ELEIÇÕES 2026: Propaganda eleitoral “gratuita e obrigatória” inicia dia 28/08 no rádio e tv

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (TRE-RS) definiu, o tempo e a ordem de veiculação da propaganda eleitoral gratuita dos candidatos e candidatas do estado nas eleições deste ano. A propaganda no rádio e na televisão começa nesta sexta-feira (28) e será transmitida até 1º de outubro. Das sete candidaturas registradas ao governo do Rio Grande do Sul, quatro terão espaço nos blocos de propaganda eleitoral gratuita, que somam nove minutos diários. A divisão entre as candidaturas com direito à propaganda considera a representação dos partidos e federações na Câmara dos Deputados. Na estreia, Luciano Zucco (PL) será o primeiro candidato a aparecer e terá o maior tempo de propaganda, com 4 minutos e 24 segundos. Na sequência, aparece Juliana Brizola (PDT), com 2 minutos e 21 segundos. Marcelo Maranata (PSDB) terá 30 segundos, enquanto Gabriel Souza (MDB) contará com 1 minuto e 44 segundos. Nos demais dias, a ordem seguirá um sistema de rodízio. A ordem de veiculação da propaganda em rede e a sequência das inserções foram definidas por sorteio realizado durante reunião entre a Secretaria Judiciária do TRE-RS e representantes dos partidos políticos e das emissoras de rádio e televisão. Cesar Pontes (PCO), Priscila Voigt (UP) e Rejane de Oliveira (PSTU) não terão tempo no rádio e na televisão porque os partidos não atingiram a cláusula de desempenho exigida pela legislação eleitoral. Confira o tempo das candidaturas ao governo do RS: Luciano Zucco (PL): 4 minutos e 24 segundos Juliana Brizola (PDT): 2 minutos e 21 segundos Gabriel Souza (MDB): 1 minuto e 44 segundos Marcelo Maranata (PSDB): 30 segundos Horário da propaganda As propagandas serão veiculadas em dois blocos de 25 minutos, de segunda-feira a sábado. Às segundas, quartas e sextas-feiras, serão transmitidas as propagandas de candidatos ao Senado, deputado estadual e governo do estado, nesta ordem. Nas terças, quintas e sábados, será a vez dos candidatos à Presidência da República e à Câmara dos Deputados. No rádio, os blocos serão transmitidos das 7h às 7h25 e das 12h às 12h25. Na televisão, a propaganda será exibida das 13h às 13h25 e das 20h30 às 20h55. Além dos blocos de propaganda em rede, os partidos e candidaturas também terão direito a inserções durante a programação regular das emissoras. Serão 70 minutos diários destinados às inserções, distribuídos entre os cargos em disputa. No caso dos candidatos ao governo do Rio Grande do Sul, serão 28 inserções de 30 segundos por dia. Na estreia, Luciano Zucco terá 14 inserções; Juliana Brizola, sete; Gabriel Souza, cinco; e Marcelo Maranata, duas. A quantidade pode variar nos demais dias. Candidatos ao Senado Das 13 candidaturas registradas ao Senado pelo Rio Grande do Sul, oito terão acesso aos sete minutos diários de propaganda. Daniela Mulheres Socialistas (PSTU), Regis Ethur (PSTU), Luciano do MLB (UP), Tania Peres (UP) e Ric Jones (PCO) ficam sem tempo no rádio e na televisão. Na estreia, Manuela D’Ávila (Psol) e Paulo Pimenta (PT) abrirão a programação, com 1 minuto e 49 segundos para dividir. Na sequência, Marcel van Hattem (Novo) e Ubiratan Sanderson (PL) terão 3 minutos e 25 segundos para dividir. Renato Jaguarão (Cidadania) e Milton Cardoso (PSDB) contarão com 23 segundos. Fechando a programação, Germano Rigotto (MDB) e Frederico Antunes (PSD) terão 1 minuto e 20 segundos.
POLÍCIA: DP de Vila Maria realiza prisão por Maria da Penha

Na manhã desta segunda-feira (24/08), a Delegacia de Polícia Civil de Vila Maria 6°DPR registrou uma ocorrência de Maria da Penha. Depois de todos os trâmites legais e após o processo ser distribuído a Vara Judicial, o agressor de 42 anos ao ser notificado das medidas protetivas ratificou ao Oficial de Justiça que realmente iria matar a ex companheira e que iria terminar com isso. Diante desta afirmação foi expedido Mandado de Prisão Preventiva, e o Comissário Ivan Bernardi iniciou as buscas ao indivíduo, que já tinha em seu desfavor outras ocorrências pelo mesmo motivo, o qual foi localizado e preso por volta das 12 horas desta terça-feira, dia 25/08, na cidade de Marau, na Rua Estilac Leal próximo a caixa d’água da Corsan. Depois do cumprimento do Mandado de Prisão Preventiva pela DP de Vila Maria, o preso foi recolhido ao sistema prisional de Passo Fundo.
BRASIL: Justiça anula regra que permitia dentistas a fazer harmonização facial

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) anulou uma resolução do Conselho Federal de Odontologia (CFO) que, desde 2019, reconhecia a harmonização orofacial como especialidade da Odontologia. A norma permitia procedimentos como aplicação de toxina botulínica, preenchimentos, laser, estímulo de colágeno, intradermoterapia e lipoplastia facial. A decisão atendeu a um recurso do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). Para o tribunal, o CFO ultrapassou seus limites ao ampliar, por meio de uma resolução, as atribuições dos dentistas. Segundo o entendimento, cabe à legislação federal definir quais procedimentos cada profissão pode realizar. A resolução perde a validade após a publicação do acórdão, mas a decisão ainda pode ser contestada. O CFO afirmou que vai recorrer e disse que, por enquanto, não há mudança nas atribuições dos cirurgiões-dentistas.
EDUCAÇÃO: 6 em cada 10 estudantes concluem ensino médio sem aprendizado básico

Um levantamento do Todos Pela Educação, com base nos resultados do Saeb, (Sistema de Avaliação da Educação Básica) mostra que, apesar dos avanços registrados nos últimos 20 anos, a aprendizagem dos estudantes brasileiros ainda está abaixo do esperado, especialmente nos anos finais da educação básica. No 3º ano do ensino médio, apenas 35,2% dos alunos atingem o nível adequado em Língua Portuguesa. Em Matemática, o cenário é ainda mais preocupante: somente 8,5% chegam ao nível considerado adequado. Ou seja, cerca de 6 em cada 10 estudantes concluem o ensino médio abaixo do nível básico de aprendizagem. Os números também revelam uma evolução desigual ao longo da trajetória escolar. No 5º ano, por exemplo, 60,7% dos alunos alcançam o nível adequado em Português e 50,6% em Matemática. Já no 9º ano, os índices caem para 38,3% e 18,8%, respectivamente. O levantamento aponta ainda diferenças significativas entre os estados e reforça o desafio de melhorar a aprendizagem, principalmente em Matemática, e reduzir as desigualdades na educação básica brasileira.
BRASIL: Quase 70% das despesas do governo federal crescem acima do limite estipulado

Não é só você que está com dificuldade para economizar. Cerca de 70% das despesas do governo federal que estão dentro do arcabouço fiscal estão crescendo acima do teto estipulado em 2026. O que é o arcabouço fiscal? Aprovado em 2023, ele é um conjunto de regras que busca evitar que o governo gaste mais do que arrecada. Pense que ele é como aquela tabela do excel que você usa para não estourar o cartão. Para especialistas, esse mecanismo é importante porque ajuda a controlar a inflação, os juros e aumenta a confiança de investidores no Estado. Entre as despesas com crescimento real acima do estipulado, 2,5%, estão o Pé-de-Meia (903%) e o Auxílio Gás dos Brasileiros (25%).(Imagem: Estado de S. Paulo) Olhando de perto… O problema é estrutural: Além dos gastos que o governo escolhe ter, como em infraestrutura, um dos principais desafios fiscais está nas despesas obrigatórias que o Estado possui, como na educação. Na prática, é como se a lei obrigasse o governo a gastar R$ 100 com educação, mas esse valor já representasse boa parte do total de despesas liberadas dentro do arcabouço. Essas despesas obrigatórias ocupam boa parte dos gastos que o governo pode ter e “sufocam” o arcabouço. Para o TCU, o aumento de gastos do governo federal é um dos principais fatores para a alta taxa de juros no Brasil. O desafio não é de agora… Durante o mandato de Jair Bolsonaro, que enfrentou uma pandemia, o teto de gastos foi estourado mais de uma vez. Ao todo, o rombo estimado foi de R$ 795 bilhões no período.
PECs do fim da escala 6×1 e da segurança pública chegam à CCJ do Senado

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, despachou na tarde desta sexta-feira (21) para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) duas propostas de emenda à Constituição (PECs): a que trata do fim da escala 6×1 (PEC 221/2019) e a PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025). No último dia 14, Davi já havia apontado as duas matérias entre as prioridades da pauta do Senado. Na CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 terá como relator o senador Omar Aziz (PSD-AM). Já a PEC da Segurança Pública terá o senador Rogério Carvalho (PT-SE) na relatoria. Fim da 6×1 A PEC do fim da escala 6×1 foi aprovada na Câmara dos Deputados em 27 de maio. O texto tem o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) como primeiro signatário. A proposta altera a Constituição para reduzir a carga horária máxima de trabalho para 40 horas semanais. A PEC também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem diminuição de salário. A mudança será aplicada progressivamente e inclui exceções para trabalhadores com regimes diferenciados e para aqueles com salários mais elevados e diploma de nível superior. Prazos A PEC prevê que 60 dias após a promulgação da nova emenda constitucional, a jornada semanal no país passará para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana – um deles, preferencialmente, no domingo. Depois de 12 meses, a nova carga máxima de trabalho por semana será definitivamente de 40 horas. O texto aprovado preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para regimes diferenciados, como a escala 12×36 (12 horas trabalhadas por 36 horas de descanso) atividades essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana. Além disso, estabelece que lei futura poderá definir regras especiais, nesses casos, para a jornada de trabalho e os dias de folga. Segurança A PEC 18/2025, aprovada na Câmara dos Deputados no dia 4 de março, reorganiza o sistema de segurança pública no país. A proposta redefine as fontes de financiamento do setor, incluindo a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas aos fundos nacionais de segurança pública e do sistema penitenciário. A proposta assegura como competência comum a todos os órgãos de segurança pública encaminhar, por meio de sistema eletrônico integrado, o registro das infrações penais de menor potencial ofensivo diretamente ao Judiciário. Regras de cooperação e compartilhamento de informações também estão entre os pontos tratados na PEC, que é de iniciativa do Executivo. Quórum Se aprovadas na CCJ, as PECs ainda precisam ser confirmadas no Plenário, onde precisam conquistar o apoio de três quintos dos senadores — o equivalente a 49 votos, no mínimo, em dois turnos. Depois de aprovada, a emenda é promulgada em sessão solene do Congresso Nacional. Fonte: Agência Senado
Quem disputa o Senado em 2026: veja perfil, partidos e distribuição pelo país

As eleições de 2026 têm 314 pessoas na disputa pelas 54 vagas do Senado, média de 5,8 candidatos por cadeira. A maior parte dos concorrentes é formada por homens, brancos, casados, com ensino superior completo e com pelo menos 50 anos de idade, de acordo com levantamento feito a partir dos dados de candidaturas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A eleição deste ano renovará dois terços das 81 cadeiras do Senado, duas por estado e pelo Distrito Federal. O cenário permite uma comparação direta com 2018, última eleição em que também estavam em disputa 54 vagas. Naquele ano, eram 352 concorrentes, ou 6,5 por cadeira. O total de candidaturas caiu, portanto, 10,8% em oito anos. Os números de candidaturas apresentados aqui são os registradas no TSE até o fechamento da edição. Eles podem sofrer mudanças até outubro, mas sem maiores impactos no quadro geral. Mulheres são 22% do total Dos 314 concorrentes ao Senado, 245 são homens, ou 78%, e 69 são mulheres, 22%. A presença feminina é maior do que a registrada em 2018. No levantamento feito naquele ano, mulheres representavam 17,3% das candidaturas. A participação cresceu 4,7 pontos percentuais no período, embora tenha permanecido praticamente estável em relação a 2022, quando estava em torno de 22,5%. A maioria dos candidatos de 2026 se declara branca: são 191, ou 60,8%. Outros 89 se declaram pardos, 28 pretos, quatro indígenas e dois amarelos. Somadas, as candidaturas de pessoas que se declaram pretas ou pardas chegam a 117, o equivalente a 37,3% do total. Em 2018, as duas categorias representavam juntas 33,5% dos candidatos. Já a participação de brancos caiu de 65,6% para 60,8%. Dois em cada três têm pelo menos 50 anos A idade também caracteriza a disputa deste ano. São 205 candidatos com 50 anos ou mais, equivalentes a 65,3% do total. A idade mediana é de 56 anos e a média, de 55,5. O maior grupo individual está na faixa dos 40 aos 49 anos, com 86 candidatos. Há 85 entre 50 e 59, 84 entre 60 e 69, 33 entre 70 e 79 e três com 80 anos ou mais. Outros 23 têm entre 35 e 39 anos. Ensino superior é regra para quase 80% Quase quatro de cada cinco candidatos ao Senado têm ensino superior completo. São 248, ou 79% do total. Outros 21, ou 6,7%, informaram ensino superior incompleto. O ensino médio completo foi declarado por 36 concorrentes, 11,5%. Há cinco candidatos com ensino médio incompleto, dois com ensino fundamental completo, um com fundamental incompleto e um que informou saber ler e escrever. A parcela de candidatos com diploma superior permanece próxima à observada em 2022, quando correspondia a 80,4% do total. Quanto ao estado civil, 194 candidatos são casados, ou 61,8%. Há 72 solteiros, 41 divorciados, quatro viúvos e três separados judicialmente. Advogados lideram entre as ocupações declaradas Advogado é a ocupação mais frequente citada entre os candidatos ao Senado: 36 concorrentes, ou 11,5% do total. Em seguida aparecem 29 deputados, 27 empresários, 20 senadores, 16 médicos e 15 engenheiros. Dos 32 senadores em exercício identificados entre os candidatos, 12 optaram por registrar outras ocupações, como advogado, empresário, jornalista, administrador, agricultor e professor. Em 2018, levantamento da Agência Senado 30 candidatos se identificaram como senadores entre as pessoas que buscavam a eleição para o cargo naquele ano. Há oito anos, quando houve a renovação de 2/3 da Casa, 32 senadores em fim de mandato também tentaram a reeleição. Partido Liberal tem o maior número de candidatos As 314 candidaturas estão distribuídas entre 29 partidos. O Partido Liberal (PL) tem o maior número, com 33 candidatos, e a maior presença nacional, com concorrentes em 25 das 27 unidades da Federação. Na sequência aparecem Unidade Popular (UP), com 23 candidatos; Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), com 21; Movimento Democrático Brasileiro (MDB) e Partido dos Trabalhadores (PT), com 19 candidatos cada; Democracia Cristã (DC), com 18; Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), com 17; e Partido Social Democrático (PSD), com 15. Novo e Partido da Causa Operária (PCO) têm 14 candidatos cada. O TSE registra atualmente 30 partidos políticos no país. Entre eles, apenas o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) não apresenta candidato próprio ao Senado na base analisada. O partido integra a Federação Brasil da Esperança, ao lado de PT e Partido Verde (PV). Piauí tem dez candidatos por vaga O número de candidatos varia de sete a 20 entre as cadeiras em cada estado e no Distrito Federal. O Piauí tem a maior disputa em números absolutos e relativos: são 20 candidatos para duas cadeiras, ou seja, dez por vaga. Depois aparecem Minas Gerais, com 17 candidatos, ou 8,5 por vaga; Rio de Janeiro, com 16, ou oito por vaga; e São Paulo, com 15, ou 7,5 por vaga. Alagoas registra o menor número, com sete concorrentes para duas vagas, ou 3,5 por cadeira. Quando os dados são agrupados por região e ajustados pelo número de vagas, o Sudeste tem a maior relação de candidatos por cadeira: 59 concorrentes para oito vagas, média de 7,4. No Nordeste, são 103 candidatos para 18 vagas; no Norte, 73 para 14; no Centro-Oeste, 44 para oito; e no Sul, 35 para seis. A base mostra ainda que 210 candidatos, 66,9% do total, nasceram na mesma unidade da Federação em que disputam a eleição. Os outros 104, ou 33,1%, nasceram em outro estado. A informação se refere apenas ao local de nascimento e não indica residência atual nem local de desenvolvimento da carreira política. Fonte: Agência Senado
Vila Maria: Dia “D” de Multivacinação foi um sucesso

Os números ainda estão sendo contabilizados mas o saldo é positivo. De acordo com a Técnica em Enfermagem de Vila Maria, Sidônia Zabot, a procura por vacinas no sábado, dia 22 de agosto superou as expectativas. O Dia “D” da Multivacinação, contou com uma programação especial voltada à atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. A ação que ocorreu durante todo o sábado, contou com apresentação dos alunos do Karatê Shobu-Kan de Vila Maria, além de algodão-doce, distribuição de brindes e sorteio de duas camisetas oficiais do Karatê de Vila Maria e muitos mais. A campanha segue até o dia 1º de setembro. A sala de vacinas fica aberta de segunda a sexta-feira, das 07h30min ás 11h e das 13h ás 16h30min.
Cuidados na pós-colheita ajudam a preservar a qualidade dos grãos

Durante a 49ª Expointer, realizada de 29 de agosto a 6 de setembro, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, serão apresentadas tecnologias e práticas que podem auxiliar as famílias produtoras nos processos de secagem e armazenagem de grãos, diminuindo perdas, otimizando o uso de energia e diminuindo as emissões de gases de efeito estufa. Cada etapa, da colheita ao armazenamento, influencia a qualidade e o aproveitamento dos cereais produzidos nas propriedades rurais. Sensores capazes de acompanhar temperatura e umidade, que permitem identificar alterações no ambiente dos silos e tomar decisões antes que problemas comprometam a qualidade do produto, farão parte das demonstrações. Assim como o controle automatizado de sistemas de aeração e secagem, que possibilita utilizar os equipamentos somente quando necessário, evitando consumo excessivo de energia e combustível. Além da tecnologia, o manejo adequado continua sendo fundamental para preservar a produção. A regulagem das máquinas durante a colheita, o acompanhamento das perdas no campo, a correta determinação da umidade dos grãos e os cuidados com limpeza, classificação e armazenamento são medidas que ajudam a reduzir desperdícios e manter a qualidade do produto e serão temas tratados ao longo do evento. De acordo com o extensionista rural Rodrigo Sasso, a adoção de soluções adaptadas à realidade das pequenas propriedades é um dos caminhos para proporcionar autonomia às famílias no pós-colheita. “O modelo de silo secador que é apresentado garante para a pequena propriedade a possibilidade de secar e armazenar esse grão na propriedade. É uma construção simples, feita de alvenaria, com capacidade a partir de 500 até 3 mil sacos, que possui um sistema de aeração e permite que o fluxo de ar seque os grãos de forma natural”, explica. A eficiência no pós-colheita também está relacionada à sustentabilidade da produção. Processos de secagem mais precisos podem reduzir o consumo de energia e combustíveis, enquanto a diminuição das perdas evita que recursos utilizados na produção sejam desperdiçados. Dessa forma, o cuidado com os grãos após a colheita contribui não apenas para a conservação da qualidade e da renda, mas também para a redução dos impactos ambientais da atividade. Segundo o extensionista rural, manter o grão na propriedade também representa uma estratégia de sustentabilidade e segurança para as famílias, ao possibilitar a formação de reservas econômicas, energéticas e alimentares. Texto: Ascom Emater/RS-Ascar Edição: Secom Crédito da foto: Divulgação Emater/RS-Ascar
BRASIL: O primeiro debate presidencial começa de um novo jeito

O Brasil tem que ser estudado. Nem os melhores roteiros de Hollywood poderiam prever o que aconteceu ontem. De início, a Band promoveria seu tradicional debate presidencial, mas sem Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo). Acontece que, ao mesmo tempo que os jornalistas da emissora bandeirante faziam perguntas ao “Time B” dos presidenciáveis… A Record escolheu o mesmo horário para transmitir uma entrevista gravada com o atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva e; Pablo Marçal, que tem mais seguidores que as duas emissoras somadas, fez uma transmissão ao vivo em seu Instagram e YouTube. O que poucos enxergam: Com as redes sociais, a lógica muda e é como se cada candidato tivesse sua própria “emissora” nas mãos. O debate — ou um podcast — vira meramente uma oportunidade para gerar cortes em redes sociais. De 20:00 às 21:30, os três participantes postaram 8 cortes em suas redes sociais, sendo 5 de Renan, 2 de Caiado e 1 de Augusto Cury. Sem Lula e Flávio, que juntos somam 72% das intenções de voto, a audiência é pífia. Nenhum dos candidatos que participaram do debate tem mais de 5% nas pesquisas. O que importa saber aqui: Pela primeira vez, desde a redemocratização, nenhum dos dois candidatos líderes nas pesquisas esteve presente. Repetindo, foi a primeira vez que isso aconteceu — Lula quem se recusou a ir primeiro e gerou o dominó. Curiosidade: No 1º bloco do debate, enquanto a partida entre São Paulo e Chapecoense estava ao vivo na CazeTV, o futebol tinha 1M de espectadores simultâneos contra ~325k no YouTube da Band.
Trigo mantém potencial produtivo satisfatório no RS apesar das condições meteorológicas

As lavouras de trigo apresentam desenvolvimento regular no Rio Grande do Sul, parcialmente prejudicado pelo excesso de precipitações, pela persistência de nebulosidade e pela baixa disponibilidade de radiação solar. Apesar das limitações meteorológicas, o potencial produtivo permanece, em geral, satisfatório. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta sexta-feira (21/08), essas condições reduziram a taxa de crescimento e retardaram a progressão fenológica em parte das lavouras. Como consequência, observam-se plantas de menor porte, coloração verde-pálida e, nos ambientes mais úmidos, amarelecimento das folhas inferiores. Também se observa a formação de colmos mais delgados, levando ao menor acúmulo de biomassa. Em termos fenológicos, predominam lavouras em desenvolvimento vegetativo, que representam 82% da área. As parcelas implantadas mais precocemente avançam para a floração, com 14%, e para o enchimento de grãos, com 4%. O prolongado período de molhamento foliar e a elevada umidade têm aumentado a pressão de doenças – especialmente oídio, manchas foliares e ferrugens. Nas áreas em floração, a elevada umidade do solo vem restringindo o trânsito de máquinas e reduzindo as janelas para a aplicação de fungicidas. A área projetada para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média, de 2.701 quilos por hectare. Canola As lavouras de canola apresentam estabelecimento e desenvolvimento adequados. Predominam as fases de florescimento, formação de síliquas e enchimento de grãos. A estrutura reprodutiva demonstra, em geral, elevada emissão floral e bom potencial de formação de síliquas. Porém, em algumas áreas, é observada redução no desenvolvimento dessas estruturas e no número de sementes por síliqua. O excesso de precipitações, a persistência de elevada umidade e a baixa luminosidade também interferiram no desempenho das parcelas mais tardias e aumentaram a preocupação com a polinização e a condição física do solo. Em termos fitossanitários, foram identificados focos localizados de traça-das-crucíferas, com danos às síliquas, além da necessidade de monitoramento para as doenças canela-preta e mofo-branco. Apesar de as condições meteorológicas terem imposto restrições ao acesso às lavouras e à realização de tratamentos, o quadro sanitário está, em geral, favorável, e o potencial produtivo permanece positivo. Carinata Os cultivos de carinata apresentam evolução fenológica concentrada nos estádios reprodutivos, acompanhando o padrão observado para outras brássicas de inverno. A maior parte das áreas se encontra em florescimento ou enchimento de grãos, com desenvolvimento considerado satisfatório e sem registro de problemas fitossanitários expressivos nas áreas. A condição meteorológica de elevada umidade exigiu atenção dos produtores à evolução das estruturas reprodutivas. Porém, até o momento, não alterou de forma significativa o potencial produtivo. Aveia-branca As lavouras de aveia-branca apresentam desenvolvimento variável entre as regiões do Estado, mas ainda predomina o estágio final da fase vegetativa. Como resultado da elevada umidade no ambiente e das temperaturas amenas, observou-se o aumento da incidência de doenças, especialmente ferrugens, manchas foliares e giberela, exigindo maior monitoramento e controle. Embora algumas áreas mantenham bom desenvolvimento e sanidade, há registros de queda no potencial produtivo devido à maior incidência de doenças e à elevada umidade em alguns cultivos. Cevada As lavouras de cevada apresentam padrão satisfatório. Entretanto, houve redução no ritmo de desenvolvimento devido à baixa luminosidade e à recorrência de chuvas. Observa-se amarelecimento das folhas basais em parte das áreas, mesmo sem elevada incidência de doenças até o momento. Há preocupação dos produtores com a evolução da cultura para os estádios reprodutivos sob elevada umidade, pois se eleva o risco de doenças fúngicas, especialmente de giberela, cuja infecção ocorre durante o florescimento. A recorrência das precipitações tem reduzido as janelas para a realização dos tratamentos preventivos, que precisam ser efetuados antes da infecção pelo patógeno. Texto: Ascom Emater/RS-Ascar Edição: Secom Legenda: Trigo mantém desenvolvimento regular apesar das condições meteorológicas Foto: Deise Froelich – Divulgação Emater/RS-Ascar
BRASIL: Novas informações sobre o caso do Lulinha

Segundo a Veja, a PF apontou que um grupo formado pelo filho do presidente Lula (o Lulinha), a lobista Roberta Luchsinger, o empresário Fernando Bittar, Marcola e o “Careca do INSS” teriam atuado para facilitar negócios com órgãos do governo federal. Para as autoridades, seriam nítidos os sinais de tráfico de influência — quando alguém usa a proximidade ou o prestígio que tem junto a um agente público para obter vantagens indevidas em troca. Entre os materiais analisados estão mensagens em que Roberta diz que ela foi uma “das poucas pessoas que o Lula chamou” e perguntou onde ela gostaria de atuar. Na sequência, ela diz que está feliz onde está, com a sociedade com Fábio — primeiro nome de Lulinha. Ela ainda afirmou que “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo precisa.” (Imagem: Veja) Além disso, foi revelada uma minuta de contrato enviada por Luchsinger para Marcola. O documento previa que a venda de medicamentos à base de canabidiol ao Ministério da Saúde poderia render até R$ 626 milhões. Em meio ao desdobramento do caso, a PGR teria pedido que um dos inquéritos contra Lulinha, relacionado à venda de cannabis, não fosse julgado pelo STF, mas sim enviado para a primeira instância. Isso porque não há autoridades com foro privilegiado envolvidas no caso. A tendência do ministro André Mendonça é negar o pedido. O tema virou pauta no PlanaltoNesta semana, Lula teve uma reunião com Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Lulinha. O objetivo foi tratar da campanha presidencial, já que ele é um dos coordenadores de sua campanha em São Paulo. O presidente teria dito que seu filho deve estar à disposição da Justiça e que a investigação não deve ser arquivada. Apesar disso, o advogado estaria planejando o arquivamento do caso.
MUNDO: Um giro pelas principais manchetes desta sexta (21/08)

De volta para casa.Depois de cerca de 6 anos desde o rompimento do príncipe Harry e sua esposa Meghan com a família real, a dupla parece estar voltando a morar na Inglaterra. Segundo a imprensa, os dois filhos do casal já estão matriculados em uma escola britânica. Nova ofensiva. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, disse que os EUA irão impor as sanções mais duras da história ao Irã — o que poderia diminuir a necessidade de futuras operações militares. O país do Oriente Médio considerou as medidas como “terrorismo econômico”. Ainda eles… Os EUA também anunciaram novas rodadas de sanções contra Cuba. A operação mira nove entidades e três pessoas acusadas de atividades consideradas prejudiciais aos interesses americanos, entre eles o Ministério de Construção de Cuba. Mísseis voando. Enquanto os EUA e Coreia do Sul faziam exercícios militares, a Coreia do Norte lançou 11 mísseis balísticos de curto alcance em direção ao mar e ordenou prontidão às suas Forças Armadas. O movimento acontece depois de Trump afirmar que deseja retomar as negociações diplomáticas com Kim Jong-un. Ataque russo. A Rússia lançou ataques com mísseis contra Kiev, capital da Ucrânia, matando pelo menos 16 pessoas e ferindo 33. A ofensiva aconteceu um dia depois do parlamento ucraniano ter confirmado um novo Ministro da Defesa.
Brigada Militar prende em Gentil suspeito de tentativa de feminicídio ocorrida em Marau

Na noite da quinta-feira, dia 20 de agosto, a Brigada Militar, por meio do 3º RPMon/3º Esquadrão, prendeu, na Comunidade de São Caetano, em Gentil, um homem de 55 anos com mandado de prisão expedido em decorrência da tentativa de feminicídio registrada no dia 18 de agosto, em Marau. Após tomar conhecimento da ordem judicial, uma equipe da ROCAM de Marau iniciou diligências ainda por volta das 8h, levantando informações que permitiram identificar o provável paradeiro do suspeito. No endereço apurado, familiares informaram que ele estaria escondido em uma área de mata, onde teria passado a noite. Durante as buscas, os policiais chegaram a visualizar o homem atravessando uma estrada e entrando novamente no matagal. As equipes permaneceram realizando diligências ao longo de todo o dia. Por volta das 18h45min, o suspeito foi novamente visualizado nas proximidades de uma residência, deslocando-se em direção à área de mata. Nesse momento, a ROCAM, com apoio da guarnição do GPM de Gentil, realizou a aproximação e efetuou a abordagem. O homem recebeu voz de prisão em cumprimento ao mandado judicial, sendo posteriormente encaminhado para exame de corpo de delito e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Marau, onde foram adotadas as providências legais. Durante a ação, também foram apreendidas duas carabinas de pressão, uma luneta e uma maleta destinada ao acondicionamento de arma longa. A prisão encerrou uma operação de buscas que se estendeu por aproximadamente dez horas, destacando a atuação persistente e integrada das guarnições da Brigada Militar na localização e captura do suspeito. Fonte: BM
Setor financeiro enfrentou alta de quase 10% nas tentativas de fraude no 1º semestre

O setor financeiro enfrentou 1.747.373 tentativas de fraude de identidade durante o primeiro semestre de 2026, crescimento de 9,5% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Os dados são das soluções de prevenção à fraude da Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, e representam uma investida a cada nove segundos em processos de entrada e cadastro de clientes. Em números absolutos, foram 151.869 ocorrências a mais do que nos seis primeiros meses de 2025. O avanço reforça a pressão dos fraudadores sobre um setor que reúne produtos diretamente ligados à movimentação de dinheiro, contratação de crédito e aceitação de pagamentos. O impacto financeiro potencial cresceu em ritmo ainda mais acelerado. O valor salvo pelas tecnologias antifraude quase dobrou em apenas um ano, passando de R$ 51,3 milhões para R$ 100,4 milhões, alta de 95,8%. O total representa aproximadamente mais de meio milhão de reais protegidos diariamente. Enquanto os fraudadores continuam ampliando a quantidade de ataques, as tentativas bloqueadas passaram a mirar transações de maior valor. “Os números sugerem que os criminosos não estão apenas tentando mais vezes, mas mirando oportunidades com potencial de retorno financeiro maior. Uma identidade fraudulenta aprovada na entrada pode ser usada para abrir contas, solicitar cartões, contratar empréstimos ou habilitar serviços de pagamento”, afirma o Diretor de Autenticação e Prevenção a Fraude da Serasa Experian, Leandro Bartolassi. “Por isso, barrar a fraude logo no início da jornada é fundamental para impedir que o risco avance e se transforme em perdas para empresas e consumidores”, completa. Para a datatech, a etapa de cadastro e validação de identidade exige atenção especial porque a aprovação de uma identidade falsa ou o uso indevido de dados de terceiros pode permitir que o fraudador avance para diferentes produtos e operações dentro da mesma instituição. Financeiras têm a maior alta proporcional As “Financeiras”, empresas voltadas à oferta de crédito, empréstimos e financiamentos, registraram o maior crescimento percentual entre os segmentos analisados. As tentativas ultrapassaram 50 mil no 1º semestre deste ano, com aumento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025. O valor salvo nessas operações também apresentou a maior variação proporcional. O montante mais que dobrou, saindo de R$ 1,9 milhão para R$ 4,2 milhões. Em volume total de ocorrências, as empresas de “Meios de Pagamento”, que viabilizam a aceitação e o processamento de pagamentos no comércio, inclusive por meio das maquininhas de cartão e de outros canais digitais, continuaram liderando o ranking do setor financeiro. Foram 1.219.793 tentativas de fraude no primeiro semestre de 2026, crescimento de 11,9% em relação às investidas registradas no mesmo período do ano anterior. O segmento concentrou sete em cada dez ocorrências identificadas no setor financeiro, respondendo por 86% das novas ocorrências registradas entre os dois períodos. “Não existe uma única tecnologia capaz de interromper todos os tipos de fraude. A proteção precisa combinar análise cadastral, validação de documentos, biometria, inteligência de dispositivos e avaliação de comportamento. Essa atuação em camadas permite identificar inconsistências antes da aprovação, sem transformar segurança em uma barreira para o cliente legítimo”, conclui Bartolassi. Metodologia O levantamento considera o recorte de Onboarding/Cadastro do Mapa da Fraude da Serasa Experian, com base nas tentativas de fraude de identidade identificadas pela datatech no 1º semestre de 2026.
ECONOMIA: As recuperações judicais viraram uma tendência global

Nos últimos dias, duas gigantes do varejo, Casas Bahia e Marabraz, entraram em recuperação judicial. Esse movimento não é algo pontual, mas o espelho de como está o setor — é só se lembrar da situação do Grupo Pão de Açúcar, Lojas Americanas e Dia. Olhando os números… A quantidade de empresas do varejo brasileiro em recuperação judicial cresceu 20,4% em 12 meses e chegou a 986 no primeiro semestre deste ano. O que está por trás? Além da Selic em 14% tornar os empréstimos mais caros, a dificuldade de conseguir crédito aperta as empresas. Pense que ninguém quer emprestar dinheiro para alguém que pode pedir recuperação judicial no dia seguinte. Isso importa porque ter acesso a empréstimos nesse setor é fundamental. Sem eles, a dificuldade financeira logo se transforma em falta de estoque e, consequentemente, menos vendas. Um exemplo marcante dessa tendência foram as ações da Magazine Luiza. Em meio ao crescimento dos juros, a empresa sofreu com a inflação e a competitividade crescente. O resultado dessa combinação foi uma queda de quase 100% nos preços das ações entre o pico até agora. O sufoco não é só por aqui… Segundo a S&P Global, nos EUA, o primeiro semestre de 2026 já teve 372 pedidos de RJ de grandes empresas em todos os setores — o maior número desde 2010. Na União Europeia, o Banco Nacional Europeu aponta que as falências corporativas subiram 5,7% no segundo trimestre.
Eleição: homem, branco e empresário é perfil majoritário de candidatos

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou 20.530 pedidos de registro de candidatura para as eleições deste ano – 8.732 a menos do que no pleito de 2022. Do total de pedidos de registro de candidatura, 13.374 ou 65% são de pessoas do sexo masculino e 7.156 ou 35% são de pessoas do sexo feminino. Além disso, mais de 10 mil informaram ter cor branca e 2.576, ser empresário. As solicitações englobam os cargos de presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. A maior parte dos pedidos é para o cargo de deputado estadual (11.103 registros). Em seguida, aparecem as solicitações para deputado federal (7.636); para deputado distrital (420); para governar estados e o Distrito Federal (196); para senador (315); e para a Presidência da República (13). A relação entre candidatos e vagas mostra maior concorrência para o cargo de deputado distrital, com 17,5 candidatos por vaga; e para o cargo de deputado federal, com 14,88 candidatos por vaga. Gênero Em relação à identidade de gênero, 11.758 candidatos se declararam cisgênero (99,07%) – quando a identidade de gênero corresponde ao sexo; 107 se declararam transgênero (0,9%); e 3 preferiram não informar (0,03%). O TSE registrou ainda pedidos de 53 candidatos que declararam nome social. Faixa etária A maioria das solicitações foi feita por candidatos com idade entre 45 e 49 anos (3.538 pedidos). Na sequência, aparecem candidatos com idade entre 50 e 54 anos (3.176); com idade entre 40 e 44 anos (2.986); e com idade entre 55 e 59 anos (2.581). Cor e raça Do total de pedidos de registro de candidatura, 10.013 são de pessoas que se declararam brancas (48,77%); 7.418 de pessoas que se declararam pardas (36,13%); e 2,8 mil de pessoas que se declararam pretas (13,64%)), além de 191 indígenas (0,93%) e 108 de cor amarela (0,53%). Grau de instrução A maior parte das solicitações foi feita por candidatos que declararam ter ensino superior completo (58,57%). Depois, vêm os candidatos que declararam ter ensino médio completo (21,41%); ensino superior incompleto (10,58%); ensino médio incompleto (3,56%); ensino fundamental incompleto (2,94%); e ensino fundamental completo (2,58%). Ainda de acordo com os números, 73 candidatos (0,36%) declararam apenas saber ler e escrever. Indígenas Do total de 191 pedidos de registro de candidatura feitos por indígenas, 13 são da etnia Makuxí (8,13%); 12 são Guarani Kaiowá (7,5%); oito são de etnias não determinadas (5%); sete são Guaraní (4,38%); sete são Mundurukú (4,38%); sete são Múra (4,38%); sete não sabem sua etnia (4,38%); e seis são Terena (3,75%). Ocupação Os empresários (2.576) são os mais numerosos entre os candidatos. Advogados (1.691); deputados (874); vereadores (811); policiais militares (569); médicos (558); e servidores públicos estaduais (541) aparecem na sequência.Além disso, 2.709 candidatos são listados pelo TSE na categoria outras ocupações. Fonte: Agência Brasil
ELEIÇÕES 2026: Número de candidatos tem maior queda desde 1994

No sábado, o Tribunal Superior Eleitoral encerrou o registro de candidaturas, e o total de candidatos nas eleições registrou a maior queda já verificada desde 1994. Serão por volta de 20 mil candidaturas na disputa deste ano, quase 9 mil a menos do que em 2022. O que explica isso? Reformas ocorridas nos últimos anos acabaram incentivando siglas a formarem federações — que é basicamente a junção de partidos durante, pelo menos, quatro anos. Essa aglomeração de siglas em uma única federação acaba diminuindo a quantidade de candidatos por partido devido a limites legais. Para se ter ideia, a federação formada por União Brasil e PP reduziu, ao todo, cerca de 1.300 candidatos em relação à quantidade lançada individualmente na eleição passada. “Mas por que eles preferem federações?” Para partidos pequenos, o movimento aumenta as chances de atingirem a quantidade de votos necessária para ter acesso ao fundo partidário. Para as siglas maiores, geram palanques mais amplos — com mais tempo de rádio e televisão. Olhando por cargo, a maior diminuição foi no número de deputados estaduais (-2.998) e federais (-5.826). O único pleito que não apresentou queda no número de candidatos/vaga foi para presidente.(Imagem: Folha de S. Paulo)
Contran aprova novas regras para fiscalização da Lei Seca

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta semana novas regras para os procedimentos de fiscalização da Lei Seca (Lei nº 11.705/2008), que busca inibir o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas em todo o Brasil. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, os conselheiros não criaram nenhum novo tipo de infração, limitando-se a atualizar e regulamentar alguns procedimentos de fiscalização em vigor desde 2013. Com a nova regulamentação, os conselheiros estabeleceram critérios claros para a triagem de condutores, bem como para a aplicação dos testes de presença de álcool e/ou de outras substâncias psicoativas e para os retestes. A resolução também define novos critérios para o uso dos equipamentos de fiscalização e prevê a atualização do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, para padronizar a atuação dos agentes de trânsito em casos em que os condutores se recusem a se submeter ao teste de alcoolemia. “Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos; disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição”, antecipou a Secom. Ainda de acordo com a secretaria, as novas regras nacionais já são aplicadas nas operações nacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em vários estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Triagem e reteste A resolução institui uma fase de triagem durante as operações de fiscalização de trânsito, durante a qual o órgão responsável poderá empregar o pré-teste ou o teste passivo de alcoolemia. “O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool”, informou a Secom, explicando que, nesses casos, será necessária a continuidade das avaliações probatórias previstas na norma. A nova regra determina em quais situações o reteste deverá ser realizado. “A medida será necessária quando algum fator técnico ou operacional comprometer a obtenção de um resultado válido, inclusive para afastar eventual detecção de álcool residual no trato respiratório superior”, acrescentou a Secom. Caso o motorista alegue ter ingerido algum produto que possa ter deixado temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor, enxaguantes bucais e pão de forma, uma nova avaliação terá que ser feita “posteriormente”, antes de qualquer conclusão. Nos casos em que registrarem auto de infração, os agentes de fiscalização deverão anotar ao menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor. A nova resolução estabelece que, para identificar outras substâncias além do álcool, os servidores dos órgãos de trânsito poderão usar equipamentos tecnicamente certificados por organismos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A regulamentação estabelece os procedimentos para o uso desses equipamentos, sem vincular a fiscalização a uma tecnologia ou ferramenta específica. A resolução entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União ─ o que, segundo a Secom, deve ocorrer em breve ─, com exceção das alterações que atualizam as fichas de fiscalização e os códigos de enquadramento das infrações, que começam a valer 60 dias após a publicação. Durante esse período, continuarão em uso os códigos atualmente vigentes. Para explicar as principais mudanças resultantes da resolução, a Secom elaborou um texto com perguntas e respostas básicas sobre a medida. Veja abaixo os principais esclarecimentos. O que são substâncias psicoativas? São substâncias capazes de alterar o funcionamento do sistema nervoso central e comprometer a capacidade de dirigir, como substâncias ilícitas e outras substâncias que determinem dependência. O equipamento identifica qual substância foi consumida? Sim. A Resolução prevê que o auto de infração deverá conter, entre outras informações, o tipo de substância detectada pelo equipamento. O equipamento informa a quantidade da substância? Não. O resultado é qualitativo, indicando a presença da substância psicoativa, e não sua concentração. Os equipamentos poderão ser utilizados imediatamente? A utilização dependerá da disponibilidade dos órgãos fiscalizadores e da existência de equipamentos certificados conforme os requisitos estabelecidos pela Resolução. Somente poderão ser utilizados equipamentos certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo regulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A pessoa poderá se recusar a realizar o teste? A recusa continua sujeita às consequências previstas no art. 165-A do CTB, conforme disciplinado pela Resolução. E os agentes de fiscalização ainda poderão usar os sinais de alteração da capacidade psicomotora, pois a verificação dos sinais permanece como um dos meios de fiscalização previstos na Resolução. O bafômetro deixa de existir? Não. O etilômetro continua sendo utilizado normalmente para fiscalização do consumo de álcool. A novidade é a inclusão de equipamentos específicos para outras substâncias psicoativas. A fiscalização pode ser realizada mesmo sem o novo equipamento? Sim. A verificação dos sinais de alteração da capacidade psicomotora continua sendo um dos meios legalmente previstos para a fiscalização, assim como o etilômetro nos casos de consumo de álcool. *Com informações divulgadas pela SECOM/Presidência Fonte: Agência Brasil
ECONOMIA: Inadimplência no Brasil bate recorde e atinge mais de 9,1 milhões de empresas

Mais de 9,1 milhões de CNPJs (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) estão inadimplentes em junho de 2026, com dívidas acumuladas que chegam a R$ 232,9 bilhões em volume financeiro. O número é 16,67% maior do que o registrado no mesmo mês de 2025 e recorde na série histórica iniciada em 2016. Os dados são do último levantamento da Serasa Experian, e mostram que, em média, cada CNPJ possui uma dívida de R$ 25.508,96, com ticket médio de R$ 3.515,77 e acumulo de 7,3 contas em atraso. Somente no mês de junho, as dívidas chegam a 66,2 milhões, quase 10 milhões a mais do que o mesmo período do ano anterior, e avanço de quase 1 milhão perante o mês de maio. Do total de empresas, quantidade expressiva faz parte do grupo de micro e pequenas empresas. Em junho, 8,6 milhões desses CNPJs estavam negativados. O grupo concentrou 59,7 milhões de dívidas, que somaram R$ 201,4 bilhões. Em média, cada micro e pequena empresa acumulou 6,9 contas inadimplidas, com dívida média de R$ 23.181,56 e ticket médio de R$ 3.370,47. Ainda, a maioria das 9,1 milhões de empresas estão situadas em São Paulo (3.126.658), seguido por Minas Gerais (907.558) e Rio de Janeiro (874.385). Na sequência, aparecem Paraná (601.986) e Rio Grande do Sul (527.555). Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, a crescente inadimplência pode estar relacionada às condições financeiras restritivas, pressionadas pela alta taxa de juros, que hoje está em 14%. O fator ainda é limitante para a melhora consistente do mercado de crédito. “Ao mesmo tempo, a atividade econômica começa a apresentar uma desaceleração mais evidente, reduzindo o ritmo de geração de receita das empresas justamente em um momento em que muitas ainda enfrentam dificuldades para reorganizar seus passivos e recompor o fluxo de caixa”, afirma. Das empresas analisadas, 55,7% pertenciam ao setor de “Serviços”, enquanto os segmentos de “Comércio” (32,2%), “Indústria” (8,0%) e “Primário” (0,9%) aparecem em seguida. Os dados mostram ainda que a composição da dívida é formada principalmente pela necessidade de financiamento da própria operação, o que, em um ambiente de crédito caro e restritivo, torna o cenário de administração de obrigações financeiras complexo. Desde junho de 2025, os Bancos e Cartões continuam sendo parte relevante do setor da dívida – ocupando 19,5% da composição. Na sequência apareceram Cooperativas (8,4%), Utilities (6,9%) e Telefonia (6,0%). Serviços, por sua vez, ainda é o que mais pesa para inadimplência, com 31,6%. Fonte: CNN Brasil
Bets: quatro em cada dez mulheres apostam ou já apostaram online

Quatro em cada dez mulheres brasileiras (42%) já jogaram ou continuam jogando em plataformas de apostas online, sendo que 20% apostam atualmente (com frequências variadas) e outras 22% já apostaram, mas não apostam mais. Dentre 58% das mulheres que nunca apostaram, 12% são afetadas por parentes ou amigos que apostam. Somadas, mais da metade das mulheres no Brasil (54%) sente o efeito direto das bets, sendo apostadoras ou não. Os dados são da pesquisa Mulheres e Bets: o Custo das Apostas Online para as Brasileiras e suas Famílias, conduzida pelo estúdio Clarice, Estratégia Latina e Instituto Ideia e divulgada nesta segunda-feira (17). A fundadora e diretora do estúdio Clarice, Beatriz Della Costa, explica que essa é a primeira pesquisa sobre o impacto das bets que traz a perspectiva não somente da apostadora, mas de quem é afetado por quem aposta. Ela enfatiza que as experiências colocadas lado a lado conseguem dar uma visão mais completa da crise: “O impacto das bets vai muito além da crise financeira e afeta as estruturas familiares. Essa análise mostra que é possível pensar não apenas na contenção da crise, mas na prevenção da mesma.” Perfil de apostadores O levantamento inédito mostra também que as mulheres com filhos apostam cerca de 1,6 vez mais do que mulheres sem filhos (72% das apostadoras têm filhos). No recorte racial, 45% das mulheres autodeclaradas pardas afirmaram que apostam ou já apostaram; 39% são brancas e 37%, mulheres pretas. Um dos achados da pesquisa é sobre as diferenças de gênero dos apostadores: para o apostador homem, ter filhos atenua o julgamento. Já para a apostadora, é o contrário: com filhos, ela é mais culpada e mais questionada como provedora. Para a cientista social Beatriz Della Costa, esse é um sintoma dos papéis sociais historicamente atribuídos a homens e mulheres. “O homem é visto como alguém que está tentando sustentar a família – esse é um papel honrável que, em alguma medida, o redime. A mulher, por outro lado, sofre uma cobrança social muito maior enquanto gestora do lar: o papel fundamental atribuído a ela pela sociedade é o do cuidado, e por isso ela sofre um julgamento muito maior quando não cumpre a função designada.” Os relatos das apostadoras confirmam a dinâmica para jogar: elas apostam sozinhas e escondem o jogo dos parentes por vergonha. O segredo gera culpa ao mesmo tempo em que coloca em risco as relações mais fundamentais. Entre as apostadoras, 30% delas costumam jogar mais à noite ou de madrugada do que em qualquer outro momento do dia, contra 20% homens. Entre os entrevistados, 15% dos brasileiros acreditam que alguém que mora com eles faz apostas online, mas não conta a ninguém e faz dívidas escondidas. Motivação A pesquisa revela que, para a mulher, a aposta nasce menos como lazer ou entretenimento e mais como uma estratégia de administração financeira e sobrevivência doméstica para cobrir despesas essenciais, por exemplo pagar boletos, comprar comida ou itens para os filhos. A especialista em mulheres e poder explica que as apostadoras não estão correndo atrás de uma vida luxuosa. “Elas querem viver com um pouco mais de dignidade: para além das necessidades imediatas, querem levar os filhos ao cinema, pedir um delivery e pagar o material escolar sem se preocupar com a conta de luz no final do mês.” As apostas online se infiltraram nos lares brasileiros com a fama de renda fácil. Segundo Della Costa, as plataformas atuam em duas frentes. Primeiramente, tentam seduzir pela promessa de vida digna – a conta paga, a mesa farta, o presente para os filhos. Ao mesmo tempo que as apostas se associam ao dever do cuidado, papel historicamente atribuído às mulheres. “O desejo de cuidar da família e prover para os filhos é o mais explorado pelas [casas de] apostas.” Crianças e adolescentes Por lei, as apostas são proibidas para menores de 18 anos no Brasil. Mas, as apostas chegam a crianças e adolescentes por influência de fora de casa — amigos, escola, redes sociais — ou, em alguns casos, pelas próprias mães, para quem jogar junto pode ser vivido como companhia e vigilância. Os dados da pesquisa identificaram que burlar a regra dos 18 anos passa, quase sempre, pelo uso do Cadastro de Pessoa Física (CPF) de um adulto da casa, com ou sem consentimento. Ilusão O jogo é encarado pela apostadora como estratégia de investimento. Em alguns casos, o envolvimento é tão intenso que a aposta passa a ser encarada como trabalho. O estudo descobriu que as casas de apostas online conseguiram incutir a ideia de que existem macetes e estratégias para vencer jogos de azar, inclusive em cassinos online. Essa ideia falsa influencia a percepção das apostadoras, pois 25% das mulheres (e cerca de 40% das apostadoras frequentes) acreditam que é preciso “habilidade ou expertise” para vencer as apostas. Por esse motivo, elas buscam se especializar. A diretora do estúdio Clarice defende que, para desmistificar essa ilusão é preciso restringir a publicidade sobre as apostas online. “Cursos, coaches e conteúdos com dicas e macetes precisam ser veementemente banidos. As restrições aos jogos de cassino online, que ainda são permeados pela ilusão da ‘habilidade’ e que concentram a maior parte das apostadoras, também devem ser consideradas”, diz Della Costa. Impacto social Para 67% das entrevistadas, as apostas estão acabando com as famílias brasileiras (ante 59% dos homens). Além da perda financeira, eles percebem que os jogos levam para dentro de casa brigas, agressões, mentiras e o adoecimento mental: 23% dos brasileiros presenciaram ou conhecem alguma situação em que as apostas contribuíram para casos de violência dentro das famílias. Nas entrevistas, as mulheres impactadas por um familiar apostador são as que mais percebem a violência. Falam de comportamentos agressivos, xingamentos e perda de controle quando os companheiros perdem. Outra parte diz ter filhos endividados com agiotas e a sensação de insegurança que passa a acompanhar a família. Entre os efeitos declarados pelas impactadas na própria vida ou na família: 24% relatam conflitos familiares; 24% perda de confiança; 21% desgaste emocional; 12% mudança na qualidade de vida. Entre os impactados, 40% acreditam que as apostas online afetam a capacidade da pessoa viciada em relação a trabalhar ou gerar renda (36% entre as
POLÍTICA: O Supremo Tribunal das Eleições?

Segundo o jornalista Caio Junqueira, da CNN, o STF teria sinalizado a lideranças do União Brasil, PP e Republicanos que, caso apoiassem a candidatura de Flávio, investigações em curso contra eles na Corte avançariam mais rápido. A notícia vem em meio às declarações de neutralidade desses partidos na corrida presidencial, mesmo com afinidades com o campo bolsonarista. Um dos principais articuladores da medida seria Alexandre de Moraes. Por que isso importa? Esse movimento representaria uma interferência do Judiciário no jogo eleitoral, o que pode colocar em dúvida a isonomia nos julgamentos do tribunal. Olhando na prática… O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, fez uma reunião com Hugo Motta e Alexandre de Moraes. Dias depois, o partido afirmou neutralidade nas eleições, enquanto o presidente da Câmara declarou apoio a Lula. No começo do mês, Moraes também teria promovido um jantar em sua casa com Lula e Davi Alcolumbre para quebrar o gelo existente entre os dois desde a rejeição de Messias para o STF. Cerca de duas semanas depois, Alcolumbre destravou pautas de interesse do governo, como a do fim da escala 6×1. Na mesma direção, Ciro Nogueira, presidente do PP e ex-ministro de Bolsonaro, chegou a ser cotado como vice de Flávio, mas recuou. Ele também teria atuado para barrar Tereza Cristina, integrante do partido, de ser vice do senador. O presidente que definirá o Supremo As informações surgem em uma eleição presidencial em que o vencedor poderá indicar quatro ministros para o STF e influenciar fortemente o equilíbrio ideológico do tribunal. Além da vaga de Barroso, que ainda não foi ocupada, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Carmen Lúcia deixarão a corte até 2030 por conta das idades.
BRASIL: As mensagens de Lulinha foram divulgadas pela PF

Segundo o Metrópoles, a Polícia Federal revelou mensagens trocadas entre o filho do presidente Lula — conhecido como Lulinha — e a lobista Roberta Luchsinger, investigada por suspeita de tráfico de influência. A relação vai além da simples amizade. Os diálogos mostram que Lulinha não só sabia da atuação de Roberta junto ao governo, como também comentava, coordenava e participava das articulações. Explicando: Roberta Luchsinger é suspeita de usar a proximidade com Lulinha para vender acesso e influência dentro do governo federal. Segundo a PF, ela atuava como intermediária entre empresários e o núcleo do Palácio do Planalto, cobrando por isso. Em uma conversa de março/2024, Roberta diz a Lulinha que os dois atuam “em outro nível” e que o futuro deles é a Suíça. Na sequência, o filho do presidente relata reuniões com Marco Aurélio, o Marcola, então braço direito de Lula, e com o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o Metrópoles, Lulinha orientou Roberta a emitir uma nota fiscal para cobrar o dono da empresa 3Structure It Ltda, que ganhou +R$ 80 milhões em contratos junto ao governo federal — especialmente durante o governo Lula. (Imagem: Metrópoles) As mensagens também revelaram que Fernando Bittar, ex-sócio de Lulinha e um dos donos do sítio de Atibaia frequentado por Lula, estaria tentando fechar “negócio gigante” com a Telebras usando o nome de Lulinha. O filho do presidente pergunta se ela já desmentiu, Roberta diz que sim e que se Fernando fizer negócio com o presidente da Telebras, ele não fará negócio com ela. Os advogados de Lulinha afirmaram que ele mora na Espanha e atua na esfera privada, sem relação com o governo brasileiro, classificando a divulgação como fruto de vazamento seletivo com fins políticos. O advogado de Roberta Luchsinger não comentou. O que vem a seguir: A defesa de Lulinha diz que vai pedir a ministros do STF e ao diretor-geral da PF apuração sobre o vazamento das mensagens antes da conclusão do inquérito.
Termina na quinta-feira (20) prazo para solicitação de voto em trânsito

Termina nesta quinta-feira, dia 20 de agosto, o prazo para o eleitor solicitar a habilitação para votar em trânsito nas eleições de outubro. A solicitação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país. O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito. Se optar pela solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu “Fazer Transferência temporária do local de votação”. Em seguida, deve preencher seus dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir os comandos da página. No caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo. Regras O eleitor que optar pelo voto em trânsito deve ficar atento às regras para ter acesso ao benefício, que está disponível nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores. Quem estiver em uma cidade (domicílio eleitoral) localizada no mesmo estado em que mora poderá votar em trânsito para todos os cargos que estarão em disputa: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República. Se a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor só poderá votar para presidente. O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos. Alterações ou cancelamentos nas solicitações de voto em trânsito poderão ser feitos até o dia 20 de agosto. Após o prazo, nenhuma alteração poderá ser feita. O eleitor que solicitar o voto em trânsito e não comparecer ao local de votação deverá fazer a justificativa de ausência, que estará disponível por meio do aplicativo e-Título. Exterior Eleitor que tem título registrado no exterior poderá solicitar voto em trânsito se estiver de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente. O eleitor com documento registrado no Brasil não poderá votar em trânsito se estiver fora do país no dia da votação. Eleições O primeiro turno será no dia 4 de outubro, quando vão ser escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República. O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. O eleitor voltará às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno. Fonte: Agência Brasil
PF combate grupo suspeito de lavagem dinheiro, contrabando e descaminho

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, dia 18 de agosto, a Operação Barão da Amizade, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada na importação e na comercialização de produtos proibidos no Brasil e em lavagem de dinheiro. A ação conta com o apoio da Receita Federal e da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo. Ao todo, são cumpridos 30 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Santa Maria/RS, nas cidades de São Paulo/SP, de Guarulhos/SP, de Bragança Paulista/SP, de Tubarão/SC, de Nova Trento/SC, de Jaguarão/RS, de Belo Horizonte/MG e do Rio de Janeiro/RJ. A Justiça Federal também determinou o bloqueio de até R$ 37,8 milhões em contas dos investigados, além do sequestro e da indisponibilidade de veículos e de imóveis. Foram impostas, ainda, 65 medidas cautelares diversas da prisão, entre elas monitoração eletrônica, proibição de contato entre os investigados, restrição para ausentar-se da comarca e comparecimento periódico em juízo. As investigações apontam que o grupo importava ilegalmente, principalmente mediante fronteira com o Uruguai, cosméticos e produtos farmacêuticos cuja importação depende de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os investigados também seriam responsáveis pela importação ilícita de cigarros eletrônicos por meio da fronteira entre Brasil e Paraguai. As apurações identificaram a utilização de mecanismos destinados a ocultar e a dissimular a origem dos valores obtidos com as atividades criminosas. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, contrabando, descaminho, lavagem de dinheiro e outros delitos eventualmente apurados no decorrer das investigações. Comunicação Social da Polícia Federal em Jaguarão
INTERNACIONAL: O mundo terá que estocar comida a partir do próximo ano?

Em novo relatório, o JPMorgan alertou que o mundo pode enfrentar uma crise de abastecimento de alimentos a partir de 2027. Segundo o banco, a crise acontecerá pela junção de dois fatores: (1) a escassez de fertilizantes — agravada pelas tensões no Irã — e (2) um possível “super” El Niño, quando as águas do oceano Pacífico aquecem e influenciam chuvas e secas ao redor do mundo. Atualmente, o Oriente Médio responde por cerca de 70% das exportações globais de itens essenciais para a produção de fertilizantes. Com a guerra e bloqueio no Estreito de Ormuz, restabelecer a capacidade plena de produção pode levar de 1 a 4 anos. Acontece que o fertilizante precisa ser aplicado com frequência nas plantas, e perder essa janela reduz a produtividade e quantidade de alimentos disponíveis. Além disso, o banco estima em 81% a probabilidade do El Niño atual evoluir para um evento muito forte até o fim deste ano, e persistir até 2027. Historicamente, o fenômeno já provocou uma queda média de 3,5% na produção agrícola em regiões tropicais. Olhando para a economia… A inflação global de alimentos deve saltar de 2,8% no primeiro semestre de 2026 para 5% no mesmo período de 2027. Ainda de acordo com o relatório, Índia, Brasil e Indonésia são citados como os países onde a combinação dos fenômenos tende a pesar mais. Curiosidade: Apesar de parecer um roteiro de filme, estocar comida é uma prática de Estado há décadas. Para se ter ideia, a China hoje detém mais da metade do estoque mundial de arroz e 60% do estoque de milho.
CTG Francisco Vitor Maroni realiza Concurso Interno da Ciranda Cultural de Prendas e Entrevero Cultural de Peões

No último dia 16 de agosto de 2026, o CTG Francisco Vitor Maroni, de Vila Maria, promoveu a etapa interna da Ciranda Cultural de Prendas e do Entrevero Cultural de Peões, reunindo jovens tradicionalistas, famílias, autoridades municipais e representantes da 7ª Região Tradicionalista em um dia dedicado à valorização da cultura gaúcha. As atividades tiveram início pela manhã com as provas campeiras e as mostras folclóricas. Os participantes demonstraram seus conhecimentos, habilidades e comprometimento com as tradições do Rio Grande do Sul por meio de avaliações que envolveram aspectos culturais, campeiros, artísticos e de comunicação. Participaram do concurso os seguintes concorrentes: Arthur Pinheiro Matiasso (Piá); Pedro Augusto Socol (Guri), Helena Zanata Forcelini (Pré-Mirim); Luísa Zanata Forcelini (Mirim), Lívia Dall’Alba (Juvenil); Camile Siota (Juvenil); Estela Tóffoli (Juvenil) e Tais Siota (Adulta). A abertura oficial ocorreu durante a tarde e contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o prefeito municipal Adroaldo Sebben, o presidente do Poder Legislativo Jonatas Dalacort, representantes da 7ª Região Tradicionalista, membros da patronagem e lideranças da entidade tradicionalista. Durante a solenidade, foi destacada a trajetória do CTG Francisco Vitor Maroni, fundado em 30 de novembro de 1988, e a importância da preservação das tradições gaúchas por meio das novas gerações. Os pronunciamentos reforçaram o papel da juventude tradicionalista na manutenção dos costumes, valores e identidade cultural do povo gaúcho. Na sequência, os concorrentes participaram das provas de Comunicação Oral e Artística, momento em que puderam expressar seus conhecimentos sobre a cultura regional, bem como demonstrar seus talentos e desenvoltura perante a comissão avaliadora. Ao final das atividades, a entidade realizou uma homenagem à comissão avaliadora pela dedicação e responsabilidade na condução das avaliações. O evento foi encerrado com a divulgação dos resultados e a entrega das faixas e crachás aos participantes, em um clima de confraternização, amizade e valorização da cultura tradicionalista. Segundo a organização, a Ciranda Cultural de Prendas e o Entrevero Cultural de Peões representam muito mais do que a busca por títulos. Sendo que os resultados foram os seguintes: Arthur Pinheiro Matiasso 1º.Piá gestão 2026/2027; Pedro Augusto Socol 1º.Guri gestão 2026/2027 Helena Zanata Forcelini 1º. Prenda Pré-Mirim gestão 2026/2027 Luísa Zanata Forcelini 1º. Prenda Mirim gestão 2026/2027 Camile Siota 1º. Prenda Juvenil gestão 2026/2027 Estela Tóffoli 2º. Prenda Juvenil) gestão 2026/2027 Lívia Dall’Alba 3º. Prenda Juvenil gestão 2026/2027 Tais Siota 1º. Prenda Adulta gestão 2026/2027 Os concursos simbolizam estudo, dedicação, liderança e amor pela tradição, fortalecendo os laços entre os jovens e o Movimento Tradicionalista Gaúcho.Parabéns a todos os participantes, familiares, avaliadores, voluntários e integrantes do CTG Francisco Vitor Maroni por mais um importante momento de fortalecimento da cultura gaúcha em Vila Maria.
Defesa Civil reconhece situação de emergência em oito municípios do RS. Entre eles, está Vila Maria

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil reconheceu a situação de emergência em oito municípios do Rio Grande do Sul afetados por desastres naturais. A Portaria nº 2.606, publicada nesta segunda-feira (17) no Diário Oficial da União, abrange municípios atingidos por chuvas intensas, granizo e inundações nos meses de julho e agosto. Veja a lista completa. Com a medida, as prefeituras podem solicitar recursos federais para ações de assistência à população, restabelecimento de serviços essenciais e recuperação das áreas afetadas. Entre os municípios que tiveram a situação de emergência reconhecida por causa de chuvas intensas estão Água Santa, Anta Gorda, Ernestina, General Câmara, Porto Xavier e Vila Maria. O município de Redentora foi afetado por queda de granizo, enquanto São José do Hortêncio registrou inundações. Recursos O reconhecimento federal é uma etapa necessária para que os municípios tenham acesso a apoio complementar da União. Após a aprovação dos planos de trabalho apresentados pelas administrações locais, os recursos podem ser destinados a medidas como distribuição de cestas básicas, fornecimento de água potável, kits de limpeza e higiene, além da recuperação da infraestrutura pública danificada. Fonte: Agência Brasil
Campanha eleitoral começa oficialmente

A campanha eleitoral começou neste domingo (16), e os candidatos agora já podem fazer propaganda nas ruas e na internet. Na TV e no rádio, a propaganda só começa em 28 de agosto. O que os candidatos podem fazer a partir deste domingo: pedir voto explicitamente comícios caminhadas, passeatas e carreatas distribuição de material gráfico uso de alto-falantes e amplificadores de som, dentro dos horários e limites estabelecidos pela legislação anúncios pagos em jornais, nos limites definidos pela legislação propaganda na internet, em sites e nas redes sociais Distribuição de panfletos É livre a distribuição de panfletos, mas, em carros, bicicletas, motocicletas ou janelas de casas, pode-se colar adesivos de até 0,5 m² ou perfurados no vidro traseiro inteiro dos veículos. Tudo deve ser espontâneo – não se pode receber dinheiro para exibir a propaganda. Veicular as peças publicitárias em bens particulares é algo que deve ser feito de forma gratuita, sendo vedado qualquer tipo de pagamento em troca de espaço para essa finalidade. Os veículos cadastrados nos aplicativos de mobilidade urbana (Uber, 99 e outros) não podem trafegar portando adesivos de candidatos, seja nos vidros, nas portas ou em qualquer outra parte da extensão dos carros. Para efeitos legais, os carros de aplicativos são considerados bens de uso comum e, nesse caso, estão proibidos de veicular propaganda política de qualquer natureza, assim como os táxis, que são concessões públicas. Digital Na campanha eleitoral digital, há regras também para os eleitores, que devem estar atentos ao que publicam ou postam em suas redes sociais ou páginas pessoais na internet. Apesar de ser livre a manifestação de pensamento e de eleitores poderem tecer elogios e críticas a qualquer candidato, partido, coligação ou federação, a legislação eleitoral, civil e criminal prevê limitações e punições em caso de ofensa à honra ou à imagem de candidatas, candidatos, partidos, federações ou coligações ou de divulgação de fatos sabidamente inverídicos. Manifestação silenciosa No dia da eleição, os eleitores podem usar broches, adesivos, bandeiras e camisetas do seu candidato de forma individual e silenciosa. É proibido fazer boca de urna e aglomerações com roupas padronizadas. Canais de denúncias Eleitores que identificarem possíveis irregularidades na propaganda eleitoral realizada nas ruas poderão encaminhar denúncias por meio do aplicativo Pardal, ferramenta oficial da Justiça Eleitoral destinada ao recebimento de denúncias sobre propaganda eleitoral irregular. O aplicativo também estará disponível gratuitamente para dispositivos Android e iOS a partir deste domingo e permitirá o envio de fotos, vídeos e outros elementos que auxiliem na apuração dos fatos. Já quem identificar, na internet, conteúdos notoriamente inverídicos ou descontextualizados, com potencial para comprometer o equilíbrio do pleito ou a integridade do processo eleitoral, poderá registrar a ocorrência por meio do Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade), canal permanente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além dos canais da Justiça Eleitoral, os provedores de aplicação de internet devem disponibilizar mecanismos para que usuárias e usuários possam denunciar irregularidades em propagandas eleitorais veiculadas por meio de impulsionamento pago de conteúdo. De olho em notícias falsas A checagem da procedência da informação representa a etapa fundamental diante de material sensível. Portanto, identificar autoria, conferir autenticidade de perfis, observar se há erros de escrita e se veículos reconhecidos divulgaram a mesma informação são medidas básicas de validação. Por isso, antes de compartilhar, faça algumas perguntas: quem publicou? O perfil é oficial? De quando é a publicação? A informação apareceu em veículos de imprensa confiáveis? Por essa razão, o Tribunal Superior Eleitoral tem uma página chamada Fato ou Boato, que integra o Programa de Enfrentamento à Desinformação. Lembre-se de que informação de qualidade fortalece a democracia.
NEGÓCIOS: Casas Bahia registra prejuízo de R$ 10 bi no 2T e pede nova recuperação judicial

Mais uma empresa indo de Americanas? A varejista Casas Bahia informou nesta madrugada que entrou com um novo pedido de recuperação judicial, segundo fato relevante divulgado. Essa é a segunda vez em cerca de dois anos que a companhia sinaliza recorrer a esse tipo de instrumento. Em abril de 2024, ela já havia entrado em recuperação extrajudicial, com R$ 4 bi em dívidas, saindo do processo três meses depois. A decisão vem após a empresa ter apresentado um prejuízo líquido de R$ 10 bi no segundo trimestre. Para se ter ideia, o valor é 18x maior do que o saldo negativo de R$ 555 mi apresentado no mesmo período de 2025. Além disso, o Valor Econômico apurou que a companhia desligou cerca de 2 mil funcionários e fechou 298 lojas na última semana — o que significa quase 30% das unidades da rede. O patrimônio líquido da Casas Bahia está negativo em R$ 8 bilhões, enquanto sua dívida líquida soma R$ 1,2 bilhão. Do prejuízo total, R$ 5,7 bilhões vieram de baixas contábeis. Looking forward: A varejista disse que vai priorizar geração de caixa em vez de crescimento nos canais digitais. A empresa soma oito trimestres seguidos de prejuízo.
