A campanha de vacinação contra a gripe influenza começou em Vila Maria em 30 de março e já nos primeiros dias registrou grande procura principalmente por parte dos idosos. Depois de uns dias sem, na sexta-feira á tarde, a vacinação pode ser retomada com a chegada de mais 470 doses. Neste dia a Sala de Vacinas ficou aberta até ás 19h e foram aplicadas 178 doses.
O início da manhã desta segunda-feira, dia 13 de abril, foi marcada por formação de fila. Estão disponíveis ainda 260 doses. A campanha se estende até o final do mês de maio. Neste primeiro momento, a imunização está sendo destinada aos grupos de risco, que incluem:
Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
Gestantes e puérperas;
Idosos com 60 anos ou mais;
Povos indígenas;
Pessoas em situação de rua;
Trabalhadores da saúde e professores (ensino básico e superior);
Profissionais das forças de segurança, salvamento e forças armadas;
Pessoas com deficiência permanente;
Caminhoneiros e trabalhadores do transporte coletivo;
Trabalhadores dos Correios;
Pessoas com doenças crônicas;
A vacinação está sendo realizada na Sala de Vacinas localizada da Unidade Básica de Saúde Central, das 07h30 às 11h e das 13h às 16h30min.
É importante levar a carteirinha de vacinação, documento pessoal e cartão do SUS.
Até agora foram imunizadas mais de 550 pessoas dos grupos de risco.
Segundo levantamento do Instituto Todos pela Saúde, de janeiro ao meio de março de 2026, o país registrou 3.584 casos da doença, em comparação aos 1.838 casos registrados no ano passado. Por conta da situação, o governo federal antecipou a campanha de vacinação.
Nesse mesmo período, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios no país, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda segundo a pasta, até meados de março, o Brasil registrou cerca de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave.
“O que a gente tem observado é que a sazonalidade, ou seja, o período onde os vírus respiratórios costumavam mais estar presente, que era ali em torno do inverno, né, se modificou muito após a chegada da pandemia de Covid-19. O que acontece é que aquele isolamento que a gente fez durante a pandemia alterou o ciclo sazonal da maioria dos vírus”, explicou o virologista Anderson Brito.
