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Sofrendo no berço… Pela 1ª vez na sua história, a Volkswagen vai fechar fábricas na Alemanha. Pelo menos 3 instalações vão ser desativadas, causando a demissão de milhares de funcionários. Mesmo sendo a maior montadora europeia, a Volks enfrenta altos custos de energia e trabalho, alta na concorrência asiática e queda na demanda da China e Europa — o que ainda deve gerar redução em 20% no salário de quem ficar.
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Será que vem aí? Depois de passarem dias nos EUA, Haddad e Tebet voltaram ao Brasil para terem reuniões com Lula sobre o orçamento federal. Na visão da equipe econômica, o momento merece cuidado e está na hora de cortar gastos — o que depende do presidente. Mesmo arrecadando mais, o governo segue gastando muito. A previsão para este ano é um rombo de R$ 63 bi.
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MODO MAYDAY: Na tentativa de reverter a crise, a Boeing lançou uma mega oferta de ações que pode levantar até US$ 19 bilhões por 90 milhões de papéis. A intenção é melhorar a classificação de risco para conseguir uma nota de crédito mais razoável. A greve geral que a companhia enfrenta está custando mais de US$ 1 bi por mês e interrompeu a produção do 737 MAX — o jato mais vendido da empresa.
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“Salvando Hollywood” é um bom nome de filme? O governador da Califórnia apresentou uma proposta para duplicar todos os benefícios fiscais que a indústria cinematográfica tem no estado. A ideia é conceder US$ 750M por ano em crédito para a produção de novos filmes e séries — algo que está em queda na capital mundial do cinema desde a pandemia.
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O famoso fechamento: O Ibovespa deu o start na última semana de outubro com uma alta de pouco mais de 1%, aos 131.212 pontos — que foi puxada principalmente pelas ações da Vale e dos grandes bancos. Já o dólar teve um leve aumento de 0,02% sendo cotado a R$ 5,70.
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