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Cresce a pressão em cima de Netanyahu. A semana começou agitada em Israel, onde milhares de pessoas participaram de protestos nas cidades mais movimentadas do país e deixaram de trabalhar por um dia inteiro. |
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A greve geral foi organizada pelo maior sindicato israelense, e ainda contou com o apoio de líderes empresariais de diferentes setores. Ao longo da semana, mais paralisações devem acontecer. |
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O impacto: Professores não deram aulas em escolas e universidades, o transporte público foi reduzido, hospitais, bancos e até o principal aeroporto internacional de Israel ficaram de portas fechadas. |
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A guerra em pauta: Na opinião dos manifestantes — incluindo familiares das vítimas —, o governo não está fazendo o suficiente na negociação para libertar os mais de 100 reféns que continuam sob poder do Hamas. |
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Do outro lado, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e seus principais assessores acreditam que um acordo para liberar os sequestrados não pode acontecer se isso significar encerrar a guerra com os terroristas. |
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O mundo está de olho: Enquanto Biden concorda que Netanyahu não está fazendo o bastante, os