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A eleição que parece não ter terminado. Quase dois meses depois da polêmica votação que deu a Nicolás Maduro mais seis anos no poder, a comunidade internacional segue preocupada com a Venezuela. |
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Coisa de filme: Um ministro fez uma coletiva de imprensa mostrando 400 fuzis supostamente apreendidos e disse que um grupo de mercenários estrangeiros ligados a oposição e a CIA queria matar Maduro. |
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Nas palavras do governo, a trama foi planejada depois das eleições de julho. Coincidência ou não, os principais países acusados — Espanha e EUA — são os que mais se posicionaram alegando fraude eleitoral na Venezuela. |
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O outro lado: Tanto Espanha quanto os EUA negaram as acusações de complô para desestabilizar a Venezuela, e disseram que o país não mostrou nenhuma prova do suposto plano para matar o presidente do país. |
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Enquanto isso… Se negando a divulgar as atas das eleições, o governo venezuelano faz a maior operação de repressão à população em anos,