. Apenas lavouras com cobertura de solo adequada apresentam melhores condições, pois os processos erosivos não foram tão intensos. Na região de Ijuí, as chuvas intensas provocaram erosão, sobretudo em áreas com baixa cobertura de palha. Onde foi adotada a semeadura de culturas outonais (nabo ou ervilhaca) imediatamente após a colheita da soja, os danos erosivos foram reduzidos. Aveia-branca – As precipitações prejudicaram o avanço da semeadura e a execução de tratos culturais. A cultura apresenta desenvolvimento adequado, com plantas vigorosas, mas a coloração das folhas está verde-pálida em decorrência da baixa luminosidade. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a semeadura foi finalizada. Registra-se acamamento em lavouras nos estádios de emissão de panícula e floração. A Emater/RS-Ascar projeta o plantio de 401.273 hectares. A estimativa de produtividade está em 2.254 kg/ha. Canola – As chuvas interromperam o avanço da semeadura da canola, embora grande parte dos produtores já tenha concluído o plantio. Os elevados volumes pluviométricos dificultaram a emergência das plantas. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, cerca de 65% da área está em fase vegetativa, e 35% em floração. Na de Santa Maria, 92% da área foi semeada, e a maior parte está em fase de desenvolvimento vegetativo, com pequena parcela em início de floração. Na região de Soledade, a semeadura da canola foi concluída. As chuvas intensas provocaram perdas de fertilidade do solo decorrentes de erosão hídrica, especialmente em pontos de concentração do escoamento superficial. A Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 203.206 hectares, e produtividade de 1.737 kg/ha, representando aumento de 37,41% e de 22,56%, respectivamente, em relação à safra passada. Cevada – A semeadura foi temporariamente suspensa devido à recorrência de chuvas. As lavouras já estabelecidas apresentam desenvolvimento satisfatório, sem registros de danos associados às precipitações. Na região Norte do Estado, onde se concentra a maior parte da área cultivada, os volumes pluviométricos foram menores, não resultando em enxurradas nem comprometendo o estande ou a sanidade das plantas. Para a Safra 2025, a Emater/RS-Ascar projeta 27.337 hectares cultivados e produtividade de 3.198 kg/ha. CULTURAS DE VERÃO Soja – A colheita foi encerrada. A Emater/RS-Ascar estima a área cultivada na Safra 2024/2025 em 6.770.405 hectares e a produtividade em 1.957 kg/ha, totalizando produção de 13.252.227 toneladas. Milho – Os trabalhos de colheita do milho, inclusive manuais, foram interrompidos devido à ocorrência contínua de chuvas, que também comprometem a qualidade dos grãos, aumentando a incidência de fungos e de grãos ardidos. Restam áreas em regiões de minifúndios, onde a operação ocorre de forma manual, conforme sua utilização na propriedade. Feijão 2ª safra – As lavouras de feijão não colhidas (cerca de 2%) foram severamente afetadas pelas chuvas intensas. Em muitas áreas, a colheita tornou-se inviável devido à deterioração dos grãos. Observa-se germinação pré-colheita em vagens de plantas maduras, o que comprometerá a qualidade comercial do produto. A elevada umidade relativa, associada à permanência dos grãos nas vagens sob condições saturadas de água, favoreceu a proliferação de microrganismos e acelerou os processos de degradação fisiológica e sanitária. PASTAGENS E CRIAÇÕES As chuvas e as temperaturas mais baixas favoreceram o crescimento das forrageiras cultivadas, porém a falta de sol dificultou o pastejo e provocou o apodrecimento das folhas baixeiras. Avança a semeadura de cereais de inverno para silagem como estratégia de redução de custos e garantia de alimentação do rebanho. Em razão do frio mais intenso e do solo encharcado, o crescimento das pastagens nativas se reduziu. Mesmo assim, os animais foram transferidos para essas áreas, visando preservar as pastagens cultivadas do pisoteio excessivo. BOVINOCULTURA DE CORTE – O tempo frio e chuvoso reduziu o conforto animal e o ganho de peso. Em função da chegada do frio e das geadas, que prejudicaram as pastagens, foi necessário suplementação alimentar e uso de pastagens de inverno já estabelecidas. O manejo sanitário segue intenso, mas houve redução na incidência de carrapatos, apesar da resistência aos produtos. A comercialização permanece aquecida, especialmente para animais de reposição e prenhes. O mercado está em estabilidade, e há expectativa de valorização para animais de melhor qualidade. BOVINOCULTURA DE LEITE – O excesso de chuvas e o frio intenso, nas últimas semanas, reduziram a produção de leite e dificultaram o manejo das pastagens. Apesar do bom desenvolvimento das forrageiras cultivadas, a falta de sol prejudicou o pastejo e causou o apodrecimento das folhas baixeiras, afetando a alimentação do rebanho. Essas condições climáticas têm demandado maior atenção a problemas de casco, mastite e doenças respiratórias, além de reforço no manejo sanitário e nutricional, especialmente em sistemas menos estruturados ou com déficit de forragem. OVINOCULTURA – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, os rebanhos ovinos enfrentam forte estresse devido às chuvas contínuas, como perdas de escore corporal, mortes de animais por enchentes e frio,
SAÚDE: Consumo excessivo de álcool eleva mortes por hipertensão em mais de 50%

Um novo relatório do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC) revelou que o número de mortes por hipertensão associada a ingestão excessiva de álcool aumentou 51,6% entre 2020 e 2021. Sobre a condição A hipertensão associada ao consumo de álcool é a elevação persistente da pressão arterial provocada pelo uso frequente e abusivo de bebidas alcoólicas. Quando consumido em grandes quantidades, o álcool interfere nos mecanismos de regulação da pressão, fazendo com que os vasos sanguíneos se contraiam e os rins retenham mais sódio. Naturalmente, isso gera uma sobrecarga de trabalho para o coração, levando a um aumento ainda maior da pressão arterial. Com o tempo, esse quadro aumenta o risco de complicações graves, como infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC). Em números A média anual de óbitos por essa causa saltou de 13.941 para 21.137 mortes entre 2020 e 2021, segundo dados do Sistema Nacional de Estatísticas Vitais dos EUA. Mais de 60% das mortes ocorreram entre mulheres durante o período analisado. De modo geral, a comunidade científica aponta que a pandemia provocou um aumento global de comportamentos compulsivos, sendo o consumo excessivo de álcool um dos mais relevantes.
PEDÁGIOS: Leite destaca concessão do bloco 2 e investimentos em logística na estratégia para desenvolvimento do norte gaúcho

Durante participação no Fórum de Competitividade, realizado nesta quinta-feira (26/6) em Passo Fundo, o governador Eduardo Leite destacou as ações do governo estadual para impulsionar o desenvolvimento econômico, logístico e de infraestrutura no norte do Rio Grande do Sul. Em sua fala, Leite reforçou que o Estado está mudando a realidade de investimentos com planejamento, reformas e parcerias. “Se pegar a fotografia, ainda tem muito a fazer. Mas, se olhar o filme, vai ver o quanto avançamos”, afirmou. Leite ressaltou a importância da integração do norte gaúcho à Rota Bioceânica Sul (Rota 5), destacando o financiamento estadual de anteprojetos de três novas pontes internacionais – em Tiradentes do Sul, Itaqui e Porto Mauá – a serem entregues à União com apoio técnico da Caixa Econômica Federal. O contrato, com aporte de R$ 533 mil do Tesouro estadual, foi assinado no fim de abril. Ao abordar a concessão do bloco 2 de rodovias, com edital previsto para julho, o governador defendeu a medida como uma resposta à limitação histórica de investimentos públicos. “O Estado sozinho não tem capacidade de fazer tudo. Só o trevo da Caravela e Santa Marta custa R$ 150 milhões – o que era, até pouco tempo, todo o orçamento anual do Daer. Com a concessão, teremos mais de R$ 5 bilhões em obras nos primeiros dez anos”, explicou. Ele ainda enfatizou que o novo modelo de pedágio free flow permitirá cobrança proporcional ao trecho percorrido. O governador também mencionou que, somente em Passo Fundo, os investimentos em saúde somam R$ 47 milhões, sendo R$ 13 milhões no Hospital de Clínicas, onde mais tarde fará a inauguração dos novos espaços de diálise e da UTI pediátrica. Na educação, destacou a ampliação do Ensino Médio em Tempo Integral, que passará de 1% para 50% das escolas estaduais até 2026, e os programas de formação de engenheiros e professores em parceria com universidades gaúchas. Em painel que antecedeu à fala do governador, com participação do presidente da Cooperativa Tritícola Mista de Não-Me-Toque (Cotrijal), Nei Manica, e mediação da prefeita de Marau, Naura Bordignon, o vice-presidente do Transforma RS, Anderson Cardoso, destacou a liderança do governo Leite para retomar o desenvolvimento do RS. “Se podemos hoje estar aqui falando em competitividade, isso se deve à sua liderança, governador, nas medidas de retomada do equilíbrio fiscal do Estado. As maiores reformas de ajuste do Brasil foram feitas aqui no Rio Grande do Sul, no seu governo. É isso que nos permite hoje discutir ações estratégicas como a concessão do bloco 2”, pontuou. Manica também ressaltou a coragem do governador para encaminhar medidas necessárias de retorno econômico para o RS, especialmente na direção de qualificação dos modais rodoviário, com a concessão do bloco 2, e hidroviário. “Tem muita gente de plantão que não pensa no futuro do Rio Grande, que fica fazendo narrativa e pensando só no momento. Nosso vizinho Paraná tem 40% de rodovias concedidas para viabilizar duplicação, enquanto o RS tem 4%. E tem gente que levanta bandeira contra o bloco 2. Temos que enfrentar essa lei do atraso”, afirmou. Leite encerrou sua participação no evento com uma mensagem de confiança no futuro do Rio Grande do Sul, destacando a importância de manter a continuidade dos avanços. “O que mais me preocupa são aqueles que fazem agora discursos de que nada presta, de que nada foi feito. Se não forem capazes de reconhecer a evolução dessa jornada, também não serão capazes de manter o que foi bem encaminhado e nem de corrigir o que precisa melhorar. Não podemos cair em delírios ou promessas vãs. Temos que manter o passo firme nas transformações que estão mudando a realidade do nosso Estado”, destacou. O Fórum de Competitividade é promovido pelo Transforma RS e pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com apoio do Instituto Aliança Empresarial e do Comitê das Entidades Empresariais de Passo Fundo. O evento reuniu empresários, gestores públicos e lideranças regionais para debaterem caminhos de crescimento e de sustentabilidade para o norte gaúcho. A programação incluiu painéis temáticos sobre reconstrução, desenvolvimento social e logística, com a presença de dirigentes de entidades do setor produtivo. Também participaram o prefeito de Passo Fundo, Pedro Almeida, e os secretários estaduais da Reconstrução Gaúcha, Pedro Capeluppi, e de Desenvolvimento Econômico, Ernani Polo.
Presidente do Conselho Consultivo da ABPA, Francisco Turra, é homenageado em evento da Avimig

O ex-ministro da Agricultura e atual presidente do Conselho Consultivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, foi homenageado na tarde desta quarta-feira (25) durante comemoração aos 70 anos da Associação dos Avicultores de Minas Gerais (Avimig). A cerimônia ocorreu durante o Avicultor Mais 2025, um dos eventos mais renomados do Brasil, que reúne produtores, agroindústrias e fornecedores de várias partes do país em Belo Horizonte, Minas Gerais. No ano em que a Associação celebra sete décadas de história, o reconhecimento destaca a trajetória da entidade e homenageia as personalidades que contribuíram — e continuam contribuindo — para o desenvolvimento e fortalecimento da avicultura no Brasil, especialmente no estado mineiro. “Minas Gerais tem uma força produtiva admirável e uma avicultura que orgulha o Brasil. Tenho o maior respeito por tudo que foi construído aqui. Acredito que o desenvolvimento da avicultura brasileira só é possível com união, trabalho coletivo e visão de futuro — tudo que a Avimig representa”, destaca Turra. A homenagem foi entregue pelo presidente do Conselho Diretor Avimig, Antônio Carlos Costa. Durante o evento, cada homenageado recebeu uma placa comemorativa.
