Remédios ficarão mais caros a partir de abril
Com o aumento do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em fevereiro, o governo determinou o reajuste máximo no preço dos medicamentos para 2024, que valem a partir de abril.
A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento definiu um aumento máximo de 4,5% no preço dos remédios. Esse aumento foi 1,1% a menos que a elevação em 2023 e pouco mais de cinco pontos abaixo do que foi definido para 2022 e 2021.
A regra é baseada a partir do aumento no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação no país. Como a inflação está mais regulada, a elevação dos valores também.
Tarifas dos Correios terão reajuste de 4,39% a partir de 3 de abril
As tarifas dos serviços postais prestados pelos Correios terão um reajuste de 4,39%, a partir de 3 de abril. O aumento, aprovado pelo Ministério das Comunicações, foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta segunda-feira (25/3).
O reajuste é justificado pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período janeiro-dezembro de 2023, descontado o Fator de Produtividade — o tempo que um funcionário passa fazendo alguma atividade para qual ele foi contratado.
A tarifa para envio de cartas e cartões postais de até 20 gramas, por exemplo, vai passar de R$ 2,45 para R$ 2,55, enquanto que a máxima, de 450g a 500g, foi de R$ 13,35 para R$ 13,80. O franqueamento autorizado de cartas simples também foi reajustado e pode variar entre R$ 2,27 e R$ 12,17, de acordo com o peso.
Para o telegrama nacional será cobrado R$ 10,74, via internet, R$ 12,96 por telefone e R$ 15,56, na contratação pré-paga nas agências. Para envio de malotes é necessário consultar uma tabela de distância e peso disponibilizada no site dos Correios.
