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Segundo o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), entre 2012 e 2023, a prevalência do uso de opioides na população brasileira saltou de 0,8% para 7,6%. |
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Contextualizando… |
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Opioides são substâncias derivadas do ópio ou sintéticas que atuam no sistema nervoso central, muitas vezes oferecendo um efeito analgésico. |
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Do ponto de vista fisiológico, eles se ligam a receptores específicos no cérebro, promovendo sensação de bem-estar e euforia. Contudo, apesar de sua eficácia em contextos médicos, seu uso contínuo pode levar à dependência química. |
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Vale ressaltar também que o uso abusivo de opioides está associado a impactos sociais graves, como aumento da criminalidade, sobrecarga dos sistemas de saúde e desestruturação familiar. |
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Sobre o estudo |
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Foi analisado o uso de fármacos como morfina, tramadol, Tylex e dolantina, voltados ao controle da dor. Mesmo tendo uma excelente eficácia clínica, muitos deles estão circulando fora do ambiente médico — sem receita, supervisão ou orientação. |
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E como já era de se esperar, as consequências dessa tendência não são nada animadoras para a saúde pública do país. |
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De modo geral, a prevalência de uso da substância afetou homens e mulheres de maneira consideravelmente distinta. |
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Se quisermos desviar da mesma rota deles, precisamos fazer algo. E, como de costume, o primeiro passo é a conscientização. |

Por exemplo, em populações com acesso desregulado à droga, o uso indiscriminado aumenta o risco de overdose, depressão respiratória ou até mesmo morte.
O futuro. De certa forma, o alerta já foi feito. Agora, é essencial formular políticas públicas que visem combater o problema.