Nesse domingo, o Internacional recebeu o Caxias no Beira Rio, em Porto Alegre. A equipe de Mano precisava da vitória simples para conseguir a classificação para a decisão do campeonato gaúcho.
O colorado abriu o placar logo cedo, com Mauricio, mas viu a equipe grená conseguir o empate no fim do primeiro tempo e foi eliminado nos pênaltis. Nos 90 minutos, o Inter foi melhor que o Caxias. Procurou colocar a bola no chão e teve as melhores oportunidades da partida. Mas desde o GreNal, o time de Mano possuía um defeito onde não sabia exatamente como definir a jogada quando a bola era colocada mais à frente. Foram mais de 10 oportunidades claras que o Internacional teve e não foi eficiente.
A organização tática da equipe acontece em todos os jogos, mas o torcedor está cansado da equipe que joga bem, mas não vence. Em todas as decisões, alguém falha, alguém entrega. Dessa vez, um contexto de tomadas de decisões equivocadas, tanto dentro do campo como fora dele. No campo, a expulsão do De Pena foi ponto crucial e muito semelhante a de Gabriel, na Sul Americana da temporada passada contra o Melgar, onde o Inter era melhor em campo e toma um golpe duro.
Mano, em suas substituições, deixou a responsabilidade dos pênaltis em cima dos meninos da base colorada. No momento mais crucial da temporada, até aqui, o técnico colorado jogou todo o peso da decisão nos garotos.
Para Mano, o Inter teve azar na partida e foi punido pela bola. “Faltou o gol. Criamos 19 chances de gols. Merecemos vencer. Sempre fomos superiores. Ao não fazer, cedemos o gol. Ate a expulsão do De Pena, fomos dominantes.” – declarou o técnico colorado.
Fica o gosto amargo e a impaciência do torcedor, com razão, sobre as atuações coloradas nas últimas temporadas, seguidos do receio com as próximas competições. Em abril, o Inter possui a abertura do Brasileirão, Libertadores e Copa do Brasil em sua terceira fase.
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Texto: Felipe Matiasso
