De um lado, Mbappe, o astro da equipe francesa que poderia vencer sua segunda Copa do Mundo com apenas 23 anos, do outro, Messi, o gênio que venceu tudo profissionalmente e faltava a cereja do bolo. O duelo de uma equipe que era inferior, individualmente, mas que possuía um coletivo incrível construído por Scaloni contra uma equipe com o brilhante Griezmann e o talento de Deschamps no banco.
O primeiro tempo foi marcado por uma equipe que jogou final de Copa do Mundo e a outra marcou um tempo no sintético municipal na quarta feira às 20h. A França não fez uma finalização sequer na primeira etapa e viu a Argentina balançar a rede duas vezes com um primeiro tempo impecável de Di Maria.
No segundo tempo, Scaloni erra na substituição, tirando o melhor jogador em campo e é punido com duas bolas de Mbappé. O poderio francês tomou conta do jogo nos últimos 10 minutos de jogo, mas se esqueceu de jogar a prorrogação. É claro que a maior Copa do Mundo de todos os tempos precisava da dobradinha dos melhores em campo e presenteou os amantes de futebol com dois gols de Mbappé e dois gols de Messi na final da Copa. Se não bastasse, os deuses do futebol expuseram a magia do futebol para um garoto de 23 anos marcar um hat–trick (3 gols) em uma final de Copa, faltando 4 minutos para o final do jogo.
Um espetáculo, um 3 a 3! Nos pênaltis, o mar azul, atrás do gol dos pênaltis, fez os franceses perderem 2 pênaltis levando a taça e a alegria para Messi homenagear Maradona em Buenos Aires.
Apoio: Comercial Mariense, Matiasso Tintas, Restaurante da Lia e Posto Toffoli.
Texto: Felipe Matiasso
