Fazendo um apanhado de como foi a variação dos preços no ano passado, Brasil, EUA e Argentina — importantes parceiros comerciais — divulgaram seus números da inflação no mesmo dia.
Ficamos no teto. Por aqui, o mês de dezembro teve alta de 0,56% — acima do esperado. Mesmo assim, o índice anual fechou 2023 em 4,62%, deixando a nossa inflação abaixo da meta pela 1ª vez desde a pandemia.
Juros que não descem. Nos States, a inflação também veio acima do que os analistas esperavam, fechando dezembro em 0,3% e o ano todo em 3,4%. O resultado cria ainda mais incerteza sobre quando as taxas de juros do país vão diminuir.
Nada bem para os hermanos. A Argentina fechou 2023 com a maior taxa de inflação em mais de 30 anos, com alta que passou dos 211%. Só em dezembro, o aumento de 25,5%. Pelo visto, Milei tem um trabalhão pela frente…
E como o mercado reagiu?
O Ibovespa fechou em queda de 0,15% aos 130.648 pontos. Já as bolsas americanas ficaram quase na mesma, com Nasdaq estável, Dow Jones caindo 0,04% e S&P subindo 0,07%. A cotação ficou assim:
Dólar: R$ 4,87 (-0,35%)
Euro: R$ 5,35 (-0,23%)
Peso: R$ 0,006 (-0,18%)
Yuan: R$ 0,68 (-0,10%)
