Neste sábado, 29, Guayaquil recebia a final única da Libertadores da América entre Flamengo e Atlhético Paranaense. O rubro negro carioca em sua quarta final na história em busca do terceiro titulo e os paranaenses na sua segunda final em oito participações buscando o título inédito.
Felipão montou uma estratégia interessante para segurar o Flamengo com marcação individual no início do jogo, mas que foi água abaixo com o passar do tempo, até porque marcar individualmente, o desgaste do atleta é enorme. Quando o cansaço veio, Pedro Henrique, zagueiro do Atlhético foi expulso, justamente em entrada infantil em cima de Ayrton Lucas que entrou no lugar de Filipe Luís, lesionado.
Logo após a expulsão, Gabriel Barbosa, o Gabigol fez o dele e entrou pra história do Flamengo mais uma vez, assim como em Santiago, no Chile, sobre o River Plate. Se com 11 em campo já era difícil, com 10 ficou impossível e o Atlhético deixou o sonho do título para outra oportunidade.
O Flamengo vai pro mundial buscar o possível confronto contra o Real Madrid de Benzema e Vinicius Jr e o bicampeonato do planeta.
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Texto: Felipe Matiasso
