Nos dias atuais a internet, por meios de seus aplicativos e em especiais as redes sociais como Whatsapp, Facebook e outros trazem comodidades e otimizam as nossas vidas. Entretanto, pessoas mal intencionadas utilizam estas ferramentas para cometerem crimes a distância, dificultando as investigações da polícia.
Saiba como acontece o crime:
Passo 1: usando sites de relacionamentos, em especial o Facebook, uma mulher estranha e bonita pede amizade, que normalmente é aceito pelo solicitado(a).
Passo 2: a moça usando um perfil falso (fake) passa a dialogar com a vítima (preferências homens) e a conversa evolui até a troca de fotos sexuais, quando então a moça alega que é menor de idade.
Passo 3: após alguns dias de conversação a futura vítima recebe uma ligação telefônica e o interlocutor se identifica como sendo o pai da adolescente. Alega que descobriu o relacionamento entra a filha e a vítima e então passa a exigir dinheiro. Dependendo da vítima a extorsão começa com valores até relativamente baixo, ação que faz a vítima ficar cada vez mais comprometida.
Passo 4: a vítima passa a fazer depósitos em contas fornecidas pelo suposto pai da adolescente, sempre com ameaça de levar o fato às autoridades e até a esposa. O tal pai da moça pede um valor mais elevado para que os fatos sejam extintos e é aceito pela vítima.
Passo 5: passado alguns dias o extorquido recebe novo telefonema, desta vez o interlocutor se identifica como “Delegado” e alega que recebeu uma denúncia de pedofilia e que ainda não tinha formalizado a denúncia e o pedido de prisão, sendo que para parar a ação policial exigia o valor de cinco mil reais. Para convencer a vítima o malfeitor mandava foto do policial e da delegacia.
Conselhos da Polícia:
-Evite divulgar dados pessoais nas redes sociais, como dados familiares e locais de seu trabalho;
-Evite aceitar pessoas desconhecidas. Faça uma pesquisa antes;
-Jamais forneça fotos sexuais. Elas podem cair em mãos erradas.
