Em uma das operações de busca e salvamento mais ousadas da história militar, os Estados Unidos resgataram o segundo tripulante do caça F-15 abatido na última sexta-feira no sul do Irã.
O piloto foi resgatado após ter escalado uma crista de 2.100 metros e ter passado mais de 24 horas escondido nas montanhas, ferido e sozinho. A confirmação veio de Donald Trump, que chamou a missão de “milagrosa”.
Como foi a operação
Enquanto o Irã oferecia recompensas para capturar o americano vivo, a CIA rastreava a localização exata do piloto.
- Ao mesmo tempo, a agência de inteligência americana conduzia uma campanha de desinformação no Irã, espalhando que o piloto já havia sido retirado para desorientar as buscas iranianas.
Cerca de 200 soldados de operações especiais participaram do resgate. Durante a missão, duas aeronaves de transporte MC-130J foram danificadas em uma pista remota.
- Para evitar que a tecnologia caísse nas mãos da Guarda Revolucionária, os comandantes ordenaram que os aviões fossem explodidos após a transferência do pessoal para novas aeronaves.
Esta foi a primeira vez que os EUA resgatam dois pilotos separadamente em “território inimigo profundo”. Israel também colaborou ativamente, adiando ataques aéreos e fornecendo inteligência aos EUA.
Trump ao Irã: “It’s now or never”

(Imagem: Truth Social)
Mesmo com um discurso otimista sobre a possibilidade de fechar um acordo com o Irã até hoje, em meio às negociações por um cessar-fogo, Trump parece ter feito a sua última ameaça aos iranianos.
Segundo o presidente americano, o Irã tem até amanhã para fechar um acordo e reabrir o Estreito de Ormuz. Caso contrário, prometeu atacar infraestruturas críticas — de usinas a pontes — e “levar o país ao inferno”, capturando o petróleo iraniano.
