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Um novo estudo, realizado por pesquisadores da Escola Paulista de Medicina, trouxe à tona os riscos do uso estético da toxina botulínica, também conhecida como Botox. |
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O que é o Botox? |
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O botox é um procedimento estético que utiliza a toxina botulínica tipo A para relaxar temporariamente os músculos da face. |
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Com isso, as rugas dinâmicas — como as da testa e ao redor dos olhos — tornam-se menos visíveis. Ainda assim, vale ressaltar que o efeito é temporário, geralmente durando entre 3 e 6 meses, e deve ser aplicado por profissionais capacitados. |
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O uso cresce, e os riscos também |
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Segundo a Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, o botox foi o líder entre os procedimentos estéticos não cirúrgicos em 2022, com mais de 9,2 milhões de aplicações no mundo. |
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Essa popularidade, no entanto, veio acompanhada de um aumento nas complicações. Conforme a médica coordenadora do estudo, Samira Yarak, a falta de diretrizes claras e a banalização do uso do botox representam um problema de saúde pública. |
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No entanto, outros como ptose palpebral, assimetria facial, visão dupla, infecções e até mesmo reação anafilática podem ocorrer. E, é claro, fatores como má aplicação, produtos irregulares, diluições erradas e falta de capacitação aumentam os riscos. |
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Por fim, gostaríamos de alertar que o botox estético pode parecer simples, mas exige conhecimento técnico, estrutura adequada e cuidado individualizado. |
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Antes de buscar o efeito antirrugas, é essencial garantir que o procedimento seja seguro e responsável. Não deixe de fazê-lo com um profissional qualificado. Caso contrário, você pode cair no famoso dilema do “barato que sai caro”. |

Ao ser injetada em pequenas quantidades, essa toxina bloqueia a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor responsável pela contração muscular.