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A China deu mais um passo na escalada de intimidação contra Taiwan ao lançar exercícios militares e de guarda costeira em larga escala ao redor da ilha autogovernada, chamando as operações de um “aviso severo” contra os separatistas. |
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As manobras simulam ataques e bloqueios marítimos, com forças navais, aéreas, terrestres e de mísseis, em um cenário de tensões crescentes entre Taipei e Pequim. |
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Tá, mas por que isso importa? Muito além de “apenas” uma ilha, Taiwan é um centro global de inovação, responsável por 60% da produção de semicondutores do mundo, e está estrategicamente situada em uma das rotas marítimas mais movimentadas do planeta. |
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Um conflito na região teria impactos devastadores na economia global e poderia acionar uma resposta dos EUA, que tem laços militares e interesses tecnológicos com Taiwan, mesmo apoiando a política de “Uma Só China”. |
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MUNDO: Cerco chinês a Taiwan cria tensão no Oriente

O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, tem reforçado a defesa nacional e endurecido o tom contra a China, classificando o governo de Xi Jinping como uma “força hostil estrangeira”.
Pequim, por sua vez, vê Lai como um separatista perigoso e intensificou as demonstrações militares desde sua posse em maio de 2024.