|
Muito dado para pouco planeta. Um estudo confirmou que é “tecnicamente possível, economicamente viável e ambientalmente benéfico” mandar data centers para o espaço. |
||
|
||
|
Acontece que essas bibliotecas de dados consomem muita energia e água. Para se ter uma ideia, até 2026, o consumo global de eletricidade dos data centers vai ser o equivalente ao consumo de energia de todo o Japão. |
||
|
Esse é o pulo do gato: Estando no espaço, as instalações teriam “energia infinita” graças à luz do Sol e não precisariam de água para resfriar os aparelhos, além de não gerar emissões de CO2 aqui na Terra. |
||
|
||
|
Ainda tem chão… O principal desafio é construir foguetes potentes o suficiente para deixá-los no lugar certo do espaço — ironicamente, isso pode gerar excesso de emissões de gás carbônico no nosso planeta. |

Para ficarmos na mesma página: Assim como a “nuvem” onde você guarda os seus arquivos, todos os dados na internet — incluindo os que alimentam a AI —