Vila Maria FM

ALERTA VERMELHO: Inadimplência atinge maior índice desde 2017

A inadimplência no Brasil subiu para 5,5% em janeiro, atingindo o maior patamar desde 2017. O avanço reflete o peso da Selic a 15% ao ano, que encareceu o crédito e corroeu o orçamento de famílias e empresas. Em 12 meses, o índice saltou 1,1 ponto percentual, acompanhando o aperto monetário do Banco Central. O cenário travou o consumo: as concessões de novos empréstimos despencaram 18,9% no mês. Com bancos mais cautelosos, os juros médios no crédito livre subiram para 47,8% ao ano, enquanto o spread bancário (a margem de lucro dos bancos) avançou para 34,3 pontos, dificultando ainda mais o acesso ao dinheiro. Apesar dos números negativos, o BC sinaliza um possível corte nos juros para março, apostando na desaceleração da economia para frear a inflação. Por ora, o estoque total de crédito no país recuou para R$ 7,1 trilhões, evidenciando um início de 2026 marcado pela seletividade bancária e pelo esforço de sobrevivência do caixa das empresas.

ECONOMIA: O Brasil segue arrecadando como nunca

O governo começou 2026 com o pé direito na arrecadação. Em janeiro, a Receita Federal registrou R$ 325 bilhões em impostos e contribuições, o maior valor da série histórica e uma alta de 3,5% acima da inflação. O resultado segue a tendência de 2025, quando a União arrecadou um recorde de R$ 2,88 trilhões no ano inteiro. (Imagem: g1) Mas de onde vem tanto dinheiro?  Boa parte dessa quantia vem do aumento de impostos e da maior tributação sobre algumas operações nos últimos anos. Alguns destaques de janeiro:* Imposto de Renda sobre rendimentos de capital: +32,5%, somando R$ 14,6 bilhões;* IOF: disparou 49%, arrecadando R$ 8 bilhões;* Previdência: R$ 63,4 bilhões* PIS/Cofins: R$ 56 bilhões* Apostas online: R$ 1,5 bilhão Mesmo com esses recordes, o governo continua enfrentando dificuldade na questão fiscal — o saldo final entre gastos e receitas. Para 2026, a previsão é que o governo tenha um déficit de R$ 23 bilhões, considerando exceções permitidas na regra. Se isso de fato acontecer, as contas do governo devem ficar negativas durante os quatro anos do terceiro mandato do presidente Lula.

PF deflagra 2ª fase de operação que apura crimes relacionados às enchentes de 2024 no RS

A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (26/2), a segunda fase da Operação Lamaçal. O objetivo é apurar o possível desvio de recursos públicos federais do Fundo Nacional de Assistência Social (FNAS) repassados à administração municipal de Lajeado/RS, em razão das enchentes ocorridas no mês de maio de 2024. A primeira fase da operação foi deflagrada no mês de novembro de 2025, e a análise parcial do material apreendido corroborou a hipótese de direcionamento das licitações. As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado. A operação contou com 20 mandados de busca e apreensão e 2 mandados de prisão temporária expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, além do sequestro de veículos e do bloqueio de ativos. As diligências aconteceram nos seguintes municípios do Rio Grande do Sul: Lajeado, Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre. Foi decretado, ainda, o afastamento cautelar de cargo público ocupado por dois investigados, além da prisão temporária de outros dois. Também foram apreendidos três veículos, aparelhos eletrônicos e documentos relacionados ao caso. Os investigados poderão responder pelos crimes de desvio, ou aplicação indevidamente, de rendas ou de verba pública; de contratação direta ilegal, de fraude em licitação ou em contrato, de corrupção passiva, de corrupção ativa, de associação criminosa, de lavagem de dinheiro, dentre outros.

É hoje: V Dia de Campo de Verão 2026 da Faculdade CESURG, na área experimental da instituição

O V Dia de Campo de Verão 2026 da Faculdade CESURG Marau, acontece nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro, das 17h às 21h, na Área Experimental da instituição, às margens da ERS 324, entre Marau e Vila Maria. A atividade reunirá alunos, empresários do agronegócio, produtores rurais e demais interessados no setor, promovendo um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e aproximação entre a academia e o mercado. Nesta edição, mais de 60 empresas estarão presentes, apresentando novidades e soluções para o campo. Durante o Dia de Campo, os visitantes poderão conferir de perto cultivares de soja, híbridos de milho, soluções de instituições financeiras, máquinas e equipamentos agrícolas, além de práticas de manejo fitossanitário, nutricional e biológico. A Rádio Vila Maria FM abriu espaço para o Coordenador do curso de Agronomia da Faculdade, Diogo da Silva Moura e para o Diretor da instituição, Leandro Paludo. O evento é gratuito e aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (55) 99966-0261 ou pelo site cesurgmarau.com.br.

Prova nacional de medicina como pré-requisito para o registro profissional está cada vez mais perto de se tornar realidade

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) concluiu, nesta quarta-feira (25), a votação de projeto que cria prova nacional de medicina como pré-requisito para o registro profissional. O Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) agora será analisado na Câmara dos Deputados, salvo se pelo menos nove senadores requerem votação no Plenário do Senado. Os recém-formados em medicina realizarão o Profimed a partir do primeiro semestre após o término do curso. Quem não for aprovado poderá atuar de forma exclusiva em atividades técnico-científicas, sem contato com pacientes, mediante autorização do Conselho Regional de Medicina (pela Inscrição de Egresso em Medicina). Ficarão dispensados médicos já registrados e estudantes que comecem o curso enquanto o projeto não virar lei. A comissão acatou o substitutivo (versão alternativa ao texto original) do senador Dr. Hiran — relator do PL 2.294/2024 — em turno suplementar. Trata-se de uma segunda votação exigida pelo Regimento Interno do Senado quando o relator faz um substitutivo sem que haja aprovação do Plenário. A proposta original é do senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP). Instituição responsável O Conselho Federal de Medicina (CFM), que regula a profissão de medicina, realizará o Profimed, que também avaliará habilidades clínicas e práticas. A escolha do CFM foi alvo de divergência entre os senadores desde o início do projeto, o que adiou a votação em diversos momentos. Para o senador Rogério Carvalho (PT-SE), o atual Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed), iniciativa do Ministério da Educação que avalia os cursos de medicina, pode ser usado para cumprir a função do Profimed. — Nós vamos dar ao aluno o ônus de fazer duas provas ao terminar a graduação. Ele pode ser proficiente na lógica estabelecida pelo MEC, e não proficiente na lógica estabelecida pelo CFM. As provas não podem ser distintas, porque assim você não mede nada.  Rogério apresentou 12 emendas ao texto, em sua maioria, sobre o Enamed. Todas foram rejeitadas, com a negativa de 12 senadores e apoio de oito.  Enamed De acordo com o projeto, o Enamed será realizado no quarto ano do curso. Atualmente, ocorre no quarto e no sexto ano da graduação. A senadora Zenaide Maia (PSD-RN) avaliou que o Profimed retira parcialmente a responsabilidade do Ministério de Educação de avaliar os cursos. Para Dr. Hiran, a pasta tem sido negligente “em controlar com rigor” a qualidade das universidades em todos os governos. O senador Eduardo Braga (MDB-AM) avaliou que a realização do Profimed pelo CFM está em consonância com a prática internacional. — Procurei avaliar os casos similares em Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e outros países e cheguei à conclusão de que devemos ter avaliação no quarto ano do curso pelos ministérios da Educação e da Saúde e um teste de proficiência executado pelo CFM ao final da educação. A proposta ainda prevê: plano de expansão da residência, com meta de alcançar, até 2035, ao menos 0,75 vaga de residência por médico formado;  competência exclusiva da União para autorizar e supervisionar os cursos de medicina. Fonte: Agência Senado

FIERGS: Redução da jornada de trabalho pressiona economia e prejudica competitividade gaúcha

O Sistema FIERGS alerta que as propostas de redução da jornada de trabalho – com iniciativas que vão desde a transição para 40 horas semanais até a fixação constitucional de 36 horas, em alguns casos com adoção da semana de quatro dias (4×3) e sem redução salarial – pressiona a economia e pode afetar a competitividade industrial e o nível de empregos no Rio Grande do Sul. Para a Federação, as medidas ampliam custos em um momento já delicado para o setor produtivo. O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, que esteve em Brasília debatendo o tema junto à Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta semana, ressalta que empresários e industriais gaúchos já enfrentam desafios relevantes, como o apagão de mão de obra e as dificuldades econômicas decorrentes das enchentes de 2024. “A situação é bastante delicada. Os industriais precisam lidar com juros elevados e um cenário externo adverso. Com o aumento do custo da mão de obra, haverá impacto na geração de renda, nas decisões de contratação e nos investimentos”, afirma. Ao reduzir compulsoriamente a jornada sem ocorrer redução proporcional dos salários, há um aumento automático do custo do trabalho para as empresas, já que a mesma remuneração passa a ser distribuída por um número menor de horas, e também um aumento no valor dos produtos fabricados, que refletirá em toda a sociedade. Bier pondera, ainda, que a legislação brasileira já permite a compensação de horários e a redução da jornada por meio de acordos e convenções coletivas. Atualmente, o limite máximo de jornada de trabalho é de oito horas diárias e 44 horas semanais. No Rio Grande do Sul, conforme levantamento da Unidade de Estudos Econômicos do Sistema FIERGS, cerca de 67% dos trabalhadores formais têm jornada contratual entre 41 e 44 horas semanais. Na indústria, esse percentual é ainda maior: 91,7% dos empregados formais cumprem carga horária nesse intervalo. Já na Indústria de Transformação, segmento intensivo em mão de obra, 92,3% dos trabalhadores atuam com jornadas entre 41 e 44 horas por semana. PRODUTIVIDADE EM BAIXA Ainda, esse cenário se torna mais preocupante diante da estagnação da produtividade brasileira. Comparações internacionais indicam que a produtividade do trabalhador brasileiro corresponde a cerca de 25% da alcançada por um trabalhador norte-americano, ou seja, em média, um trabalhador dos Estados Unidos produz aproximadamente quatro vezes mais no mesmo período. Além disso, entre 1990 e 2024, a produtividade no Brasil cresceu apenas 0,9% ao ano, ritmo significativamente inferior ao observado em economias emergentes como China (8%), Índia (5,1%) e Coreia do Sul (4,2%). “A evidência internacional sugere que países que conseguiram reduzir a jornada de trabalho de forma sustentável o fizeram apoiados em ganhos consistentes de produtividade, investimentos em educação, inovação e tecnologia”, destaca o estudo da FIERGS. No entendimento de Bier, para discutir esse assunto, o Brasil precisaria apresentar aumento consistente na produtividade. A Coreia do Sul, por exemplo, reduziu a jornada de 44 para 40 horas semanais em um contexto de crescimento médio anual da produtividade de 4,2%. A Alemanha alcançou jornada média de 34,2 horas com crescimento de produtividade em torno de 1,4% ao ano. Em contraste, a experiência francesa, que reduziu a jornada de 39 para 35 horas, resultou em aumento de custos, perda de competitividade e desaceleração do crescimento da produtividade, que ficou em 0,9% ao ano. Fonte: Comunicação Sistema FIERGS

BRASIL: Lulinha pode virar dor de cabeça para o pai no pré-eleições

As investigações sobre o esquema de descontos ilegais em aposentadorias do INSS ganharam um novo patamar. De acordo com uma reportagem do Metrópoles, dois ex-dirigentes da instituição estão em fase avançada de delação premiada e teriam citado Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, além de políticos, no esquema de descontos ilegais em aposentadorias. O que está em jogoO esquema investiga o desvio de dinheiro de aposentados por meio de entidades que realizavam descontos indevidos em benefícios. A PF suspeita que o esquema tenha movimentado dezenas de milhões em propinas para servidores e políticos entre 2023 e 2024. No centro da trama está Antônio Camilo Antunes, que você já ouviu falar como o “Careca do INSS”, que também negocia uma delação. Mensagens obtidas nas investigações indicam pedidos de pagamentos de R$ 300 mil à empresa de Roberta Luchsinger, herdeira milionária e amiga de Fábio. No fim do ano passado, um ex-funcionário de Antônio afirmou ainda que o lobista teria pago R$ 25 milhões, além de uma “mesada” de R$ 300 mil, ao filho do presidente. A defesa de Fábio nega qualquer envolvimento e já solicitou acesso ao processo no STF para saber se ele aparece como investigado. O possível impacto nas urnas  Caso o envolvimento de Lulinha com o caso se comprove, o fato pode ter um reflexo negativo para Lula nas eleições no final do ano. O presidente, inclusive, tem visto Flávio Bolsonaro encostar nas pesquisas, chegando a aparecer tecnicamente empatado com ele no 2° turno. Em dezembro do ano passado, Lula declarou que “Se tiver filho meu envolvido em fraude, será investigado”.  

Pais de menores de idade com câncer poderão ter o direito de faltar ao trabalho sem prejuízo no salário

Pais de menores de idade com câncer poderão ter o direito de faltar ao trabalho sem prejuízo no salário pelo tempo necessário para acompanhar o tratamento do filho. A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou por unanimidade na quarta-feira (25) o PL 2.865/2025, que prevê o benefício. O texto vai à Câmara dos Deputados, salvo se no mínimo nove senadores pedirem análise em Plenário. O projeto abrange apenas os trabalhadores regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que deve ser alterada. Relatora da proposta, a senadora Professora Dorinha Seabra (União-TO) afirmou que as relações de trabalho devem ser humanas e podem ser adaptadas temporariamente para conciliar com o trabalho remoto, por exemplo. — A iniciativa contribui para reduzir os impactos psicológicos e emocionais decorrentes do afastamento prolongado de crianças e adolescentes em tratamento, favorecendo a adesão aos protocolos médicos. Dorinha avaliou que a medida não cria ônus desproporcional ao empregador, pois é assegurado apenas o pagamento do salário, sem encargos adicionais. A senadora Dra. Eudócia (PL-AL), que apresentou a proposta, conduziu a reunião. Fonte: Agência Senado

Uso de álcool e drogas pelos pais pode influenciar saúde dos filhos?

Segundo um estudo brasileiro com 4.280 adolescentes e seus responsáveis, a resposta é “sim”, influencia os filhos. Contudo, não define totalmente o comportamento deles. Publicado na revista científica Addictive Behaviors, o trabalho reforça que as atitudes parentais continuam sendo fator central na prevenção ao uso de substâncias. Os pesquisadores analisaram quatro estilos parentais:Autoritativo (acolhimento + monitoramento);Autoritário (rigidez com pouco diálogo);PermissivoNegligente Os adolescentes, por sua vez, foram classificados como abstêmios, consumidores apenas de álcool ou usuários de duas ou mais substâncias. Quanto aos resultados…Os dados revelam que, se os pais bebem, a chance de os filhos consumirem álcool chega a 24%, enquanto o uso de duas ou mais drogas atinge 6%.  Se os responsáveis utilizam várias substâncias — como cigarro, vape ou maconha — o risco sobe para 17% e 28%, respectivamente. Os estilos permissivo e negligente não mostraram efeito protetor significativo, o que reforça a importância de regras claras e presença ativa. Na prática, a mensagem transmitida pelos autores do estudo é: o exemplo importa, mas o vínculo, o diálogo e os limites consistentes podem romper ciclos intergeracionais de consumo.

BRASIL: Comprar produtos importados vai ficar mais caro

Quem pretende comprar celular, computador ou equipamentos voltados à produção industrial deve encontrar preços maiores nas próximas semanas. O governo Lula elevou, no começo deste mês, o imposto de importação sobre mais de mil produtos estrangeiros, entre eles smartphones, bens de capital e itens de tecnologia da informação. A mudança representa um acréscimo de até 7,2 pontos percentuais na cobrança. Com isso, máquinas usadas na indústria e dispositivos de telecomunicação passam a entrar no país com tributação mais alta, o que tende a ser repassado ao consumidor final. Celulares e notebooks, por exemplo, viram seus impostos saltarem de 14,4% para 20%. A expectativa é que o governo arrecade R$ 14 bilhões neste ano com a medida. (Aprofunde) O Ministério da Fazenda sustenta que a decisão busca proteger a capacidade tecnológica nacional. De acordo com nota técnica, as compras externas de bens de capital e de informática cresceram 33,4% desde 2022. O ministério também afirma que, em dezembro do ano passado, produtos importados já respondiam por mais de 45% do consumo interno, cenário que, na avaliação do governo, coloca em risco partes da cadeia produtiva brasileira e pode levar a uma perda de capacidade tecnológica difícil de reverter. Empresas ligadas ao comércio exterior, por outro lado, apontam que a medida reduz a competitividade e pressiona os custos das companhias. Para o setor, a consequência imediata é o aumento de preços e possível impacto na inflação. A iniciativa brasileira ocorre em meio a debates globais sobre barreiras comerciais. Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que o presidente Donald Trump ultrapassou seus limites ao adotar o chamado “tarifaço”, anulando parte das tarifas impostas a diversos parceiros comerciais. Em contraste com o caso americano, a Fazenda classifica a decisão brasileira como pontual e moderada. Segundo o governo, o objetivo é enfrentar o que chama de concorrência desigual e diminuir a dependência externa. O ministério também argumenta que a elevação das tarifas segue práticas adotadas por outros países para lidar com choques internacionais e casos de dumping.

Faculdade CESURG celebra formatura dos cursos de Administração e Ciências Contábeis

A Faculdade CESURG Marau realizou, no último sábado (21), a cerimônia de formatura dos cursos de Administração e Ciências Contábeis, celebrando a conquista de novos profissionais na área e encerrando a sequência de colações de grau públicas do último semestre. Pelo curso de Administração, colaram grau: Bruna Casagrande, Eduarda Santos da Cruz, Fábrio Conte Lodi, Gabriela Amanda Siqueira, Itacir Madoglio Junior, Larissa P. Feronatto, Lauren Cristine Vizioli, Luiz Augusto Bedin, Marcos Antonio Canton, Milene Silva Klauck e Willian Engel. Já pelo curso de Ciências Contábeis, receberam o diploma: Alessandra Busa, Arthur Bavaresco, Danieli da Trindade, Elisa Carolina Salla, Igor Miguel dos S. Roza, Janaina A. A. Gomes, Joana Elisa C. de Oliveira, Kerolin Siqueira, Larissa da Silva Censi, Laura Milena Alves, Letícia Goetz, Lucas Moura de Morais, Marceli Romanini de Oliveira, Maria Eduarda Z. Dal Pozzo, Raphael Chimento, Rodrigo Alves, Simone Caroline Faé, Stefani A. Kaller e Wilian Zanette. Durante a cerimônia, o diretor da instituição, Leandro Paludo, destacou a importância do momento para a trajetória dos formandos e para a própria instituição. “Cada formatura representa a concretização de sonhos e o resultado de muito esforço e dedicação. Temos orgulho de entregar à sociedade profissionais qualificados, éticos e preparados para contribuir com o desenvolvimento das organizações e da comunidade”, afirmou. Texto e fotos: Alessandra Formagini- Assessoria de Imprensa Faculdade CESURG Marau  

ECONOMIA: A sua conta de luz deve aumentar mais uma vez

Prepare o bolso: a conta de luz deve subir acima da inflação. Projeções de bancos e consultorias indicam alta entre 5% e quase 8%, enquanto o IPCA esperado para 2026 gira perto de 4%. A alta pode ser explicada por dois principais motivos: Fatores climáticos: Com reservatórios abaixo da média histórica e a possível transição para o El Niño — fenômeno que causa secas severas no Norte e Nordeste —, o sistema elétrico deve acionar usinas termelétricas, que são mais caras. Esse gasto adicional é repassado ao consumidor pelas famosas bandeiras tarifárias. Subsídios do governo: A Conta de Desenvolvimento Energético deve somar R$ 47,8 bilhões, alta de quase 18% em relação ao ano anterior. Esses valores financiam descontos para famílias de baixa renda, produtores rurais e outros grupos — e quem paga é o consumidor comum, via tarifa. Mas isso não é um fenômeno novo… Nos últimos 15 anos, a conta de luz subiu 177%, bem acima da inflação acumulada de 122%. Se as projeções se confirmarem, a energia deve continuar sendo um dos principais vilões da inflação em 2026. (Imagem: O Globo)

Vila Maria realiza Encontro Microrregional de Conselheiros Tutelares

Na sexta-feira, dia 20 de fevereiro, o COMDICA (Conselho Municipal da Criança e do Adolescente) e o Conselho Tutelar de Vila Maria, realizaram o Encontro da Microrregional de Conselheiros Tutelares. O encontro aconteceu no Vale Spenassato, e contou com a palestra: Postura institucional e comunicação responsável do Conselho Tutelar, ministrada pelo advogado Pedro Augusto Mezzomo Preto. Participaram do evento, conselheiros tutelares dos municípios de Vila Maria, Camargo, Nova Alvorada, Gentil, Marau e Nicolau Vergueiro, além de autoridades convidadas.

Confira quais cargos estarão em disputa nas Eleições 2026

Em outubro, mais de 150 milhões de brasileiras e brasileiros irão às urnas eletrônicas para escolher o presidente da República, governadores e senadores, bem como deputados federais, estaduais e distritais. O 1º turno das Eleições Gerais de 2026 acontece no dia 4 de outubro, quando o eleitorado fará seis escolhas nas urnas, nesta ordem: *deputado federal; *deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal); *senador (primeira vaga); *senador (segunda vaga); *governador e vice-governador; *e presidente e vice-presidente da República. Se houver necessidade, eventual 2º turno para a definição das disputas para presidente da República e governadores ocorrerá no dia 25 de outubro. Renovação das casas legislativas As votações de uma eleição geral combinam os sistemas eleitorais proporcional e majoritário. Os deputados são eleitos pelo sistema proporcional, enquanto os senadores, os governadores e o presidente são escolhidos por meio do sistema majoritário. Confira a distribuição das vagas: Deputados: são 513 as vagas para o cargo de deputado federal. Já os eleitos para deputado estadual preencherão 1.035 cadeiras nas Assembleias Legislativas. Por sua vez, são 24 as vagas para o cargo de deputado distrital. Segundo o sistema proporcional, as cadeiras são distribuídas entre os partidos e as federações, conforme a respectiva votação total, e preenchidas pelos candidatos mais votados dentro dessas legendas, de acordo com o cálculo dos quocientes eleitoral e partidário. Senadores: o Senado Federal terá 54 cadeiras renovadas (dois terços do total de 81), seguindo o sistema de rodízio a cada quatro anos. A eleição é de natureza majoritária simples, ou seja, os dois candidatos com a maior votação em cada estado são eleitos. O mandato dos senadores dura oito anos, ao contrário dos mandatos de todos os outros cargos, que valem por quatro anos. Cada senador também tem dois suplentes na chapa, que o substituem em caso de necessidade. Governadores e vice-governadores: serão escolhidas 27 chapas, uma para cada um dos 26 estados e uma para o Distrito Federal. O sistema majoritário exige que a chapa obtenha mais de 50% dos votos válidos para vencer em 1º turno. Caso contrário, a eleição será decidida em 2º turno entre os dois candidatos mais votados. Presidente e vice-presidente da República: uma chapa será escolhida para o comando do Executivo Federal. Assim como na disputa estadual, a vitória em 1º turno também exige a maioria absoluta dos votos válidos, podendo haver 2º turno, se necessário. Competências dos cargosPresidente da República: é o símbolo maior da liderança nacional. Supervisiona todo o governo federal, define rumos de política econômica, relações exteriores, segurança, saúde e educação, entre outros. Governadores: são chefes do Poder Executivo em cada estado e no Distrito Federal e atuam com foco em políticas estaduais de saúde, segurança pública local, educação regionalizada e articulação federativa. Senadores: cada estado escolhe dois senadores em 2026, compondo o Senado Federal, que representa os estados e aprova leis de longo prazo. Têm competências exclusivas, como processar e julgar o presidente da República e aprovar autoridades indicadas pelo Executivo, como ministros do Supremo Tribunal Federal e o presidente do Banco Central. Deputados federais: representam a população dos estados na Câmara dos Deputados. São responsáveis por legislar em âmbito nacional, propor, discutir, votar, criar, revisar leis, fiscalizar contas e atos do governo federal e aprovar o orçamento público Deputados estaduais e distritais: atuam nas assembleias legislativas estaduais ou na Câmara Legislativa do Distrito Federal, legislando sobre matérias estaduais e fiscalizando o Poder Executivo local. Regras para lançamento de candidaturas Apenas partidos com registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) podem lançar candidaturas. Atualmente, há 30 legendas registradas na Corte. A legislação ainda permite a formação das federações partidárias, nas quais duas ou mais siglas atuam como um único partido por, no mínimo, quatro anos, inclusive no momento de apresentar candidatos. Idade mínima por cargo De acordo com o artigo 14 da Constituição Federal de 1988, a idade mínima para concorrer aos cargos de uma eleição é condição de elegibilidade. Veja: *Presidente da República, vice-presidente da República e senador: 35 anos. *Governador e vice-governador de estado e do Distrito Federal: 30 anos. *Deputado federal e deputado estadual ou distrital: 21 anos. Fonte: TSE

DESTAQUE: Tatiana Sampaio: a brasileira do momento

Genialidade, coragem e perseverança. São essas três das muitas palavras que descrevem a brilhante trajetória de Tatiana Sampaio ao longo de quase três décadas. Bióloga e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela coordena o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular no Instituto de Ciências Biomédicas. Desde 1998, dedica sua carreira a entender como proteínas podem reconstruir conexões nervosas perdidas. Discreta, persistente e movida por uma inquietação científica, Tatiana escolheu enfrentar um dos maiores desafios da medicina: a lesão medular. Foi dessa trajetória que nasceu a polilaminina, versão recriada em laboratório da laminina, proteína natural que auxilia os neurônios a se conectarem. Produzida a partir da placenta humana, a molécula funciona como uma espécie de “andaime biológico”, favorecendo a formação de novas conexões nervosas em áreas lesionadas. Na prática, em um campo onde a regra sempre foi adaptação, e não reversão, a cientista ousou propor regeneração. Os resultados chamaram atenção Nos estudos iniciais, oito pacientes paraplégicos e tetraplégicos receberam a aplicação experimental da substância. O resultado: seis apresentaram recuperação de movimentos, incluindo um que estava paralisado do ombro para baixo que voltou a andar sozinho. A descoberta gerou R$ 3 milhões em royalties para a UFRJ, o maior valor já recebido pela instituição. Maaas… nem tudo são flores. Cortes orçamentários cortes severos no orçamento da UFRJ em 2015 e 2016 impediram o pagamento das taxas internacionais da patente, fazendo com que o Brasil perdesse os direitos globais sobre a tecnologia. A patente nacional só foi preservada porque a própria Tatiana arcou temporariamente com os custos do próprio bolso. Em janeiro, a Anvisa autorizou o início da fase clínica para avaliar a segurança do tratamento em cinco voluntários. A expectativa é confirmar se a aplicação direta da proteína na lesão estimula a reorganização das conexões nervosas.

Festival de Balonismo de Marau divulga programação oficial do evento que celebra os 71 anos do município

Marau se prepara para viver um fim de semana de espetáculo, emoção e grandes atrações. De 6 a 8 de março de 2026, o município realiza o Festival de Balonismo, evento que integra as comemorações dos 71 anos da cidade e promete encantar moradores e visitantes com atividades para toda a família. A programação reúne voos competitivos, apresentações musicais, Night Glow, atrações culturais, praça de alimentação e experiências que combinam lazer, turismo e entretenimento. As atividades terão como base o Parque Municipal Lauro Ricieri Bortolon e o Estádio Carlos Renato Bebber, pontos estratégicos para os voos e grandes espetáculos. Confira a programação oficial: Sexta-feira – 06/0317h – Abertura da praça de alimentação17h30 – 1º voo para imprensa e convidados (saída do Estádio Carlos Renato Bebber)18h – Show com Grupo Karisma20h – Night Glow no Estádio Carlos Renato Bebber21h – Show com Indústria Musical Sábado – 07/036h30 – 1º voo competitivo com alvo na lagoa do parque11h – Abertura da praça de alimentação12h – Piazitos do Pago14h – Abertura da programação de Páscoa com o espetáculo Jardim Encantado15h30 – Cristiano Esberce17h30 – 2º voo competitivo (saída do Estádio Carlos Renato Bebber)17h45 – Protocolo oficial de abertura da Páscoa e do Festival de Balonismo18h – Os Comodoros19h30 – Carreata de fogos20h – Night Glow no Estádio Carlos Renato Bebber21h – Show com Cácio e Marcos Domingo – 08/036h30 – 3º voo competitivo com alvo na lagoa do parque8h – Início do Encontro de Carros Antigos11h – Abertura da praça de alimentação12h – Big River Duo15h – La Constancia16h – Entrega da premiação aos pilotos vencedores17h – Show com Sandro Coelho17h30 – Voo de encerramento (saída do Estádio Carlos Renato Bebber) Além dos voos competitivos e do tradicional Night Glow, o festival contará com atrações culturais, programação especial de Páscoa, gastronomia variada e apresentações musicais ao longo dos três dias. O Festival de Balonismo nasce com o propósito de fortalecer o turismo, movimentar a economia local e consolidar Marau como palco de grandes eventos, oferecendo uma experiência visual e emocional que promete ficar na memória do público.

V Dia de Campo de Verão 2026 da Faculdade CESURG acontece nesta quinta-feira (26)

O V Dia de Campo de Verão 2026 da Faculdade CESURG Marau, acontece nesta quinta-feira, dia 26 de fevereiro, das 17h às 21h, na Área Experimental da instituição, às margens da ERS 324, entre Marau e Vila Maria. A atividade reunirá alunos, empresários do agronegócio, produtores rurais e demais interessados no setor, promovendo um ambiente de troca de experiências, atualização técnica e aproximação entre a academia e o mercado. Nesta edição, mais de 60 empresas estarão presentes, apresentando novidades e soluções para o campo. Durante o Dia de Campo, os visitantes poderão conferir de perto cultivares de soja, híbridos de milho, soluções de instituições financeiras, máquinas e equipamentos agrícolas, além de práticas de manejo fitossanitário, nutricional e biológico. A Rádio Vila Maria FM abriu espaço para o Coordenador do curso de Agronomia da Faculdade, Diogo da Silva Moura, que lembrou que o evento é voltado especialmente a quem busca conhecimento e conexão com o setor produtivo. “O Dia de Campo é  para a comunidade, sejam estudantes, produtores rurais, empresários ou  profissionais que querem estar atualizados com as principais tecnologias e manejos do agro. Quem visitar o evento encontrará, na prática, o que faz a diferença no dia a dia da propriedade. É um momento para toda a família prestigiar, trocar experiências e vivenciar um ambiente de  aprendizado e fortalecimento do agro”, ressaltou o professor. O evento é gratuito e aberto ao público. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (55) 99966-0261 ou pelo site cesurgmarau.com.br.

ECONOMIA: A semana de R$ 37 bilhões

Está marcado para esta quarta-feira um julgamento no Supremo Tribunal Federal que pode gerar uma economia às empresas e um prejuízo ao governo federal. A discussão: O ISS deve, ou não, ser excluído da base de cálculo dos impostos PIS/Cofins. Em outras palavras, se um imposto já pago deve ser considerado na hora de pagar outros impostos, para que não aconteça uma dupla tributação. Pense que uma empresa paga os tributos federais PIS/Cofins com base no faturamento. No entanto, uma parte desse faturamento foi usada para pagar o tributo municipal ISS — pago por basicamente todas as empresas de serviços. Por que isso importa? O setor de serviços representa cerca de 70% do PIB brasileiro. Caso a decisão do STF seja favorável ao contribuinte, o próprio governo federal estima que deveria devolver R$ 37 bilhões retroativos às empresas. Em um momento em que o Planalto busca equilibrar as contas públicas, tendo aumentado ou criado impostos nos últimos anos, a mudança pode sair como um balde de água fria para Lula, Haddad e companhia. O caso ICMS em 2017 A lógica é parecida com o tributo estadual do ICMS, que desde 2017, também por decisão do Supremo, passou a ser excluído da base de cálculo do PIS/Cofins. No entanto, em 2019, o ministro Dias Toffoli entendeu que os casos eram diferentes, abrindo a discussão especificamente do ISS. Desde então, a pauta teve idas e vindas na Corte. Agora, ela pode ser definida de vez — e impactar a maior parte das empresas do país.

TRADICIONALISMO: Praça de Alimentação da VI Festa Campeira terá atrações para toda a família

Entre os destaques da VI Festa Campeira de Marau, que acontece de 26 de fevereiro a 1º de março, no Parque Municipal Lauro Ricieri Bortolon, está a Praça de Alimentação. Localizado no Espaço Cultural e Gastronômico Capitão João La Maison, recentemente reformulado, o ambiente de 2.600 m² dispõe de pavilhões com estrutura metálica, cobertura térmica, banheiros, palco e diversas opções de lazer e entretenimento para toda a família. Uma das novidades desta edição é a participação do Grupo de Artesãos de Marau, vinculado à Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos. Cerca de 20 artesãos estarão no local com exposição e comercialização de peças como crochê, tricô, itens decorativos e outros produtos feitos à mão. A gastronomia também terá variadas opções, como xis, pastel, cachorro-quente, crepe, batata chips, pizza em pedaço, hambúrguer, churros e espetinho de carne. O público também poderá aproveitar duas sorveterias, bebidas geladas e a tradicional caipirinha no pilão. O espaço contará ainda com comércio variado, incluindo duas lojas de pilchas e artigos gaúchos, loja de roupas jeans e espaço kids, com loja de brinquedos e máquina de ursinhos. Também na Praça de Alimentação, está o palco onde acontecerão todos os shows gratuitos do evento. A programação musical inicia na sexta-feira (27), às 21h, com o Grupo Batecoxa. No sábado (28), feriado municipal, o público poderá prestigiar dois grandes espetáculos: Cristiano Quevedo, às 20h30, e Poncho Velho, às 22h. Encerrando a agenda de shows, no domingo (1º), às 18h, sobe ao palco João Luís Corrêa. Assim como nas apresentações musicais, o acesso ao Parque Municipal Lauro Ricieri Bortolon é gratuito para pedestres. O estacionamento terá custo de R$ 15 para carros e R$ 10 para motocicletas. Além das atrações musicais, a VI Festa Campeira de Marau contará com uma extensa programação tradicionalista, incluindo provas campeiras, tiro de laço, vaca parada, gineteada e esportes campeiros, com mais de R$ 100 mil em premiações. As provas campeiras iniciam ainda na quinta-feira (26), às 17h, com as disputas individuais de laço, seguido da Taça em duplas a partir das 19h. Na sexta-feira (27), a programação inicia cedo, às 7h, com o 4º Duelo Guerreiros do Laço. À tarde, às 13h, ocorre o tradicional Laço Família, com diversas categorias, fortalecendo a integração entre gerações. O sábado (28) começa às 7h30 com o 3º Duelo Baronesas do Laço. Na sequência, ocorre o início do Laço Quarteto e Dupla do Rodeio. A abertura oficial do rodeio está marcada para as 18h, seguida da continuidade das provas e gineteada na pista 2.  No domingo (1º), as atividades iniciam às 6h30 com a recuperação de armada e seguem com as finais das provas de laço quarteto, duplas e duelos. Às 14h ocorre a prova de vaca parada, voltada às categorias mirins. Durante o dia também serão realizados jogos campeiros, como bocha campeira e bocha 48. A final da gineteada está marcada para as 16h, seguida da última volta do laço quarteto. A VI Festa Campeira de Marau é uma realização da Prefeitura Municipal de Marau, por meio da Secretaria de Cultura, Turismo e Eventos, Câmara de Vereadores, 7ª Região Tradicionalista, MTG e entidades tradicionalistas. .

Com mais de mil alunos, Faculdade CESURG celebra início do ano letivo

A Faculdade CESURG Marau iniciou o semestre letivo de 2026 com programação especial de volta às aulas. A recepção aos alunos contou com a animação dos DJs Marcos Vicenzi e Gabriel Pasin, que comandaram a trilha sonora da noite e garantiram um ambiente descontraído para dar as boas-vindas aos estudantes. Com mais de mil alunos, a Faculdade CESURG consolida-se como uma das principais instituições de ensino superior da região. Atualmente, são oferecidos os cursos de Agronomia, Administração, Ciências Contábeis, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, além dos cursos técnicos em Desenvolvimento de Sistemas e Enfermagem. O diretor da instituição, Leandro Paludo, destaca que o momento é de entusiasmo e renovação. “A volta às aulas representa recomeço, oportunidades e crescimento. Estamos preparados para mais um semestre de muito aprendizado e conquistas”, afirma Paludo. Além da estrutura moderna e do corpo docente qualificado, a Faculdade CESURG reforça seu compromisso com a formação acadêmica de excelência e com o desenvolvimento regional, promovendo integração, inovação e experiências que vão além da sala de aula. Alessandra FormaginiAssessoria de Imprensa Faculdade CESURG Marau

Chuvas aliviam estresse da soja no Rio Grande do Sul

As chuvas registradas entre os dias 12 e 15 de fevereiro recuperaram momentaneamente as lavouras de soja no Rio Grande do Sul do estresse provocado pela falta de precipitações nas últimas semanas. A recomposição parcial da umidade do solo ocorreu em área mais abrangente, especialmente na Fronteira com o Uruguai e no Centro-Oeste do Estado, favorecendo a recuperação da turgidez vegetal e atenuando, de forma temporária, os sintomas de déficit hídrico. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (19/02) pela Emater/RS-Ascar. Apesar da melhora recente, a cultura da soja ainda apresenta elevada variabilidade de potencial produtivo entre lavouras, reflexo da distribuição irregular das chuvas e da persistência de alta demanda evaporativa. Esses fatores resultaram em déficits hídricos diferenciados entre regiões e áreas de cultivo. Em parte das lavouras, a produtividade projetada permanece próxima à expectativa inicial, desde que haja continuidade das chuvas nas próximas semanas. No entanto, perdas já estão consolidadas em áreas submetidas a déficit hídrico prolongado, especialmente em solos rasos e arenosos e em posições de relevo mais elevadas. Atualmente, 85% das lavouras estão em fase reprodutiva, sendo 35% em florescimento e 50% em enchimento de grãos — período crítico para definição do rendimento. Nas áreas mais afetadas, observam-se senescência precoce, abortamento de flores e vagens, redução da área foliar e heterogeneidade na estatura das plantas. Em contrapartida, lavouras em solos com maior capacidade de retenção de água, como várzeas e áreas com adequada cobertura de palhada, mantêm melhor condição fisiológica e maior potencial produtivo. Não há pressão significativa de pragas; são realizados controles pontuais de ácaros, tripes e percevejos. Há incidência de ferrugem-asiática, sobretudo em locais com maior umidade, com aplicações calendarizadas de fungicidas e alternância de princípios ativos. Entre as demais culturas de verão, a colheita do milho alcança 58% de área cultivada, com produtividade satisfatória e próxima à projetada inicialmente nas áreas já colhidas. As lavouras remanescentes apresentam grande variabilidade de potencial produtivo, em razão da irregularidade das chuvas e do déficit hídrico em fases críticas. Nas áreas tardias e de segunda safra, há limitações no estabelecimento e no desenvolvimento vegetativo devido à baixa umidade do solo e às temperaturas elevadas. Onde houve precipitações recentes, observa-se recuperação parcial do potencial, condicionada à continuidade das chuvas. Há presença de cigarrinha em diversas regiões, com monitoramento e controles pontuais. No milho destinado à silagem, o estresse hídrico segue afetando muitas lavouras, embora as precipitações esparsas tenham amenizado os efeitos das altas temperaturas e da intensa radiação solar. O impacto foi mais severo em áreas com manejo deficiente. Talhões com solo bem estruturado e adubação ajustada apresentam rendimento satisfatório, com acúmulo adequado de biomassa e matéria seca, permitindo cortes na janela ideal. Já em áreas com manejo menos criterioso, a irregularidade hídrica resultou em menor estatura e produção de massa verde, além de variação na qualidade da silagem, com possível reflexo no desempenho animal. A colheita do feijão de primeira safra está praticamente concluída nas regiões de plantio precoce ou intermediário. Nos Campos de Cima da Serra, onde predomina o plantio tardio, ainda há áreas em desenvolvimento, floração e enchimento de grãos. Os preços pagos ao produtor estão bastante depreciados, desestimulando investimentos na segunda safra. Já o feijão de segunda safra apresenta bom estabelecimento, emergência e arranque inicial. Apesar do período de restrição hídrica e de tempo quente, o quadro é de normalidade, pois as lavouras ainda não estão nas fases mais sensíveis ao estresse hídrico. A cultura do arroz apresenta desenvolvimento fisiológico adequado, favorecido pela elevada radiação solar e pela disponibilidade hídrica satisfatória nos sistemas de irrigação. Predominam lavouras nas fases reprodutivas de floração e enchimento de grãos, com avanço gradual da colheita nas áreas mais precoces. As temperaturas elevadas durante a antese podem ter causado esterilidade parcial de espiguetas, com possível impacto pontual no rendimento final. De modo geral, entretanto, a perspectiva é de produtividades dentro das estimativas iniciais, condicionadas à manutenção das condições hídricas e térmicas ao longo do enchimento de grãos e da maturação. Fonte: Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Mateus de Oliveira

Operação Castelo de Cartas é deflagrada em Passo Fundo

Na manhã desta quinta-feira, dia 19 de fevereiro, a POLÍCIA CIVIL, por meio da DRACO PASSO FUNDO, coordenada pelo Delegado Venicios Demartini, deflagrou a operação CASTELO DE CARTAS, visando desarticular associação criminosa dedicada especialmente aos crimes de extorsão, comércio e posse ilegal de arma de fogo. A operação policial contou com o apoio das delegacias da 6ª DPRI, Delegacia de Polícia de Torres, CRPO Planalto e sua Seção de Correição, Corregedoria Geral da Brigada Militar. Na ação, cerca de 40 policiais civis e militares cumpriram 5 mandados de prisão, sendo dois em desfavor de policiais militares, e 13 mandados de busca e apreensão em Passo Fundo. Em um dos endereços foi apreendida grande quantidade de anabolizantes, medicamentos e produtos estéticos de origem estrangeira, um revólver calibre 357, munição e mais de noventa mil reais em espécie. Um homem foi preso em flagrante. Destaca-se que a investigação iniciou no mês de setembro de 2025, quando policiais da DRACO realizaram a prisão em flagrante de um indivíduo com diversas armas comercializadas ilegalmente. Durante as investigações, comprovou-se o envolvimento de policiais militares nos crimes apurados. Revelou-se também a existência de um grupo paralelo especializado em cobranças e extorsões. As investigações seguem em sigilo até a conclusão e remessa do inquérito policial. Resumo da Operação 6 presos, 5 preventivas e um flagrante; 1 bombeiro militar já afastado e que já havia sido preso em setembro pela DRACO, na epoca com a participação também da Corregedoria do CBM; 2 PMs da ativa, um já afastado e o outro na operação verão; 2 civis (não policiais), um também por preventiva e outro (irmão do bombeiro) em flagrante por posse arma restrita e crime contra a saúde (anabolizantes e medicamentos restritos); 1 civil (não policial); 1 PM da ativa mas já afastado, não foi localizado, segue sendo procurado;

Brasil quer parceria com Índia para produção de remédios e vacinas

O governo brasileiro manifestou, na quarta-feira (18), a intenção de estabelecer cooperação com a Índia para produção de medicamentos e vacinas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, integra a comitiva do presidente Lula que está em Nova Délhi para participar da cúpula sobre impacto da inteligência artificial. Segundo Padilha, conforme divulgou o governo, a proposta de parceria inclui instituições públicas e empresas dos dois países para produção de medicamentos oncológicos e também remédios para combater doenças tropicais. Sistemas públicos Em encontro com os ministros indianos Jagat Prakash Nadda (Saúde e Bem-Estar da Família) e Prataprao Jadhav (de Medicina Tradicional), Padilha apresentou também a intenção de ampliar as ações e trocas de experiências sobre o acesso gratuito da população aos serviços de saúde. “Brasil e Índia têm sistemas públicos robustos, forte capacidade científica e papel estratégico no Sul Global. Nossa cooperação em saúde pode ampliar o acesso da população a medicamentos, fortalecer a produção local e impulsionar a inovação”, afirmou o ministro brasileiro. Padilha convidou os indianos para integrar a Coalizão Global para Produção Local e Regional, Inovação e Acesso Equitativo. “Queremos que Índia e Brasil estejam na linha de frente de uma nova agenda internacional de saúde baseada em produção local, inovação e cooperação solidária”, ponderou. Inteligência artificial Outra discussão entre autoridades do Brasil e da Índia teve relação com a utilização de tecnologias digitais e inteligência artificial para organização dos sistemas públicos de saúde. Segundo Padilha, o intercâmbio em saúde digital pode colaborar com a modernização do SUS, ampliar o acesso e qualificar o cuidado à população. Uma outra proposta foi a implementação de uma biblioteca digital de medicina tradicional, reunindo evidências científicas, protocolos, estudos clínicos, registros históricos e boas práticas sobre práticas integrativas e complementares em saúde. Fonte: Agência Brasil

COOPERATIVISMO: Sicredi chega a 10 milhões de associados em todo o Brasil

O Sicredi atingiu o marco de 10 milhões de associados, reforçando sua posição como uma das principais instituições financeiras cooperativas do país. Nos últimos cinco anos, a base mais do que dobrou, passando de 5 milhões de pessoas em 2021 para o patamar atual, evidenciando a força e a atratividade do modelo cooperativo no Brasil. Somente nos últimos 12 meses, o aumento foi de 13% no número de associados. Esse avanço é sustentado por uma base diversa, que reflete a pluralidade de públicos atendidos e a ampla capilaridade do cooperativismo. Do total de associados, 75% são pessoas físicas. As pessoas jurídicas representam 16%, com destaque para micro, pequenas e médias empresas, segmento no qual o Sicredi já atende 27% das pequenas empresas brasileiras, somando aproximadamente 400 mil CNPJs. Já o segmento Agro, com 9% da base, reforça a histórica atuação da instituição junto ao agronegócio e às economias locais. “Alcançar a marca de 10 milhões de associados é um momento histórico e motivo de muito orgulho para as 100 cooperativas que integram o nosso Sistema. Esse resultado reflete a confiança das pessoas no nosso modelo, que une crescimento sustentável, relacionamento próximo e impacto positivo nas comunidades”, salienta Fernando Dall’Agnese, presidente do Conselho de Administração da SicrediPar. Expansão e impacto positivo Para acompanhar esse avanço e manter a proximidade com seus associados, o Sicredi conta atualmente com mais de 3 mil pontos de atendimento distribuídos em 2,2 mil municípios, garantindo presença em todo o território nacional. Somente no último ano, foram inauguradas mais de 190 agências, e a projeção é encerrar 2026 com cerca de 200 novos espaços, mantendo o ritmo acelerado de expansão da rede física.  Essa ampliação reforça o compromisso da instituição financeira cooperativa em gerar valor para quem faz parte do cooperativismo. Na edição mais recente do Benefício Econômico do Sicredi (BES), indicador calculado com base na metodologia do Banco Central, foram registrados R$ 25,5 bilhões em benefícios econômicos gerados aos associados em 2024. O dado, referente à última medição anual disponível, representa uma economia de R$ 2.931,17 por associado.  Com o crescimento consistente, o modelo cooperativo também se traduz em impacto positivo nos locais onde está presente. Ao se tornarem associadas, as pessoas contribuem para o desenvolvimento de suas regiões, já que parte dos recursos retorna às comunidades por meio de programas e projetos sociais, iniciativas de educação financeira, apoio ao empreendedorismo e investimentos em desenvolvimento local. Como evidencia o Relatório de Sustentabilidade 2025, foram mais de R$ 435 milhões investidos em iniciativas sociais em 2024 por meio do FATES, Fundo Social, doações, leis de incentivo e patrocínios socioculturais. No mesmo ano, foram concedidos aproximadamente R$ 15 bilhões ao empreendedorismo feminino, e a carteira de crédito de Economia Verde somou cerca de R$ 58 bilhões. “A marca de 10 milhões de associados vai além de um número e reflete a força do nosso modelo, que cresce gerando impacto positivo. Cuidar da vida financeira das pessoas enquanto impulsionamos o desenvolvimento das regiões onde atuamos é o que transforma resultados em benefícios concretos para nossos associados e comunidades”, destaca César Bochi, diretor-presidente do Banco Cooperativo Sicredi. Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

MUNDO: EUA a um passo de atacar o Irã

Informações de Washington indicam que os EUA estão cada vez mais próximos de iniciarem uma guerra no Oriente Médio caso não cheguem a um acordo com o Irã. A operação, inclusive, pode ocorrer até o fim de semana, dependendo somente do comando de Trump. Embora ambos os países tenham dito que as negociações avançaram após o encontro de Genebra nesta terça-feira, os americanos parecem não estar otimistas quanto a fechá-las. Ao contrário do que ocorreu em junho do ano passado, esta operação seria uma ofensiva conjunta entre EUA e Israel, com o objetivo de destruir o programa nuclear e causar a queda do regime iraniano. O que sustenta essa tese: Além de um novo porta-aviões, o Pentágono enviou à região dezenas de caminhões-tanque, 150 aviões de carga militar e outros 50 caças de elite (F-35 e F-22) nas últimas 24 horas. Com isso, os EUA alcançam o maior poderio aéreo no Oriente Médio desde a invasão do Iraque, em 2003. Por que isso importa: Um conflito no Oriente Médio poderia trazer precedentes extremamente perigosos com relação à segurança, uma vez que outros países possivelmente também se envolveriam no caso. Quanto à parte econômica, teria um impacto direto no preço do barril de petróleo, que subiu 4% ontem — para pouco mais de US$ 70 — após o Irã anunciar o fechamento parcial do Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial. Do outro lado, o Irã tem realizado exercícios com mísseis reais junto com um navio russo e deve lançar foguetes hoje em áreas do sul do país. Em meio à tensão, o líder supremo Ali Khamenei afirmou que o governo possui armas capazes de enviar os porta-aviões americanos “ao fundo do mar”.

Emater/RS-Ascar consolida atuação ambiental contínua

A atuação ambiental da Emater/RS-Ascar reafirmou-se como uma política pública contínua e estruturante no Rio Grande do Sul. Além de articular a produção agropecuária com a conservação dos recursos naturais, saneamento rural, segurança alimentar e inclusão social, a Instituição integra, historicamente, a Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) e inclui a presença permanente nos territórios rurais do Estado. De acordo com a extensionista rural Thais Michel, no período de 2021 e 2025, essa atuação ocorre em meio à intensificação das crises climáticas. As estiagens prolongadas e enchentes recorrentes tiveram impactos severos sobre a agricultura e a pecuária familiar, bem como sobre os povos indígenas, as comunidades quilombolas e de pescadores artesanais. Para 2026, a Emater/RS-Ascar projeta o fortalecimento da Aters ambiental como eixo estratégico de atuação, “ampliando sua contribuição na adaptação às mudanças do clima, na qualificação dos sistemas produtivos e no suporte técnico à implementação de políticas públicas ambientais a partir dos territórios rurais do Rio Grande do Sul”, anuncia Thais. No Plano ABC+ (2020 – 2030), a Emater/RS-Ascar atua na difusão de práticas agropecuárias de baixa emissão de carbono, com destaque para recuperação de pastagens degradadas, sistemas integrados de produção, manejo conservacionista do solo, plantio direto de grãos e hortaliças, fixação biológica de nitrogênio, florestas plantadas e tratamento de dejetos animais. “A partir da Aters, a Instituição apoia a adoção dessas práticas com foco na redução de emissões, aumento da eficiência produtiva e adaptação às mudanças climáticas, fortalecendo a sustentabilidade da agricultura e da pecuária familiar no Rio Grande do Sul”, explica a extensionista. CONSERVAÇÃO DO SOLO E RESILIÊNCIA CLIMÁTICA A conservação do solo segue como um dos eixos mais consolidados da atuação ambiental da Emater/RS-Ascar. As práticas conservacionistas incluem o manejo produtivo regular das propriedades assistidas e são reforçadas por contratos públicos e programas governamentais voltados à adaptação climática e à estabilidade produtiva. Entre 2021 e 2025, foram registradas cerca de 70 mil ações relacionadas ao uso de plantas recuperadoras do solo, além de aproximadas 24 mil ações de descompactação e 5,9 mil intervenções com construção de terraços e curvas de nível. Essas atividades evidenciam a importância do manejo conservacionista para a redução da erosão, aumento da infiltração de água e manutenção da produtividade agrícola e pecuária. Ainda, houveram 15,5 mil ações de lotação controlada na Integração Lavoura-Pecuária no período, reforçando o elo entre produção animal e conservação do solo, especialmente em sistemas de agricultura familiar e pecuária familiar. AGROECOLOGIA, AGRICULTURA DE BASE ECOLÓGICA E PRODUÇÃO ORGÂNICA Outro destaque do intervalo é a agroecologia e a agricultura de base ecológica, área em que a Emater/RS-Ascar desempenhou papel decisivo. Sua atuação foi constituída pela difusão de práticas sustentáveis, assim como pelo acompanhamento da transição de sistemas convencionais e na organização social dos agricultores. Foram contabilizadas cerca de 48,5 mil ações de agricultura de base ecológica, resultado do processo contínuo de orientação técnica, reformulação de sistemas produtivos e acompanhamento da transição de modelos convencionais. A consolidação das feiras ecológicas no Estado, responsáveis por fortalecer as redes de agroecologia e viabilizar a comercialização por meio de mercados institucionais, como os programas de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), contou com 3,7 mil ações. Práticas alternativas, como o uso de bioinsumos e de homeopatia vegetal e animal, contaram com 4,6 mil e 5,4 mil ações, respectivamente, consolidando a diversidade de ferramentas técnicas mobilizadas para reduzir a dependência de insumos externos e ampliar a autonomia produtiva das famílias rurais. “Mais do que responder a crises, a atuação ambiental da Emater constrói resiliência, reduz vulnerabilidades e sustenta a transição para sistemas produtivos mais equilibrados”, destaca Thais Michel. SANEAMENTO AMBIENTAL E GESTÃO DA ÁGUA NO MEIO RURAL O saneamento ambiental e a gestão da água constituem um dos maiores volumes de ações no período analisado. Cerca de 15,5 mil ações estiveram relacionadas à instalação, manutenção e limpeza de reservatórios, enquanto a proteção de fontes naturais e poços somou cerca de 4,6 mil registros. Nesse contexto, as ações ligadas às redes coletivas e individuais de abastecimento de água totalizaram 6,8 mil ações. As práticas de reaproveitamento e organização para coleta seletiva, com 39 mil ações, aliadas às 18,3 mil ações de compostagem, foram essenciais para promover práticas adequadas de manejo de resíduos sólidos no meio rural. BIODIVERSIDADE, CAMPO NATIVO E SISTEMAS INTEGRADOS DE PRODUÇÃO Na interface entre produção agropecuária e conservação da biodiversidade, o manejo e o melhoramento do campo nativo permanecem como agendas permanentes da Aters ambiental. Os dados indicam 7,8 mil ações relacionadas à pecuária familiar em áreas de campo nativo. As intervenções em sistemas agroflorestais e silvipastoris somam 530 e 620 ações, respectivamente. Embora numericamente menores, essas atividades apresentam alta complexidade técnica e relevância ambiental, associadas à restauração ecológica e à diversificação produtiva. Por fim, foram registradas 3,4 ações de manejo do campo nativo na bovinocultura de corte (não familiar). EDUCAÇÃO E GESTÃO AMBIENTAL E SUPORTE ÀS POLÍTICAS PÚBLICAS A transversalidade ambiental também se expressa nas ações de educação ambiental, gestão ambiental e suporte técnico às políticas públicas. Entre 2021 e 2025, foram contabilizadas 32,4 mil ações de educação ambiental e mais de 70,4 mil registros de geoprocessamento, fundamentais para projetos de restauração, regularização e execução de políticas públicas ambientais. Somam-se a esse conjunto milhares de ações relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), outorgas de uso da água, laudos e vistorias ambientais e 20 mil ações de saneamento ambiental e recomposição. A leitura acumulada dos dados demonstra uma Aters ambiental robusta, com capacidade operacional, continuidade histórica e presença territorial permanente. Mais do que responder a crises climáticas, a atuação da Emater/RS-Ascar no período analisado contribui com a redução de vulnerabilidades e sustento da transição para sistemas produtivos mais equilibrados, socialmente justos e ambientalmente adaptados às condições do Rio Grande do Sul. Foto: Divulgação Emater/RS-Ascar Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar Jornalista Taline Schneider Estagiária Júlia Campos

BRASIL: Afinal, o Carnaval foi ou não foi propaganda eleitoral?

O Carnaval da Sapucaí virou palco de política — e também de disputa jurídica. O desfile da Acadêmicos de Niterói, que homenageou Lula, abriu um novo capítulo de tensão entre governo e oposição. O enredo, intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, contou a trajetória de vida do presidente. Além disso, aproveitou para satirizar Bolsonaro e a classe evangélica, retratada em fantasias de “latas de conserva”. A discussão, no entanto, vai além do sambódromo O que diz a direitaOpositores afirmam que o desfile pode configurar propaganda eleitoral antecipada, já que a apresentação exibiu o número e o símbolo do PT. Pela lei, a propaganda para cargos eletivos só é permitida a partir de 15 de agosto do ano da eleição. Integrantes da direita também apontam incoerência do TSE ao lembrar que, em 2022, Alexandre de Moraes proibiu Bolsonaro de usar imagens do 7 de Setembro em sua campanha. O que diz a esquerda O governo e o PT rebatem as acusações, afirmando que se trata de manifestação cultural, sem qualquer pedido explícito de votos. O Planalto, inclusive, orientou ministros a não participarem do desfile para evitar questionamentos. Mesmo assim, há uma certa preocupação nos bastidores com o impacto do episódio no Judiciário — ainda mais pelo fato de Nunes Marques e André Mendonça (indicados ao STF por Bolsonaro) assumirem o comando do TSE a partir de junho. Analistas avaliam que o caso não deve levar à inelegibilidade de Lula, mas pode influenciar o tom da pré-campanha presidencial. Curiosidade: Em 2006, também ano eleitoral, vereadores do PT de São Paulo entraram com uma ação na Justiça para impedir que a escola de samba Leandro de Itaquera desfilasse com homenagens a Geraldo Alckmin e José Serra.

BRASIL: Moraes “enquadrou” a Receita Federal?

Um novo episódio envolvendo Alexandre de Moraes e a Receita Federal trouxe à tona o debate sobre o limite da atuação de ministros do Supremo quando envolvidos — direta ou indiretamente — nos casos investigados. Antes de tudo, vamos ao contexto… Em janeiro, Moraes ordenou que a Receita Federal rastreasse acessos aos dados fiscais de ministros do Supremo e seus familiares — chegando a mais de 100 pessoas. Por conta própria, o ministro abriu o inquérito de ofício como um desdobramento do Inquérito das Fake News, de 2019, que apura ataques coordenados contra magistrados. A investigação teve início após reportagens que revelaram o contrato de quase R$ 130M de sua esposa com o Banco Master. Na prática, a suspeita era de que auditores da Receita ou do Coaf haviam vazado esses dados para a imprensa. Ontem pela manhã, a PF cumpriu quatro mandados de busca e apreensão mirando servidores públicos, afastando-os de seus cargos, impedindo-os de saírem do país e colocando-lhes tornozeleira eletrônica. Horas depois, o STF comunicou que identificou “múltiplos acessos ilegais” por parte de quatro servidores da Receita Federal, divulgando seus nomes e quebrando sigilos bancários. A Receita reconheceu que houve vazamento, mas ressaltou que já havia iniciado uma investigação antes do pedido do ministro. Já a Associação Nacional dos Auditores Fiscais do órgão divulgou nota demonstrando preocupação com as medidas adotadas pelo ministro, ao afirmar que as investigações ainda são “preliminares”. Além disso, o órgão reiterou que, em 2019, houve punições a servidores acusados de vazamento de informações de parentes de ministros do STF que depois se mostraram inocentes das acusações. …Voltando à discussão O ponto é que a decisão de Moraes tem dividido o Supremo. Enquanto uma ala o apoia ao afirmar que existe um movimento tentando descredibilizar a Corte, outros ministros afirmam que caberia somente ao presidente do tribunal tomar tal atitude. Eles também relembram que Moraes teve uma atitude contrária a essa em 2019, quando concedeu uma liminar para impedir que o TCU identificasse servidores da Receita responsáveis por acessar dados de autoridades públicas. Embora considerem correta a investigação de vazamentos de dados, analistas argumentam que há uma violação por parte de Moraes, já que ele seria uma espécie de “vítima, investigador e juiz” do caso.

AGRO EM ALERTA: O desembolso de crédito rural caiu 12,5% nos primeiros meses da safra 2025/26

O desembolso do crédito rural no Brasil, no contexto do Plano Safra 2025/26, mostrou uma queda significativa. Até janeiro de 2026, foram liberados R$ 207,88 bilhões, o que representa um recuo de 12,5% em relação ao mesmo período da safra anterior (2024/25). Os financiamentos foram distribuídos entre custeio, investimento e comercialização, com uma redução de 23% nos financiamentos de custeio e 22,5% nas linhas de investimento. A demanda por novos financiamentos tem diminuído devido a juros elevados e um ambiente econômico adverso. O recuo acontece porque os produtores estão mais endividados e preferem adiar novos empréstimos, esperando por juros menores no futuro. A maior queda foi nos bancos públicos, que liberaram R$ 101 bilhões — bem menos que os R$ 134 bilhões do ciclo anterior. Com o caixa apertado e os juros altos, muitos agricultores estão focando em renegociar dívidas antigas em vez de comprar novas máquinas ou ampliar a produção. Apesar da queda geral, as cooperativas de crédito foram na contramão e cresceram 10%. Elas se tornaram a saída para pequenos e médios produtores que buscam socorro financeiro para manter o plantio e o custeio da lavoura durante este período de incerteza. Levantamento mais recente do Ministério da Agricultura aponta para R$ 284,08 bilhões liberados no primeiro semestre da safra para agricultura empresarial, até dezembro, incluindo recursos de Cédulas de Produto Rural (CPRs) direcionadas – CPRs de produtores financiadas pelos bancos a partir de recursos captados pela emissão das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs). Considerando os R$ 121,9 bilhões liberados via CPRs de julho a dezembro, há aumento de 3% no desembolso da safra na agricultura empresarial ante o ciclo anterior. No Plano Safra 2025/26, o governo ofereceu R$ 78,2 bilhões para agricultura familiar, R$ 69,1 bilhões para médios produtores por meio do Pronamp, R$ 258,6 bilhões em recursos para demais produtores e cooperativas e R$ 188,5 bilhões de CPRs originadas de recursos com direcionamento obrigatório para demais produtores. Somando médios e grandes produtores, foram ofertados R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial, incluindo as CPRs direcionadas. No total, o valor ofertado na safra é de R$ 594,4 bilhões.

BRASIL: Toffoli sucumbe à pressão e deixa a relatoria do caso Master

Caso Master ou Casto Toffoli? Após relutar em abrir mão da relatoria do caso, Dias Toffoli anunciou que está deixando o comando das investigações do Master no STF. A decisão ocorreu após uma reunião de quase 3h com os outros ministros da Corte. Segundo relatos, os ministros estavam descontentes com a atuação de Toffoli no caso, mas não queriam tirá-lo da relatoria. Percebendo o descontentamento e preocupação com a imagem do STF, Toffoli decidiu ceder após uma espécie de acordão. Em nota assinada por todos os ministros, o Supremo reconheceu a validade dos atos praticados por Toffoli, expressando apoio a ele, mas disse que, “considerados os altos interesses institucionais”, o caso seria redistribuído. Assim, minutos depois, o ministro André Mendonça foi sorteado como novo relator das investigações do caso. Ele, inclusive, foi o que mais criticou nos bastidores a PF por investigar Toffoli sem autorização judicial. O que causou a queda de Toffoli Em conversas encontradas pela Polícia Federal no celular de Vorcaro, havia menções a pagamentos de cerca de R$ 20 milhões a uma empresa ligada a Toffoli. Até agora, não há provas de que os valores tenham sido efetivamente transferidos. Ainda, havia registros de telefonemas entre os dois e o envio do convite para uma festa de aniversário do ministro. Em comunicado, Toffoli afirmou que não mantém relação com Vorcaro e explicou que é sócio da Maridt, empresa que virou sócia do Tayayá Resort e depois vendeu suas participações — em movimentações peculiares. Afinal, qual o rolo da Maridt no caso Tayayá? Vamos do início. Em agosto de 2020, a Maridt foi fundada. A empresa, que está no nome de dois irmãos do ministro, tem capital declarado de R$ 150 e opera em uma casa simples no interior de SP. Após três meses (nov/2020), ela tornou-se sócia do Tayayá Resort com uma participação de R$ 4,2 milhões. Esse movimento já foi peculiar, uma vez que foi feito via “compensação de crédito”. Em outras palavras, o Tayayá reconheceu que tinha uma dívida à Maridt, sem especificar o motivo dela, e pagou essa dívida com participação societária — resultando em exatos 33% das ações do hotel. Mais três meses (fev/2021), e os sócios do Tayayá decidem aumentar o capital social do negócio. Na prática, a participação da Maridt no resort aumentou, indo de R$ 4,2M para R$ 5,4M. Eis que, em setembro de 2021, o tal fundo Arleen entra na sociedade do resort, pagando R$ 2,5M à Maridt por parte das cotas da empresa. Esse fundo tinha como dono o fundo Leal, que é de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Plus: O Arleen era gerido pela Reag, gestora investigada pela PF por lavagem de dinheiro do PCC. Inclusive, quem assinou a compra da participação no resort foi Silvano Gersztel, então sócio e executivo da Reag. Para fechar, em fev/2025, a Maridt Participações finaliza a sua saga no Tayayá vendendo a parte restante à PHB Holding por R$ 2,8M. Essa empresa é do advogado dos irmãos Joesley e Wesley Batista, Paulo Humberto Barbosa. Curiosamente, a J&F, dos irmãos Batista, representada por Paulo Humberto e pela esposa de Dias Toffoli, tiveram a suspensão de uma multa de R$ 10,3 bilhões em dezembro de 2023…. Pelo próprio ministro Dias Toffoli. Olhando para frente…Os desfechos da investigação podem ter efeitos tanto para Toffoli e ministros do STF quanto para as eleições. Lula tem se preocupado com a possibilidade da imagem negativa do caso respingar no seu governo e, consequentemente, na sua candidatura. Embora Toffoli tenha sido por anos advogado do PT, Lula não deve agir para proteger o ministro. Relatos também indicam que o presidente guarda uma mágoa em relação a Toffoli devido a uma decisão de 2019 que o impediu de comparecer ao enterro de seu irmão. A expectativa é que o caso ganhe novas atualizações ao longo dos próximos dias com as investigações em curso da PF e o depoimento de Daniel Vorcaro à CPMI do INSS após o Carnaval.

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