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Censo Demográfico: confira informações sobre domicílios

12/07/2023 Rádio Vila Maria FM Notícias

O Censo Demográfico 2022 apurou a existência de 90,7 milhões de unidades domiciliares no Brasil, número que representa crescimento (34%) em relação ao registrado em 2010, quando foram recenseadas 67,5 milhões de unidades domiciliares. No conjunto de unidades domiciliares recenseadas em 2022, 90,6 milhões eram domicílios particulares permanentes, 66 mil domicílios particulares improvisados e 105 mil domicílios coletivos.

 

Domicílios particulares permanentes por espécie

Entre os domicílios particulares permanentes, 72,4 milhões (80%) encontravam-se ocupados (com ou sem a realização de entrevistas) na data de referência do Censo. Relativamente a 2010, embora o número absoluto de domicílios particulares permanentes ocupados tenha crescido, a proporção de ocupação dos domicílios particulares permanentes declinou – em 2010 foram registrados 57,3 milhões de domicílios particulares permanentes ocupados, representando 85,1% do total de domicílios particulares permanentes.

O Censo 2022 contabilizou também 11,4 milhões de domicílios particulares permanentes vagos, representando 12,6% do total de domicílios particulares permanentes – um crescimento em relação ao verificado em 2010, 9,0%. A ocorrência proporcional de domicílios particulares permanentes vagos apresentou variações entre as Grandes Regiões: Norte, 12,6%; Nordeste, 15,0%; Sudeste, 11,9%; Sul, 10,5%; e Centro-Oeste, 12,0%. A Região Nordeste destaca-se como a de mais elevado percentual, assim como ocorreu em 2010, sobretudo em Municípios localizados no interior. Os Estados com maior e menor percentual de domicílios particulares vagos foram, respectivamente, Rondônia (com 16,7%) e Santa Catarina (8,8%).

Quanto aos domicílios de uso ocasional, foram recenseados nessa categoria 6,7 milhões de domicílios, representando 7,4% do total de domicílios particulares permanentes, superando os 5,8% apresentados em 2010. Para as Grandes Regiões, os valores encontrados em 2022 são: Norte, 7,1%; Nordeste, 7,9%; Sudeste, 7,0%; Sul, 7,9%; e Centro-Oeste, 6,4%. As Regiões Nordeste e Sul apresentam-se como as de percentuais mais elevados para essa variável. O Distrito Federal destaca-se por possuir um percentual significativamente inferior às demais Unidades da Federação, com 2,9% de domicílios de uso ocasional. O maior percentual ocorreu em Santa Catarina (10,3%). Tal qual verificado nos censos anteriores, os municípios com maiores proporções de domicílios de uso ocasional são predominantemente localizados no litoral e com marcante presença de atividade econômica ligada ao turismo.

Domicílios particulares permanentes ocupados sem entrevista (não resposta)

O trabalho de coleta e apuração do Censo Demográfico 2022 foi concluído, em 28 de maio de 2023, com 4,23% de domicílios ocupados sem entrevista, em relação ao total de domicílios particulares permanentes ocupados, percentual superior ao apurado em 2010, 1,6%, este percentual corresponde ao percentual de não resposta da pesquisa. Para as Grandes Regiões, os percentuais foram: Norte 3,0%; Nordeste, 2,7%; Sudeste, 5,9%; Sul, 3,1%; e CentroOeste, 3,8%. Observa-se que a Região Sudeste apresenta percentual superior ao das demais Regiões e da média brasileira. Destaca-se, também, que o menor percentual de domicílios particulares sem entrevista ocorreu na Região Nordeste. A maioria das Unidades da Federação apresentou percentual de domicílios sem entrevista inferior a 4,23%, valor observado para o total do País, com destaque para Paraíba, Roraima, com percentuais abaixo de 2%, e Piauí, Acre, Alagoas, Bahia, Rio Grande do Sul, com percentual abaixo de 2,5%. Os Estados do Mato Grosso, Rio de Janeiro e São Paulo encerraram a coleta com percentual de domicílios sem entrevista acima da média brasileira.

Fonte: IBGE

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