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Mais uma vez as tarifas do Trump viraram assunto no noticiário internacional, com todo seu impacto no jogo da geopolítica. Mas, desta vez, há um detalhe: o México conseguiu uma pausa. Por um mês, pelo menos.
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Contexto: A presidente mexicana Claudia Sheinbaum e Donald Trump fecharam um acordo para dar um tempo nas tarifas que o republicano queria impor ao país vizinho.
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Os EUA, por sua vez, prometeram ajudar a barrar o tráfico de armas pesadas para o México. No pacote, também entraram duas novas mesas de negociação entre os governos: uma sobre segurança e outra sobre comércio.
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O acerto veio depois que o Canadá resolveu subir o tom e revidar, aplicando uma taxação de 25% sobre produtos americanos – de bebida a eletrodomésticos.
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Enquanto o Canadá aposta na estratégia de contra-ataque e incentivo à produção nacional, Sheinbaum preferiu manter o canal diplomático aberto, enfatizando que preservar o acordo comercial com os EUA é mais benéfico para o México.
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O contexto maior: Trump está levando adiante seu “tarifaço”, mirando países com os quais os EUA têm déficit comercial. Na mira, além do México e Canadá, também está a China.
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Esse jogo já está mexendo com mercados e investidores, alimentando temores de uma nova guerra comercial. O dólar subiu globalmente, e há quem veja nisso um possível entrave para cortes de juros pelo Federal Reserve.
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FECHAMENTO DO MERCADO
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DÓLAR: -0,61% | R$ 5,80
BITCOIN: +4,10% | US$ 101.700,00
EURO: -1,22% | R$ 5,98
IBOVESPA: -0,13% | 125.970 pts
? S&P 500: -0,76% | 5.994,67 pts
? NASDAQ: -1,20% | 19.391,96 pts
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| Variação diária | Dados de 18h00, 03/02 |
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