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Ontem, os franceses colocaram a baguete debaixo do braço e foram em peso às urnas definir o novo Parlamento e, consequentemente, o novo primeiro-ministro do país no 2º turno das eleições. |
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Voltando a ontem: Quase 60% dos eleitores votaram, registrando a maior taxa de comparecimento desde os anos 1980. Por lá, o voto não é obrigatório. |
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Nenhum partido ou bloco conseguiu a maioria absoluta dos 577 assentos, mas a aliança de esquerda foi a que somou o maior número de deputados eleitos. |
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O resultado foi uma surpresa, já que, no 1º turno da semana passada, a direita liderou a votação com uma ampla vantagem — e tudo parecia encaminhado para dominarem a Assembleia. |
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O que mudou de lá para cá? O partido de centro do presidente Emmanuel Macron se juntou com legendas de todas as vertentes da esquerda para barrar uma possível vitória da direita. |
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Os próximos passos
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Como nenhum partido conseguiu 50% + 1 dos votos, agora, centro e esquerda terão que chegar num consenso para escolherem um primeiro-ministro — um impasse que pode durar meses. |
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Até porque, apesar de estarem juntos agora, os esquerdistas querem anular muitas das políticas do Macron, como reduzir a idade de aposentadoria, aumentar salários de servidores públicos e ampliar benefícios sociais. |
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MUNDO: De virada, esquerda surpreende e vence eleições na França


