O brasileiro é conhecido pelo futebol e o carnaval. Lá fora, eles entendem que o brasileiro vive em festa e isso é um retrato do que a seleção brasileira mostrou nos últimos anos nos bastidores com craques do futebol e também do pagode.
Nesse ciclo de Tite, a seleção com os mais experientes como Dani Alves, Marquinhos e Neymar também puxam a vibe positiva com Rodrygo, Paquetá, Raphinha e Richarlison para que o ambiente fique tranquilo e deixe a ansiedade de lado.
Faltando exatamente 1 semana para a estreia do Brasil na Copa, Rodrygo respondeu algumas perguntas sobre o pagode e a alegria nos bastidores dos atletas da seleção:
Qual a divisão do pagode?
– A divisão do pagode eu sou o cara do banjo (risos), Dani no tan tan, Raphinha no pandeiro, e o Pombo fica só atrapalhando a gente pegando cada hora um instrumento. É uma relação muito boa que temos no vestiário.
Ser o caçula é difícil. Agora você não é mais…
– Não tirou muito esse peso, não. Qualquer coisa os mais jovens têm que ir, então sobra para mim também. Por exemplo o bobinho, eu sempre tenho que estar no meio, tenho que ir pegar as coisas, não vejo a hora de ficar velho logo (risos).
Texto: Felipe Matiasso
