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Atende aí, bebê. A Justiça de Pernambuco decretou a prisão do cantor Gusttavo Lima por suspeita de envolvimento dele em um esquema de lavagem de dinheiro por meio de jogos online. |
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A operação é a mesma que prendeu a influenciadora Deolane Bezerra há mais de duas semanas e apura se plataformas de bets esconderam gastos e maquiaram faturamentos. A empresa do cantor (Balada Eventos) é investigada no processo. |
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Qual o suposto crime do GL?
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Segundo a juíza do caso, Gusttavo Lima deu “guarida [suporte] a foragidos” e menciona uma viagem de Goiânia para a Grécia que o cantor fez em seu avião particular com um casal de investigados no início do mês, sócios da Vai de Bet. |
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Importante dizer que, no momento em que partiram juntos para a Grécia, os mandatos de prisão ainda não haviam sido emitidos contra os executivos da Vai de Bet. A juíza disse que o sertanejo não só era garoto-propaganda como dono de 25% da empresa. |
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Precisava disso tudo?
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É aqui que mora a controvérsia. Pense na prisão preventiva, um mecanismo excepcional, como algo utilizado para evitar prejuízos de deixar o investigado solto — como pode ser o caso de um assassino. |
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O que chamou a atenção: O Ministério Público — que atua como fiscal da lei e direciona a operação —, foi contra o pedido de prisão, assim como no caso de Deolane, dizendo que o adequado seria fazer mais investigações para uma medida do tipo. |
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O que a defesa diz?
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“Tô indo embora com a ficha limpa…” Antes da decisão ser publicada, Gusttavo voou para Miami com sua esposa, e seus advogados disseram que a ordem de prisão é “injusta” e “sem fundamentos”, garantindo que o cantor é inocente. |
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Ainda ontem… A segunda instância acolheu habeas corpus de Deolane e mandou soltar a influenciadora, assim como o casal de sócios da Vai de Bet e 14 outros envolvidos no caso. Veja. |
BRASIL: Embaixador tem foro privilegiado?



