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Pense que o Ministério da Saúde poderia ter usado esse valor para implementar outras políticas, como comprar 6 mil ambulâncias ou 101 milhões de canetas de insulina para diabéticos.
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Além disso, as vacinas descartadas não foram só da COVID-19, mas também de doenças importantes como tétano, coqueluche, febre amarela e meningite — todas com cobertura vacinal abaixo da meta.
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As justificativas do governo: O Ministério da Saúde diz que parte das doses veio do governo Bolsonaro já estando próximas do vencimento e que a desinformação sobre o assunto desmotivou a população.
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Mesmo assim, o volume desperdiçado é o maior desde 2008 — durante o segundo mandato de Lula na Presidência —, e a má gestão dos estoques é apontada como o principal motivo por especialistas.
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Bottom-line: No fim das contas, o desperdício acontece mesmo com o aumento na cobertura vacinal das doenças. A população vacinada contra febre amarela, por exemplo, foi de 60,6% para 75,4%.
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