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Em pelo menos 13 estados e no Distrito Federal, os casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) estão em alta. |
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Segundo o boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o crescimento tem sido impulsionado por infecções respiratórias causadas por influenza A, vírus sincicial respiratório (VSR) e rinovírus. |
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Contextualizando… |
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Ela envolve sintomas como febre, tosse, dificuldade para respirar e baixa saturação de oxigênio no sangue. O quadro pode evoluir rapidamente, exigindo hospitalização e, em casos mais graves, suporte ventilatório. |
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De modo geral, a apresentação clínica dessas infecções pode ser semelhante. No entanto, por vezes, é necessário distinguir sua etiologia. |
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De todas as registradas, o vírus sincicial respiratório (VSR) foi responsável por 56,9% das infecções, o rinovírus por 25,5% e a influenza A por 15,7%. |
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Uma surpresa estatística |
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Após a análise dos dados, apesar de a covid-19 corresponder a apenas 3,9% dos casos de SRAG, a doença ainda é responsável pela maioria dos óbitos (35,7%). |
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Por fim, a Fiocruz alerta para o uso de máscaras em locais fechados — e reforça a importância da vacinação contra a gripe. |
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SAÚDE: Alta de gripe pressiona o sistema nacional de saúde com mais internações

A síndrome respiratória aguda grave (SRAG) é uma condição caracterizada por insuficiência respiratória aguda, frequentemente causada por infecções virais ou bacterianas.