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Bateu o martelo. Depois de meses de expectativa, Lula confirmou a indicação de Gabriel Galílpolo para ser o presidente do Banco Central a partir do ano que vem. |
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Já era esperado que o nome do economista fosse escolhido, já que ele foi secretário-executivo de Haddad no Ministério da Fazenda, é um dos atuais diretores do banco e, acima de tudo, é bem-visto pelo governo. |
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A relevância: O Banco Central é quem toma decisões que afetam diretamente o custo dos empréstimos no Brasil, principalmente ao definir o patamar da Selic — a famosa taxa básica de juros, que atualmente está em 10,50% ao ano. |
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Sendo assim… Lula quer ter confiança e uma boa relação com o próximo líder do BC. No caso de Galípolo, foi ele quem ajudou o atual presidente a conversar com o mercado financeiro durante as eleições de 2022. |
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Apesar de não ser uma surpresa e de ser visto como um nome técnico já conhecido pelo mercado, parte da Faria Lima tem receio de que o indicado atue de forma política para agradar o atual governo. |
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Uma dose de contexto: Desde que assumiu a presidência, Lula