Com o retorno de Neymar, o Brasil volta a campo na Copa do Mundo nessa segunda feira pelas oitavas de final da competição. O adversário é um conhecido recente nos amistosos de preparação e na oportunidade, a equipe de Tite fez 5 a 1 na Coreia do Sul, como visitante. A expectativa de chuva de gols na fase de grupos por parte da seleção brasileira deu uma desanimada no torcedor que viu a equipe ter duas vitórias suadas e uma derrota, com time totalmente descaracterizado, na última rodada.
Por que a equipe de Tite sofreu tanto na fase de grupos? A resposta é bem simples: a escola europeia tem proposta de jogo diferente dos outros continentes. E isso não é uma crítica à comissão técnica pela falta de jogos com europeus, porém é fato que os adversários enfrentados não propõem dificuldade semelhante.
Sérvia e Suíça, assim como as equipes mais tradicionais do futebol na Europa, defendem com uma linha de cinco jogadores em sua última linha de defesa, com o primeiro volante entrando no meio dos zagueiros. Normalmente, esse esquema tático é utilizado como 5–4–1. Essa filosofia de jogo propõe uma dificuldade enorme e muita paciência para furar o bloqueio.
A menos que mude sua estratégia, a Coreia não defende dessa forma, optando por um 4–4–2, esquema utilizado na maioria dos amistosos de preparação e também das eliminatórias da Copa do Mundo, onde o Brasil foi amplamente dominante nos jogos. Jogo de Copa do Mundo sempre mostra dificuldade pela representatividade, mas em teoria, o Brasil pode ter mais “facilidade” contra a Coreia comparado aos outros jogos até aqui.
E você, acha que o Brasil avança?
Apoio: Comercial Mariense, Matiasso Tintas, Restaurante da Lia e Posto Toffoli.
Texto: Felipe Matiasso
