A matéria publicada no dia 23 de março, na “Isto É Dinheiro”, faz referência a Nova Zelândia que já permite festivais com pessoas sem máscaras. O país tem 5 milhões de habitantes e, até agora, registrou apenas 2.462 casos e 26 mortes pela doença.
É um dos países que lidou melhor com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social. O vídeo do festival Rhythm and Vines, viralizou. O evento recebeu mais de 20 mil pessoas na cidade de Gisborne. Segundo o site NME, o público não precisou utilizar máscaras ou manter distanciamento social durante o evento.
O país controlou rapidamente o número de casos no início da disseminação, adotando medidas como o lockdown quando a região ainda contava com apenas 102 casos. Desde o início da pandemia, as fronteiras do país também foram fechadas e apenas residentes entram e saem do país, fazendo quarentena de 14 dias em um hotel.
Para os próximos meses, a Nova Zelândia planeja fechar um acordo com a Austrália chamado “bolha de viagens”. O projeto vai permitir que australianos entrem na Nova Zelândia sem precisar fazer quarentena.
Outra matéria publicada dia 16 de abril, no G1, conta que Israel suspendeu a obrigatoriedade de máscaras ao ar livre. O país apostou fortemente na vacinação em massa de sua população para lutar contra o coronavírus.
“As máscaras são feitas para nos proteger da pandemia do coronavírus. Mas como os especialistas concluíram que a máscara não era mais necessária ao ar livre, decidi retirar a (obrigação de usar) máscara”, disse o ministro da Saúde, Yuli Edelstein, em um comunicado.
“O índice de infecção está muito baixo em Israel graças ao sucesso da campanha de vacinação, por isso é possível suavizar as medidas”, acrescentou. O uso de máscaras, no entanto, continuará sendo obrigatório em locais públicos fechados, como shopping centers.
Israel iniciou uma vasta campanha de imunização no final de dezembro, após um acordo com a gigante farmacêutica norte-americana Pfizer, que rapidamente entregou milhões de doses em troca de informações sobre o efeito das vacinas. O país possui bases de dados com o histórico médico de toda sua população.
Em meados de janeiro, Israel registrava um pico de 10 mil infecções diárias. Atualmente, são menos de 200 e a taxa de positividade nos testes é de 0,3%. As autoridades já permitiram em março a reabertura de restaurantes, bares e praias.
