Candidata à presidência do Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG) desde julho do ano passado, o sonho de Gilda Galeazzi está próximo de se tornar realidade. As eleições que definem a nova direção do MTG ocorrem no sábado (11), em Lajeado, durante o Congresso Tradicionalista. A passo-fundense é ligada a tradição gaúcha desde a infância e em 1996 foi eleita pela primeira vez Coordenadora da 7ª Região Tradicionalista. Uma vida dedicada à promoção da cultura gaúcha que agora pode alçar voos maiores.
Gilda explica que a votação terá início às 14h30min e deve seguir até às 17h de sábado. Estarão aptos para votar os delegados-eleitores que estiverem credenciados, que podem ser tanto o patrão de um Centro de Tradições Gaúchas (CTG), o vice ou algum representante autorizado pelos líderes. Os requisitos para poder votar são a filiação a alguma entidade por pelo menos um ano, ter o ‘Cartão Tradicionalista’ com prazo de validade e estar em dia com a anuidade do ano de 2020.
A expectativa da candidata é, nas suas palavras, “a melhor possível”. “Trabalhamos muito, visitamos todo o Rio Grande do Sul pedindo apoio, votos e eu acredito no olhar de cada patrão e cada patroa de que seremos vencedores”, comenta. O resultado da eleição será divulgado no sábado, por volta das 18h. A posse da diretoria eleita deve ocorrer no domingo (12). Com mandato de um ano, se for eleita, Gilda quer fortalecer os vínculos das 1.729 entidades tradicionalistas filiadas ao MTG. “Fortalecer as entidades através dos poderes constituídos, da iniciativa privada, da comunidade escolar e dos entorno, para que a sociedade tenha afinidade com as entidades, que ela [sociedade] possa nos ajudar”, declara.
O que precisa para ser eleita
Para ser eleita de fato, Gilda e sua equipe, composta por 33 membros, precisará ter 50% dos votos mais um. No último Congresso realizado, pouco mais de mil eleitores exerceram o direito ao voto e para sábado a expectativa é de que haja 1.100 votantes. Dos 33 membros da chapa liderada por Galeazzi, cinco são vice-presidentes.
Por que ser candidata?
Gilda conta que decidiu se candidatar por dois motivos. O primeiro, para incentivar a formação de novos líderes na 7ª Região Tradicionalista. “Com o próprio tempo, o desgaste das pessoas é natural, se eu não saísse, jamais se formaria novas lideranças. Os patrões estavam acostumados com “a gente”. O segundo motivo, declara, é para “se doar um pouquinho mais ao Rio Grande do Sul”. “Toda a experiência que eu tive na 7ª Região me credencia a ser candidata à presidência”, finaliza.
Fonte e foto: Diário da Manhã
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