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Outubro Rosa: Câncer de mama é o tumor que mais mata mulheres por câncer

01/10/2019 Rádio Vila Maria FM Notícias

A cor rosa identifica o mês de outubro anualmente destacando a prevenção do câncer de mama, doença que quando detectada em fases iniciais aumenta os índices de cura e pode reduzir a necessidade de tratamentos mais agressivos no combate à doença. “Globalmente, o câncer de mama é a principal causa de morte por câncer nas mulheres em todo o mundo e o câncer feminino mais comumente diagnosticado.” alerta a coordenadora médica do Centro de Oncologia do Hospital de Clínicas, Dra. Julia Pastorello.

Diagnóstico precoce

A mamografia é o principal exame de rastreio do câncer de mama. “A maioria dos diagnósticos de câncer de mama vem como resultado de um estudo de triagem anormal de mamografia. Tal método de rastreio iniciado aos 40 anos de idade em todas as mulheres é uma medida que diminui consideravelmente as chances de morte por câncer de mama e facilita o tratamento precoce e curativo.” orienta a oncologista Dra. Julia Pastorello.

Quem possui casos de câncer diagnosticados na família deve seguir orientações médicas específicas. “Recomendações para mulheres com uma predisposição genética ou com fatores considerados de alto risco seguem diretrizes mais precoces, rígidas e com mais intervenções do que a população geral.” explica Dra. Julia.

Prevenção e conscientização

A oncologista do Hospital de Clínicas considera perspectivas otimistas a partir das campanhas de prevenção e conscientização da população sobre a doença, afetando de forma promissora o combate ao câncer de mama. “Diante de tantos dados e estimativas muitas vezes alarmantes é preciso encarar o câncer de mama como realidade. Uma doença possível e até mesmo provável, na nossa história, da nossa família ou amigos. Infelizmente nem todos os gatilhos que podem levar a ela são modificáveis. A verdade é que estamos acrescentando mais fatores de risco do que os eliminando dos nossos hábitos de vida cotidianos, mas a educação em saúde, juntamente com uma melhora dos tratamentos sistêmico, dos métodos de diagnóstico e da identificação de pessoas com riscos especiais podem e vão determinar uma estratégia promissora no combate a essa temida doença.” avalia Dra. Julia Pastorello, coordenadora médica do Centro de Oncologia e Hematologia do HC.

Fonte: HC de Passo Fundo

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