Weverton, Alex Sandro, Alex Telles, Bremer, Éder Militão, Bruno Guimarães, Éverton Ribeiro, Fabinho, Lucas Paquetá, Pedro, Antony, Gabriel Martinelli, Raphinha, Richarlison, Rodrygo e Vinícius Júnior. Estes são os jogadores que vão para o Catar defender a seleção brasileira e, na mala, levam a ansiedade de disputar pela primeira vez um Mundial. Neymar e Thiago Silva são os únicos na equipe que irão disputar sua terceira Copa do Mundo.
Isso tem seu lado positivo e negativo. Por um lado, para os que dizem que a “panela” é a mesma, está equivocado. Os 16 convocados citados acima são, em sua maioria, da geração de 1997 que estão em alto nível nos principais campeonatos mundiais. O lado negativo da história é que o clima de Copa do Mundo é diferente de qualquer competição disputada entre os clubes e mesmo quem não entra em campo, sente a adrenalina da atmosfera, inclusive, o professor Tite já mencionou algumas vezes que em sua primeira partida na Copa da Rússia sentiu ansiedade fora do comum por estar na casamata canarinho. Para isso, os mais experientes como Neymar, Thiago Silva e Dani Alves que já estiveram em outras oportunidades, podem trazer tranquilidade para essa garotada.
Porém, existe o lado positivo, a maioria deles não tem sentido o clima de decisões, como Vinícius, Militão e Rodrygo, que não sentiram o peso de vestir a camisa Merengue e conquistaram recentemente a Liga dos Campeões em cima de um Liverpool impiedoso na temporada 21/22. No Flamengo, Everton Ribeiro e Pedro conquistaram grandes torneios na América do Sul e mostraram maturidade para enfrentar o clima de pressão. No caso de Antony, Rodrygo, Richarlison, Martinelli, Paquetá, Guimarães e Weverton, podemos citar as grandes conquistas recentes do Brasil nas Olimpíadas, torneio que nas gerações anteriores a seleção era um fracasso, mas que conseguiram conquistar as últimas duas edições.
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Texto: Felipe Matiasso
