|
Black Monday vem aí? As bolsas da Ásia abriram em forte queda nesta segunda, com o Japão acionando um circuit breaker após o índice da bolsa local — Nikkei — despencar quase 9%. Hong Kong fechou em queda de 13,2%, a maior queda desde 1997. As bolsas na Europa também operam em forte queda.
|
|
|
|
Hands Off! Diversos manifestantes espalhados por grandes cidades dos EUA protestaram contra as políticas tarifárias de Trump e o papel de Elon Musk no governo. A mobilização já é considerada uma das maiores desde o retorno de Trump à presidência.
|
|
Petróleo em queda livre. O preço do barril atingiu o menor nível desde 2021, após a OPEP+ autorizar triplicar a produção e crescer os temores de uma guerra comercial global. A medida, vista como um aceno a Trump, pode afetar desde a economia russa até a agenda energética dos EUA.
|
|
Impeachment confirmado. A Coreia do Sul destituiu o presidente Yoon Suk-yeol por tentativa de golpe após decreto de lei marcial. A decisão unânime da Corte abre caminho para novas eleições e já agita alianças internacionais.
|
|
TikTok travado. O acordo para vender operações nos EUA foi suspenso após a China sinalizar oposição, em resposta às novas tarifas impostas por Trump. A negociação envolvia corte da fatia da ByteDance para menos de 20%, mas agora esbarra em disputas geopolíticas e pressão de investidores.
|
|
Alerta. A Rússia lançou mais de 130 projéteis contra a Ucrânia, forçando a Polônia a enviar caças à fronteira. Kiev registrou explosões, incêndios e áreas residenciais atingidas. O ataque, que deixou mortos e feridos, amplia a tensão com países da Otan.
|
|
1ª vez. Papa fez sua primeira aparição pública desde a internação, Francisco acenou e sorriu para fiéis no Vaticano. Sentado em cadeira de rodas e com auxílio respiratório, o pontífice de 88 anos mostrou sinais de recuperação após enfrentar pneumonia grave.
|
|
Taiwan propõe taxa zero. Em resposta às novas tarifas de Trump, o presidente Lai descartou retaliações e sugeriu tarifa zero como base para negociar com os EUA. Trump diz que um total de 50 países já entraram em contato com a Casa Branca em busca de acordos.
|
| |