“Navios do mundo, liguem seus motores. Deixem o petróleo fluir!” . Foi assim, que no fim da tarde de ontem, o presidente Donald Trump confirmou oficialmente a conclusão de um histórico acordo de paz com o Irã.
O desfecho de uma reviravolta diplomática. Vamos do início…
Tudo começou no domingo de manhã, com a notícia de que Israel bombardeou Beirute, capital do Líbano, em resposta a três drones que o Hezbollah havia jogado no norte do país. O ataque não agradou o Irã, que através de seu negociador-chefe, foi às redes sociais dizer que o jogo americano de “policial bom e policial mau” tinha acabado.
Até aí, para Donald Trump, não tinha clima de comemoração. O presidente, que esperava celebrar seu aniversário com o UFC na Casa Branca e um acordo de paz embaixo do braço, encontrava seus planos indo de mal a pior.
Então ele cobrou Israel publicamente, afirmando que o ataque “não deveria ter acontecido” e que a resposta de Netanyahu foi desproporcional para algo em que “ninguém ficou ferido ou morto”.
Mas, salvo o climão… As negociações sobreviveram e a conclusão do acordo foi anunciada em primeira-mão pelo premiê do Paquistão, e depois confirmada por Trump. Até o momento, Teerã não confirmou — nem negou — o anúncio.
Enquanto isso, no jardim da Casa Branca…
(Imagem: White House)
Com o “check” no seu to-do do campo político, Trump foi comemorar os seus 80 anos no UFC Freedom 250. O presidente esteve cercado de líderes do gabinete, parlamentares republicanos e 4 mil espectadores que foram até o gramado da Casa Branca.
A estrutura temporária — que inclui uma arena coberta apelidada de “The Claw” — demandou mais de US$ 60 milhões em investimentos e mobilizou sete agências do governo. O lutador brasileiro Poatan foi um dos participantes no ringue,
