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O STF bateu o martelo. A Lei das Estatais continuará valendo no Brasil, retomando a proibição de indicações de políticos — ou de pessoas envolvidas na política — para cargos em estatais. |
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Como consequência… Lula aproveitou a brecha e colocou aliados políticos em cargos estratégicos, como o ex-ministro Aloizio Mercadante, atual presidente do BNDES, e o ex-senador Jean Paul Prates, presidente da Petrobras. |
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Agora, com a decisão do Supremo, essa prática volta a ser proibida. No entanto, os ministros decidiram que as indicações feitas por Lula vão ser mantidas. A proibição é só daqui para frente. |
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O que preocupa são as interferências… |
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Com indicações baseadas em proximidade política, cresce o risco de que as decisões sejam tomadas com base em acordos com o governo — e não em estratégias de longo prazo. |
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Depois de 2016, ano em que a Lei das Estatais foi aprovada, as empresas públicas passaram a dar lucros por seguidos anos. |
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No entanto… O ciclo de altas acabou no ano passado, quando as estatais tiveram o maior déficit em 8 anos, atingindo um rombo de R$ 2,3 bilhões. |
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O que mais é destaque em economia? |
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ECONOMIA: Políticos voltam a ficar proibidos de comandar estatais

Voltando um pouco no tempo: Em 2016, com os escândalos na Petrobras e em outras empresas públicas, o Congresso proibiu as indicações políticas e passou a exigir competências técnicas nas nomeações.