Estamos há menos de 60 dias da Copa do Mundo do Catar e a frase que mais escuto sobre a seleção brasileira é: “Quero ver quando pegar os europeus na Copa”. O trauma do 7×1, coisa que aconteceu há 8 anos atras está impregnado na alma do brasileiro da mesma forma como o “Maracanaço” foi em 50.
Vamos a alguns exemplos para amenizar esse terror que está enraizado no cidadão brasileiro. O mais tradicional deles e que a maioria assimila com o bom futebol dos anos 90 é a Itália. Seleção que vai se ausentar de sua segunda Copa do Mundo consecutiva e que amarga algumas atuações bem pífias após o titulo na Alemanha, em 2006. Em 10 e 14 foi eliminada na fase de grupos da competição. Grupos que possuíam Costa Rica, Paraguai, Eslováquia e Nova Zelândia como adversários.
A Inglaterra que busca honrar a Rainha Elizabeth II há pelo menos 62 anos, também deixa a desejar bastante, levando para si apenas a “grife” de os ingleses serem os criadores do futebol. Nessa sexta feira foi eliminada da Liga das Nações e rebaixada para a Liga B do torneio europeu. Até o ano de 2020 a Inglaterra não disputava uma final de campeonato há mais de 50 anos e morreu na praia para dar espaço à Azzurra voltar ao protagonismo.
E falar em protagonismo, temos que falar da tetracampeã mundial, Alemanha, que dos remanescentes do 7×1, possui Neuer e Muller. A nova geração ainda não vingou e amarga um peso de ser eliminada na fase de grupos com Suécia e Coreia do Sul em 2018. Assim como, a seleção espanhola que aposta no protagonismo de Gavi e David Silva.
Bélgica e Holanda que estão sempre “bombando” entre as favoritas, nunca sentiram o gosto do título. A bomba da responsabilidade fica na mão dos franceses, atuais campeões e que ainda possuem um futebol consistente, remanescente de 18, mas que pode claramente ser batida de frente por Brasil e Argentina.
No fim, me pergunto: “E se fosse o Brasil nessas situações?”.
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Texto: Felipe Matiasso
