De acordo com dados do Governo do Estado, o Rio Grande do Sul registra até esta quarta-feira (24), 34 óbitos atribuídos a dengue. Até o momento são 38.519 notificações e 16.697 casos confirmados. O Estado conta com 459 municípios infestados.
Fazendo uma retrospectiva da situação epidemiológica, em 2015, forma 4.214 notificações e 2 óbitos; em 2016, 8.280 notificações e 1 óbito; em 2017, 1.581 e nenhum registro de morte pela doença; em 2018, 810 notificações e nenhum óbito; em 2019, 4.246 e nenhuma morte registrada; em 2020, 6.615 notificações e 6 óbitos; em 2021, 16.596 notificações e 11 óbitos;em 2022, 98.730 notificações, desses, 67.310 casos confirmados e 66 óbitos.
A SES reforça a importância de que a população procure atendimento médico nos serviços de saúde logo nos primeiros sintomas. Dessa forma, evita-se o agravamento da doença e a possível evolução para óbito.
Principais sintomas
– febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias;
– dor retro-orbital (atrás dos olhos);
– dor de cabeça;
– dor no corpo;
– dor nas articulações;
– mal-estar geral;
– náusea;
– vômito;
– diarréia;
– manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.
Medidas de prevenção à proliferação e circulação do Aedes aegypti, com a limpeza e revisão das áreas interna e externa das residências ou apartamentos e eliminação dos objetos com água parada são ações que impedem o mosquito de nascer, cortando o ciclo de vida na fase aquática. O uso de repelente também é recomendado para maior proteção individual contra o Aedes.
Em Vila Maria
Vila Maria, de acordo com dados atualizados nesta quarta-feira, dia 24 de abril, pela Vigilância Ambiental em Saúde, existe 1 caso confirmado e 15 suspeitos em análise.
