Enquanto os holofotes seguem voltados para o tarifaço de Trump, é a relação comercial com a China que vem chamando a atenção por aqui. As exportações brasileiras para o país asiático caíram 7,5% no 1º semestre, somando US$ 47,7 bilhões — o menor valor para o período desde 2014.
O recuo foi puxado por dois fatores principais:
1 -Queda no preço das commodities, como soja e petróleo;
2 -Estratégia da China de diversificar parceiros comerciais, acelerada após a volta da guerra tarifária com Trump.
Na contramão, as importações brasileiras da China dispararam 22%, impulsionadas por carros híbridos e aço, batendo recorde. Só os veículos híbridos somaram US$ 1,38 bilhão, enquanto as compras de laminados planos de aço cresceram 318%.
O saldo comercial entre Brasil e China segue positivo, mas a balança está menos favorável. O cenário pode se agravar caso o cerco protecionista dos EUA influencie ainda mais a estratégia de Pequim.
FECHAMENTO DO MERCADO
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