Os policiais civis do Rio Grande do Sul começaram na segunda-feira, dia 06 de novembro, uma greve contra o parcelamento dos salários. A mobilização atinge os trabalhos de investigadores, escrivães e inspetores. Segundo o sindicato da categoria, a greve será encerrada somente quando os salários de todos os policiais forem pagos integralmente. Este é o segundo mês consecutivo que a categoria cruza os braços pelo mesmo motivo.
Durante a greve, os agentes assumem os postos de trabalho, mas apenas 30% dos serviços serão mantidos. Nas delegacias de pronto atendimento e de plantão serão atendidos apenas os flagrantes e os casos mais graves, como latrocínios, homicídios, estupros e ocorrências envolvendo crianças, idosos e mulheres.
A categoria decidiu que os carros da Polícia Civil não deixarão as delegacias durante o movimento de greve. Também não haverá o cumprimento de mandados de prisão, operações e ações policiais, serviço de cartório, entrega de intimações, remessas de inquéritos policiais e procedimentos de polícia judiciária. Em Marau, os policiais civis aderiram a greve. Em Vila Maria, o único policial que atua na cidade continua trabalhando normalmente.
Contra parcelamento de salários, policiais civis fazem greve no RS
