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Novas manobras, mesmo resultado. Nas eleições mais disputadas em 25 anos, o Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela deu mais 6 anos de poder a Nicolás Maduro com 51,2% dos votos. |
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Um pouco de contexto: O nome de Edmundo foi definido quase que de última hora, já que a principal candidata foi proibida de concorrer e a sua substituta teve o registro de candidatura proibido pelo atual governo. |
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Já na semana de votação, Maduro falou contra diversos sistemas eleitorais e ordenou o fechamento das fronteiras — impedindo autoridades e observadores de acompanharem o processo. Jornalistas ainda foram deportados. |
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Como foi a noite caótica na Venezuela
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Depois do fechamento das urnas, venezuelanos tomaram as ruas e fizeram vigílias nos centros de votação madrugada adentro para auditar os resultados, temendo manipulação dos resultados pelo governo. |
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Clima de guerra civil: Gangues do ditador passaram armadas na frente de locais de votação para intimidar a população. Além dos relatos de um eleitor morto e outros feridos, vídeos mostram urnas sendo roubadas antes da contagem dos votos. |
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Os resultados
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O Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela, que organiza as eleições no país e deu o resultado definitivo de 51% para Maduro é completamente alinhado e comandado por apoiadores do ditador. |
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Governo e Conselho Eleitoral também disseram que o país foi vítima de uma “operação internacional de intervenção” e de “ações terroristas” que atrasaram a contagem de votos e impediram a divulgação das atas. |
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O que acontece agora?
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“Nós ganhamos, e o mundo todo sabe disso.” Falando em fraude, a oposição convocou a população a ir às ruas de forma pacífica, e disse que o verdadeiro resultado foi uma vitória de Edmundo González com 70% dos votos. |
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Stats: A crise migratória da Venezuela é a maior das Américas, com ¼ da população (+7M) deixando o país desde 2015, motivados pela crise econômica e de segurança pública. O PIB do país encolheu 80% desde 2013. |
MUNDO: Mais uma eleição com suspeita de fraude para a conta de Maduro



Bola de cristal já chegou por lá: Um exemplo disso é o fato de que o fiscal general do CNE deu uma entrevista antes da eleição dizendo que todas as pesquisas eram fake news e que 
E a comunidade internacional? As principais democracias do mundo, governadas pela esquerda e pela direita, disseram que a eleição não foi legítima nem transparente. Até janeiro — mês da posse —, a vitória de Maduro está longe de ser amplamente reconhecida.