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Atendendo a um pedido de Lula ao STF, o ministro Cristiano Zanin decidiu, por conta própria, suspender a desoneração da folha de pagamentos. A canetada deixou o Congresso bem irritado. |
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“Explica melhor, dênius” Vamos lá. Uma lei de 1991 determina que as empresas paguem, de forma mensal, um valor que corresponde a 20% sobre todas as remunerações pagas aos seus empregados. |
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Em 2012, foi determinado que empresas de 17 setores poderiam trocar essa contribuição por um valor menor, que varia de 1% a 4,5% da receita bruta. |
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Durante o governo Bolsonaro, a medida foi prorrogada por duas vezes e, na época, o movimento foi crucial para sobrevivência de diversas empresas na pandemia. |
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Agora, em 2024, o Congresso aprovou mais uma prorrogação até 2027. No entanto, como ela significaria menos arrecadação para o governo, o Lula vetou. Apesar disso, o Congresso disse não e derrubou o veto do presidente. |
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Claramente, o Legislativo quer uma coisa e o Executivo outra
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Quando um ministro indicado pelo atual presidente acaba com uma medida aprovada pelos parlamentares de maneira monocrática, o clima esquenta. |
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De um lado, o governo tenta arrecadar ao máximo para chegar na meta do déficit zero. Do outro, o Congresso diz que não necessariamente vai fazer tudo o que o governo quer. |
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Para azedar um pouco mais… No final de semana, Haddad alfinetou o Congresso dizendo que eles também devem ter responsabilidade fiscal. Pacheco não gostou nada disso e rebateu. A semana será intensa em BSB. |
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O que mais é destaque no nosso país? |
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BRASIL: Governo e Congresso batem cabeça sobre benefício para empresas

Respira, que está acabando… Nesse ping-pong de Brasília, Lula ligou para Zanin e o Supremo entrou no jogo e passou a discutir essa mesma 