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Contexto: A Corte Judiciária da Argentina tem cinco cadeiras, mas duas estavam vazias. Milei indicou Ariel Lijo e Manuel García-Mansilla em 2024, mas não conseguiu apoio no Senado. |
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A relevância: Juristas alertam que a Constituição argentina não permite que decretos substituam a aprovação do Congresso. Para críticos, Milei abriu um perigoso precedente ao ignorar o processo tradicional. |
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A oposição vê a medida como um abuso de poder. A Human Rights Watch classificou a decisão como uma “ameaça à independência do Judiciário”. |
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MUNDO: Milei ignora Senado e nomeia juízes por decreto

Mais uma polêmica dele. O presidente da Argentina, Javier Milei,
Mirando el futuro: As nomeações são temporárias e precisarão ser votadas pelo Senado até 30 de novembro. Enquanto isso, a oposição já articula formas de barrar a jogada de Milei.