Os marketeiros (e os eleitores) não gostaram muito… Ao que parece, tanto a equipe de Flávio como a de Lula orientaram os candidatos a reavaliar as posturas e estratégias.
Dentro das campanhas, a leitura é que os dois candidatos não conseguiram conversar com o eleitorado indeciso e de centro em um debate repleto de ataques.
Do lado do Flávio: A campanha diz que ele precisa ser mais claro nas respostas e mais moderado. A estratégia de ficar atrás do adversário também não foi um consenso nos bastidores, já que pode passar um ar de arrogância e desrespeito.
- Um ponto positivo apontado por aliados é que ele conseguiu deixar o presidente nervoso ao falar de Lulinha e fazer com que ele cometesse alguns erros. Um exemplo seria a fala de que quer voto de 100% dos presos.
Do lado do Lula: Já a campanha do PT avalia que o presidente não soube administrar bem seu tempo e reconheceu gafes — como o momento em que Lula disse “o Brasil acabou”.
- Por outro lado, o grupo diz que o presidente acertou ao oferecer seu sigilo bancário e de mensagens para comparar com os de Flávio. O fato do adversário ter evitado responder a algumas perguntas também foi visto com bons olhos.
Para sexta-feira…
A campanha do PL quer que Flávio fale mais sobre propostas e tenha uma postura mais suave no debate da Globo. Do lado do PT, a ideia também é trazer mais propostas e administrar melhor o tempo.
Detalhe: O debate da Globo costuma ser menos agressivo, já que privilegia perguntas temáticas com menos embates diretos.
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