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É… Durante uma sessão do STF de ontem, o ministro mais polêmico do país soltou uma reflexão que dividiu opiniões — e dessa vez não é por lado político — e pode influenciar o mercado trabalhista de todo país. |
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Devido à alta carga tributária e à complexidade da Justiça do Trabalho, inúmeras empresas brasileiras optam por contratar funcionários na modalidade PJ, ao invés do tradicional modelo CLT. |
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Algumas empresas, inclusive, chegam a ofertar valores diferentes em contratos na modalidade versus um contrato CLT. A estimativa é que um funcionário com carteira assinada custe 1,8x a mais para a empresa — por encargos e tributações. |
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Onde o Moraes entra nisso?
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Durante a análise de um processo trabalhista de um profissional PJ que chegou ao STF, Alexandre criticou trabalhadores que aceitam termos de pejotização e depois recorrem à Justiça do Trabalho requerendo verbas trabalhistas de um contrato CLT. |
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Nas palavras dele: “Aquele que aceitou a terceirização e assinou o contrato [PJ] (…), deveria recolher (pagar) todos os tributos como pessoa física”. |
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De acordo com o ministro, há uma incoerência e falta de lógica no sistema atual, que não só favorece o aumento de disputas na Justiça do Trabalho, como também beneficia o trabalhador. Assista. |
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JURÍDIQUÊS: Alexandre de Moraes diz: “Aqui não, seu PJ”

