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Dança das cadeiras. Esse foi o cenário do STF e do Ministério da Justiça ao iniciar 2024. Enquanto o Supremo recebeu Flávio Dino, o MJ passou a ser liderado por Ricardo Lewandowski, a pedido de Lula. |
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Se tivesse esperado um pouco mais… Logo depois de assumir, Lewa já teve que controlar sua primeira grande crise: 2 presos fugiram de um presídio de segurança máxima em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Lembra disso? |
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Direita cada vez mais encurralada |
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Toc, toc. A família e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro começaram o ano com a PF batendo na porta. Carlos Bolsonaro foi o primeiro, em buscas relacionadas à suposta “Abin paralela”. |
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Em fevereiro, a operação mirou Valdemar Costa Neto, presidente do PL, preso em flagrante com armas ilegais e ouro bruto. |
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Mesmo com as acusações e inelegibilidade, os apoiadores do ex-presidente lotaram a Avenida Paulista vestindo verde e amarelo, em uma manifestação no período. |
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O início de um sonho… |
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O déficit zero: O governo queria passar o ano de 2024 arrecadando mais do que gastando. No mês das férias, o clima era de boas expectativas para o restante do ano. |
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A arrecadação total de janeiro foi de R$ 280 bilhões, batendo o recorde histórico do país, impulsionada pelo aumento de impostos. |
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Spoiler: não deu tudo certo. Mesmo com o aumento de impostos, o governo não deixou de lado os custos do Estado, e a previsão do rombo chegou à marca de R$ 63 bi em novembro. |
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O que mais foi destaque por aqui nos dois primeiros meses do ano? |
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