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Depois de três semanas do 1º turno, milhões de brasileiros de 51 cidades — incluindo 15 capitais — voltaram às urnas ontem para votar para prefeito. |
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Milhões foram… mas muito milhões não foram. A abstenção foi de 29%, marcando a segunda maior taxa da história, perdendo apenas para a eleição na pandemia. |
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And the winner is…… Centrão |
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Dentre os 5.569 municípios do país, PSD e MDB foram as legendas que mais elegeram prefeitos no Brasil, além de também terem eleito o maior número de comandantes nas capitais — 5 para cada. Veja aqui um mapa interativo. |
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Vira, vira, virou: Ainda falando em capitais, 5 delas tiveram viradas eleitorais, ou seja, candidatos que terminaram o 1º turno na liderança não conseguiram se manter na primeira posição no 2º turno. |
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Giro pelas outras principais capitais: |
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E o que tudo isso significa? |
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Historicamente, as eleições municipais são uma boa prévia das eleições presidenciais de dois anos depois. |
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Resumo da ópera: Desde 2016, as eleições municipais mostram uma tendência de inclinação do eleitorado à direita, mas que não impediu Lula de voltar à Presidência em 2022, que agora procura um novo líder enquanto Bolsonaro continua inelegível. |
BRASIL: Centrão “vence” eleições municipais mais uma vez

São Paulo: Apoiado por Bolsonaro e Tarcísio, Nunes venceu em todas as zonas onde Marçal ganhou no 1º turno e se reelegeu prefeito da maior cidade brasileira com 59,35% dos votos — derrotando Boulos, que tinha Lula no palanque, e terminou com 40,65%.
Belo Horizonte: O atual prefeito Fuad Noman conseguiu a reeleição com 53,73% dos votos. O candidato do PSD contou com o apoio de Lula e derrotou Bruno Engler, do PL, que foi apoiado por Bolsonaro e terminou com 46,27% dos votos.
Porto Alegre: Confirmando o favoritismo do 1º turno, Sebastião Melo se reelegeu com uma ampla vantagem contra a Maria do Rosário. Na contagem, o candidato do MDB teve 61,53% dos votos contra 38,47% da candidata petista.
Manaus: Marcando mais uma reeleição, David Almeida foi reeleito com 54,59% dos votos contra 45,41% de Capitão Alberto Neto na capital amazonense.