Copa começa no templo do futebol. A abertura do Mundial aconteceu ontem no Estádio Azteca, na Cidade do México. Ele é o único no mundo a sediar três aberturas de Copa (1970, 1986 e 2026) e o maior da competição, com capacidade para +80 mil torcedores. O México venceu a África do Sul por 2 a 0. Na outra partida do Grupo A, em Los Angeles, a Coreia do Sul venceu a Tchéquia de virada por 2 a 1.
Rejeitada. A Polícia Federal negou a nova versão da delação de Daniel Vorcaro, repetindo a decisão em relação à primeira versão. Agora, alguns dos investigadores já suspeitam que o ex-banqueiro espera ser “resgatado” e conseguir a prisão domiciliar através do STF. Logo depois da decisão da PF, a revista Veja informou que Vorcaro havia revelado nesta delação ter realizado um depósito de US$ 30 milhões em uma conta secreta no exterior para o presidente do Senado Davi Alcolumbre, além de sua ligação com integrantes do PT da Bahia.
SpaceX chega à bolsa. O IPO da SpaceX já atraiu mais pedidos do que ações disponíveis — com demanda até de fundos soberanos de países. A ação foi precificada a US$ 135. A oferta deve levantar US$ 75 bilhões, o que o tornaria o maior IPO da história, superando a Aramco em 2019.
BIG TECHs no banco dos réus. O STF retomou ontem o julgamento dos recursos das grandes plataformas contra a decisão que ampliou sua responsabilização por conteúdos ilícitos. Toffoli votou por um prazo de 60 dias para as empresas se adaptarem às novas regras — bem abaixo dos seis meses que as BIG TECHs pediam.
Trump dá marcha à ré no Irã. O presidente americano cancelou ontem os ataques que estavam previstos para aquela noite, após afirmar que negociações chegaram ao “mais alto nível da liderança iraniana”. Um bloqueio naval segue em vigor enquanto os detalhes finais do acordo são acertados.
Governo no sufoco. O Senado avançou com a votação de três pautas-bomba na quarta-feira, mesmo após o ministro da Fazenda se reunir com Alcolumbre para tentar barrar as votações. O impacto nas contas do governo pode superar a faixa de R$ 140 bilhões, com o Planalto avaliando acionar o STF para barrar as medidas.

