This is not my problem anymore. Depois de meses tentando se colocar como protagonista das negociações pela paz na Ucrânia, Donald Trump parece ter mudado de ideia — e de estratégia.
Após um telefonema de 2h com Vladimir Putin no início da semana, o presidente dos EUA anunciou que a Rússia aceitou iniciar negociações diretas com a Ucrânia.
O detalhe? Sem mediação americana. “Eles conhecem melhor os detalhes do que qualquer outro”, disse Trump, endossando o pedido de Putin por um acordo bilateral — e deixando a condução para… o Vaticano.
Trump sugeriu que o Papa Leão XIV sedie as próximas conversas. O gesto foi lido como uma espécie de “passada de bastão” informal, após não conseguir pressionar Putin por um cessar-fogo imediato.
Internamente, a leitura é a de que Trump está tentando “lavar as mãos” do conflito para se concentrar nos potenciais ganhos econômicos de uma reaproximação com Moscou.
Ele mesmo disse, após o telefonema, que a Rússia “quer fazer comércio em larga escala com os EUA quando esse banho de sangue acabar”.
E a Ucrânia nessa história?
Ficou somente com a Europa.
O Reino Unido anunciou novas sanções contra os setores militar, energético e financeiro da Rússia em mais uma tentativa de enfraquecer a máquina de guerra de Putin.
O que mais foi destaque em mundo?
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