O presidente Lula apresentou um documento para o TSE que autoriza a quebra de seus sigilos bancários, fiscais e telefônicos e de membros da sua família nos últimos 8 anos. No entanto, com a condição de Flávio Bolsonaro fazer o mesmo.
- Essa nova frente de confronto começou no debate da Band. Em meio a um “E o Lulinha?” e “Explica o Dark Horse”, Lula fez a proposta para o adversário.
Caso você esteja se perguntando, existem duas formas de um sigilo ser quebrado atualmente: (1) determinação judicial ou (2) autorização da própria pessoa.
- Do lado do petista, o pedido incluiu o próprio presidente, a Janja e os cinco filhos — que já autorizaram a medida. Empresas ligadas a Lula também entraram na lista.
- Do lado do Flávio, a quebra envolveria o próprio senador, sua mulher, sua mãe, Jair Bolsonaro e seus irmãos. O pedido também incluiu empresas ligadas ao candidato e uma offshore em Portugal.
O que está por trás… A grande ideia de Lula é dizer algo como “não tenho nada a esconder, quero ver se ele também não tem”. Ou seja, com uma jogada, ele quer combater as acusações que recebe e ressaltar as acusações a Flávio — para angariar votos de indecisos. Se liberados, os dados seriam divulgados em sites públicos.
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Basicamente, não. Em entrevista, Pablo Marçal disse que Flávio topa o desafio desde que Lula também divulgue informações sobre gastos do governo federal, como despesas do cartão corporativo da Presidência e registros de visitas ao Planalto.
Marçal ainda citou que Lula “não tem celular próprio” e “já foi condenado por ocultação de patrimônio”.
De maneira geral, críticos têm dito que a quebra é ineficaz, já que dificilmente escândalos de corrupção passariam pelas contas dos próprios envolvidos.
O que mais é assunto no Brasil?
